18 novembro 2012

Metroviários param o Cairo e derrubam chefe do metrô

Metroviários do Cairo fizeram uma greve de cinco horas nesta quarta-feira, que paralisou o sempre congestionado trânsito na capital do Egito e levou à queda do presidente da Companhia do Metrô, Ali Hussein. 

Com apenas duas linhas e 69 quilômetros, o Metrô do Cairo é apenas um dos dois em operação na África e no Mundo Árabe. 

Os trabalhadores também entraram em greve contra as condições insalubres de trabalho, manutenção inadequada e pediram que a empresa pague o seguro saúde.

O Metrô do Cairo transporta quatro milhões de pessoas por dia e a cidade tem 18 milhões de habitantes. 

Com o metrô paralisado, os cairotas tiveram que recorrer ao precário sistema de ônibus e vans para ir ao trabalho. 

Passageiros furiosos tentaram invadir algumas estações e tiveram que ser reprimidos pela polícia. 

O Ministério dos Transportes atendeu aos grevistas e demitiu Hussein, acusado de corrupção.


Metroviários do Cairo fizeram uma greve de cinco horas nesta quarta-feira, que paralisou o sempre congestionado trânsito na capital do Egito e levou à queda do presidente da Companhia do Metrô, Ali Hussein. Com apenas duas linhas e 69 quilômetros, o Metrô do Cairo é apenas um dos dois em operação na África e no Mundo Árabe. Os trabalhadores também entraram em greve contra as condições insalubres de trabalho, manutenção inadequada e pediram que a empresa pague o seguro saúde.
O Metrô do Cairo transporta quatro milhões de pessoas por dia e a cidade tem 18 milhões de habitantes. Com o metrô paralisado, os cairotas tiveram que recorrer ao precário sistema de ônibus e vans para ir ao trabalho. Passageiros furiosos tentaram invadir algumas estações e tiveram que ser reprimidos pela polícia. O Ministério dos Transportes atendeu aos grevistas e demitiu Hussein, acusado de corrupção.

Arquivo INFOTRANSP