19 maio 2012

Prefeitura de Curitiba divulga regras da licitação do metrô da cidade

Dinheiro público só será liberado quando obra estiver pronta, diz prefeitura.

Empresas e população podem enviar questionamentos sobre licitação.

A prefeitura de Curitiba revelou, nesta terça-feira (15), como irá funcionar o processo de licitação para construção do metrô da cidade. A obra custará R$ 2.331.400.000 e o prazo de conclusão será de quatro anos a partir do início da construção. A empresa vencedora da licitação terá o direito de explorar o serviço por 30 anos.

O edital completo da licitação já está disponível no site da prefeitura voltado ao projeto do metrô. As empresas interessadas e a população podem participar enviando questionamentos ou sugestões para o e-mail metrocuritibano@smad.curitiba.pr.gov.br

A previsão é que os documentos fiquem abertos para consulta até o dia 18 de junho. A prefeitura planeja lançar a concorrência em até 60 dias e o prazo para o início das obras será até o fim do ano.
O prefeito Luciano Ducci garantiu que o dinheiro público que será investido na construção só será liberado quando as obras forem concluídas: "O investidor precisará colocar os seus recursos na construção e só quando o metrô estiver funcionando é que ele vai ser ressarcido", declarou.

A licitação em números
Ducci também disse que a tarifa do metrô deverá ser a mesma dos ônibus que fazem parte do atual Sistema Integrado de Transportes da capital: "fizemos todos os cálculos para chegar na tarifa técnica do metrô e ela não será diferente do atual sistema de tarifa única". Esse valor é o que cabe de lucro a empresa que vencer a licitação e ele não poderá ultrapassar R$ 1,81 por passagem.

A estimativa é que o metrô gere um retorno anual de cerca de 6,5% do dinheiro investido.

Nas regras da licitação, estão permitidas a entrada de capital do exterior e os consórcios de até cinco empresas - sendo que pelo menos uma delas precisa ser brasileira.

Do total dos recursos, R$ 435 milhões virão da prefeitura de Curitiba e devem ser pagos ao longo de 15 anos, em prestações de R$ 29 milhões.

O governo do estado pagará R$ 300 milhões a fundo perdido, divididos em três parcelas de R$100 milhões ao ano.

Outro R$ 1 bilhão de reais será investido pelo governo federal, através do PAC da mobilidade, também a fundo perdido. O valor representa do custo para a construção da obra.

O dinheiro federal será dividido em três parcelas de R$ 333 milhões.

No total, a obra terá R$1,74 bilhão financiado pelo dinheiro público, o que representa 74% do total.

O consórcio vencedor da licitação deverá investir os outros 26% por conta própria.

http://g1.globo.com/parana/noticia/2012/05/prefeitura-de-curitiba-divulga-regras-da-licitacao-do-metro-da-cidade.html

Audiência do metrô curitibano acontece em meio a aplausos e vaias

Projeto de uma das estações do Metrô de Curitiba
O auditório do Memorial de Curitiba, no Largo da Ordem, ficou lotado na primeira audiência pública da licitação para construção e operação do metrô curitibano na noite desta terça-feira (15). Gente que foi até lá para apoiar o projeto ou vaiá-lo.

 O encontro foi marcado por discursos a favor e contra ao que é, segundo a prefeitura, a maior obra pública da história da cidade, orçada em R$ 2,33 bilhões.

“Entre as cidades contempladas com recursos federais, Curitiba sai na frente neste processo de licitação do metrô. Temos ainda alguns prazos. Esperamos lançar a licitação em julho e iniciar a obra até o final do ano”, disse o prefeito Luciano Ducci, que foi até o Memorial, mas não participou da fase de perguntas e respostas.

O prazo de execução é de quatro anos e a concessão para exploração dos serviços se estenderá por 30 anos.

A primeira parte da audiência foi reservada para explanações técnicas sobre o edital e o contrato. Os anexos e minuta do contrato estão disponíveis no www.metro.curitiba.pr.gov.br . Até o dia 18 de junho, interessados poderão deixar comentários e sugestões sobre o edital de licitação no e.mail: metrocuritibano@smad.curitiba.pr.gov.br

Durante a apresentação, alguns manifestantes levantaram cartazes em protesto contra a obra. Em um deles, era possível ler “R$ 2,33 bilhões do povo, para quem?”. Houve protesto também com relação a superlotação do evento. Um homem conseguiu entrar em uma área restrita do evento e, com um megafone, reclamou da “falta de espaço para o público” na audiência. Integrantes do Movimento Passe Livre levaram cartazes, que foram recolhidos pela Guarda Municipal.

Além de protestos, houve também manifestações de apoio com aplausos ao projeto. Ao todo, segundo a organização, cerca de 400 pessoas estavam presentes no evento.

Estações

A Linha Azul, como é chamada a primeira etapa do Metrô, ligará a CIC-Sul, próximo à Rua Nicola Pelanda, ao Centro de Curitiba, até a Rua das Flores, num trecho de 14,2 quilômetros que passa por 13 estações.

Das 13 estações, somente uma será elevada, a Estação CIC-Sul - primeira após o pátio de manobra. Esta estação ficará localizada na BR-476 entre a Rua Nicola Pellanda e a Rua Izaac Ferreira da Cruz. No local será construído um terminal de integração, com o objetivo de aliviar os Terminais Pinheirinho e Capão Raso.

O primeiro nível dessas estações, além do acesso dos passageiros, contará com um amplo estacionamento para veículos e bicicletas. O objetivo é criar atrativo de integração para atrair motoristas de carros para o novo modal.

O metrô vai atender 475 mil usuários e substituirá 110 ônibus. A frota terá 25 trens, compostos por cinco carros cada, com capacidade para transportar 1.450 passageiros por viagem. Cada carro equivale a um ônibus biarticulado.

Com o metrô, haverá uma redução da emissão de 8,5 mil toneladas de CO2 por ano na atmosfera e também a redução de três decibéis de ruído. Nas atuais canaletas dos biarticulados será construído um parque linear com ciclovias e áreas verdes para a prática de esporte

Metrô de SP é 100% seguro e medo é 'absurdo', dizem especialistas

A colisão entre duas conduções da linha 3-Vermelha do Metrô, que deixou dezenas de pessoas feridas na quarta-feira, em São Paulo, causou preocupação entre os usuários do sistema e gerou dúvidas sobre a segurança no transporte sobre trilhos. Mais de 100 pessoas foram atendidas em hospitais da capital paulista, mas especialistas ouvidos pelo Terra, garantem: apesar do acidente, o metrô do Estado é seguro.

"É legítima a preocupação das pessoas e as reclamações dos passageiros, mas ter medo do metrô de São Paulo é um absurdo", disse Telmo Porto, professor do departamento de Engenharia de Transportes da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), especialista em ferrovias. "O fato de ninguém ter ficado ferido com gravidade, e de não ter havido nenhuma morte, não foi sorte, é prova de que é um sistema seguro", completou.

De acordo com Porto, o metrô paulista usa uma tecnologia conhecida como ATO (sigla em inglês para Operação Automática dos Trens), o que faz com que as conduções se locomovam automaticamente, embora o maquinista esteja presente, enquanto a movimentação dos trens é controlada pelo Centro de Controle Operacional (CCO). Em linhas gerais, essa tecnologia foi desenvolvida para ser "à prova de falhas", ou seja, havendo qualquer problema, seja causado por uma pane mecânica ou por um erro humano, os trens perdem velocidade até parar.

De acordo com o Metrô, no acidente desta quarta, as conduções se chocaram a uma velocidade estimada de 9 km/h e 12 km/h. "É quase um acoplamento. Foi um acidente muito raro, provavelmente a primeira vez que aconteceu no Metrô", disse o secretário de Transportes Metropolitano, Jurandir Fernandes, em entrevista coletiva pouco após a batida.

Ainda segundo o especialista, embora o metrô de São Paulo ainda sofra com alguns problemas, como a superlotação em horário de pico, por exemplo, em termos de tecnologia, o modelo paulista está "absolutamente de acordo com os parâmetros internacionais", afirma.

Tanto a Polícia Civil quanto uma comissão de engenheiros e técnicos do Metrô irão analisar, de forma paralela, as causas do acidente, cujas respostas devem ser obtidas dentro de 30 a 90 dias. Segundo o professor da Poli-USP, contudo, é muito pouco provável que haja apenas uma causa para a pane. "Uma coisa é certa: não existe ocorrência ferroviária que tenha causa única. É igual ao avião, é uma conjunção de fatores."

O presidente da Associação Nacional dos Transportes Públicos (ANTP), Ailton Brasiliense, também diz que o modelo de transporte sobre trilhos adotado pelo Estado é seguro, e opina que, após esse acidente, a segurança do sistema deve ser reforçada. "O metrô de São Paulo é 99% confiável, mas esse 1% que falta custa muito caro e leva tempo para ser alcançado. (..) Ele foi feito para não causar problemas, mas não há sistema no mundo completamente livre de falhas.

O que se pode fazer é garantir que as falhas, quando ocorrerem, não colocarão as pessoas em risco. Esse acidente deverá causar uma revisão em vários procedimentos e deixar o transporte mais seguro", opina.

Embora avalie que o governo de São Paulo aumentou os investimentos no Metrô e na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) com certo "atraso", Brasiliense discorda que o acidente tenha qualquer ligação com falta de investimentos ou baixa manutenção dos trens, conforme apontou o Sindicato dos Metroviários de São Paulo.

"O número de falhas hoje é muito menor do que o registrado antigamente. E o aumento da tecnologia garante, justamente, que os custos com manutenção caiam", argumentou.

O metrô de São Paulo começou a operar em 1974 e, atualmente, transporta mais de 4,5 milhões de passageiros diariamente e realiza mais de 4,5 mil viagens por dia em um percurso de cerca de 74 km de extensão. Segundo os especialistas, grande parte dos problemas enfrentados hoje ocorre porque, entre a década de 70 e os anos 2000, o transporte metroviário não foi priorizado.

"Agora, é muito improvável que uma falha como essa ocorra dentro de muitos anos. As pessoas não têm com o que se preocupar (em relação à segurança)", conclui o presidente da ANTP.



Homem será indenizado por agressões físicas e verbais sofridas no metrô

A 8ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio condenou um passageiro a indenizar em R$ 15 mil, por danos morais, um usuário do metrô. Carlos Eduardo Braga conta que foi agredido e ofendido por Gustavo Luiz Ferreira sem motivo algum.

O autor relata que resolveu trocar de vagão e após pedir licença ao réu para ingressar, percebeu que o mesmo começou a lhe encarar e caminhou na sua direção apontando o dedo para seu rosto e dizendo palavras de baixo calão. Ao chegar à outra estação, Gustavo deu três tapas em seu peito e o expulsou do vagão. Foi quando o autor procurou um segurança do metrô, pois continuava sendo perseguido pelo réu, que os conduziu para uma delegacia policial.

Em sua defesa, Gustavo alegou que o autor não comprovou ter sofrido agressões físicas e que o episódio não caracteriza dano moral por se tratar de mero aborrecimento.

De acordo com a desembargadora Mônica Costa Di Piero, relatora do processo, o réu não apresentou qualquer motivo que justificasse a sua atitude reprovável.

— É certo que a conduta do apelante atingiu a integridade física, a honra, a dignidade e a reputação do apelado, dando ensejo à reparação pelo dano moral.

http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/noticias/homem-sera-indenizado-por-agressoes-fisicas-e-verbais-sofridas-no-metro-20120518.html

13 maio 2012

As 11 áreas mais valorizadas de TI – e seus salários

http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/as-11-areas-mais-valorizadas-de-ti-%E2%80%93-e-seus-salarios

O Google recebeu sua primeira autorização definitiva seu carro sem motorista

O Google recebeu sua primeira autorização definitiva para rodar com seu carro sem motorista pelas ruas do estado de Nevada, nos Estados Unidos.
A autorização foi liberada após o governador do Estado de Nevada rodar com o veículo pelas ruas da cidade de Carson e pela famosa avenida Las Vegas Strip. A licença, no entanto, se estende apenas para as empresas desenvolverem e testarem os veículos.

Uma legislação para autorizar veículos sem motoristas a circular pelo Estado já havia sido aprovada em junho do ano passado. A lei entrou em vigor em fevereiro deste ano e somente agora o estado de Nevada concedeu a licença e o emplacamento do carro desenvolvido pelo Google.
O veículo é equipado com câmeras e mais de 20 sensores a laser que identificam objetos ao redor, e conta também com informações coletadas manualmente e que auxiliam na navegação e na autonomia do carro.
A licença vale para um dos modelos Toyota Prius modificado pelo Google com a tecnologia driverless, que foi desenvolvida por Sebastian Thrun, professor da Universidade de Stanford e diretor do Google X, laboratório de inovações da empresa.
Segundo o Google, seu carro sem motorista já rodou centenas de quilômetros, tendo cruzado a ponte Golden Gate, em São Francisco, e percorreu toda a costa da rodovia Pacific Coast Highway, na Califórnia. Recentemente o Google testou o veículo com um motorista cego, o primeiro usuário comum a rodar com o carro (veja vídeo a seguir).
De acordo com o Departamento de Veículos Motorizados de Nevada, o Google é o primeiro a obter essa licença, mas outras empresas já sinalizaram a intenção de também adquiri-la. Além de Nevada, a Califórnia também está em processo para autorizar a rodagem deste tipo de veículo, considerado mais seguro que os conduzidos por seres humanos.
Os carros especiais do Google que obtiverem a licença terão de circular com uma placa especial de fundo vermelho e letras brancas e com o símbolo do infinito em amarelo. Quando este tipo de autorização se estender para os usuários finais, a placa passará a ser verde.

vídeo -> http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/carro-sem-motorista-do-google-ganha-licenca-nos-eua-10052012-19.shl

Geração Y: profissionais velozes mas também inquietos

Os jovens que têm entre 20 e 30 anos estão ficando no máximo dois anos em cada emprego. É o que diz uma pesquisa da Page Personnel, feita com profissionais do Rio e de São Paulo. Nada menos que 78% dos que responderam à enquete afirmaram que, se num prazo de 24 meses não forem promovidos, vão em busca de uma corporação com melhores condições de trabalho. O problema é que, nesse curto período, dizem consultores, mal é possível absorver a cultura ou entender bem o negócio da empresa.
Não é tanto a pressa característica da chamada geração Y que surpreende, mas uma impulsividade tão grande que acaba por reduzir, cada vez mais, o tempo em que esses profissionais permanecem em cada organização, abortando, por vezes, chances de uma carreira mais sólida.

— Dois anos é muito pouco para um profissional se desenvolver, em qualquer corporação. Três anos é um ciclo mínimo de tempo para que ele possa, de fato, aproveitar a experiência — diz Roberto Picino, diretor executivo da Page Personnel.

O paulistano Thiago Ghougassian, de 23 anos, é um típico exemplar da geração Y. Jornalista, que trabalha como assessor e gerente de mídias sociais de uma agência de comunicação, ele trocou de emprego três vezes nos últimos três anos,
— Não posso me prender a lugares que não me dão o que quero. Vejo minha vida passando, e preciso correr atrás — resume Ghougassian.

Para José Augusto Figueiredo, presidente da International Coach Federation (ICF Brasil), a geração Y — que, segundo ele, já representa entre 40% e 50% do quadro da maioria das companhias — apresenta mais do que impaciência. A ela, falta tolerância.

— Eles não toleram relação de hierarquia, falta de significado do trabalho, falta de interação entre chefes e subordinados — diz Figueiredo. — Mas acima de tudo, não suportam falta de desafios e de perspectivas. Por isso, trocam tanto de emprego.

Consultores ressaltam que essa pressa também é resultado de um mercado aquecido, com baixo índice de desemprego, escassez de profissionais qualificados e muitas oportunidades.

Foi a falta de perspectiva de promoção e desenvolvimento de carreira que levaram o gerente de contas Leonardo Fontes, de 28 anos, a passar por quatro empresas, em apenas sete anos. Hoje ele trabalha na Sankhya, companhia especializada em tecnologia para gestão de negócios.

— Sou de uma geração movida a desafios, que se recusa a ficar na zona de conforto — define-se. — Se a empresa não tiver plano de cargos e salários, se não oferecer desafios profissionais e um bom clima, é hora de procurar outra oportunidade.

Desafios e plano de cargos e salários também são palavras-chave usadas pela analista de RH Fernanda Fernandes. Aos 30 anos, ela está na quarta empresa — em algumas delas, ficou até menos de dois anos — e não tem problemas em trocar de emprego:

— Quando vejo que não me dão desafios nem aumento, saio fora. Além disso, hoje não é bem-visto ter um currículo com muitos anos de trabalho numa só empresa; parece que a pessoa é acomodada.
Essa geração é inquieta, explica a consultora Jacqueline Resch, porque nasceu num mundo globalizado, interconectado, onde tudo muda rapidamente:

— Eles agem, na profissão, respondendo às exigências desse mundo, e é natural que seja assim.
Segundo Jacqueline, no entanto, é importante que esses jovens sejam capazes de conviver e reconhecer o valor de outras gerações, que têm padrões de comportamento diferentes. Caso não consigam, ressalta, fica difícil trabalhar em qualquer empresa.

Além do que, os riscos de tanta inquietude podem se traduzir até em problemas de saúde, como depressão e síndrome do pânico, entre outros males, acrescenta a psicóloga Andreia Calçada. É que os constantes apelos da sociedade de consumo, de acordo com ela, impelem a geração Y a buscar, para ontem, sucesso e status.

— O alto nível de cobrança interna e a pouca tolerância à frustração geram ansiedade e estresse — conclui Andreia.

http://oglobo.globo.com/emprego/geracao-profissionais-velozes-mas-tambem-inquietos-4884584


Trânsito mata 42,8 mil pessoas no País e índice cresce 13,9% em um ano

 O número de mortes no trânsito brasileiro cresceu 13,9% em 2010, de acordo com dados recém-consolidados do Ministério da Saúde. Foram 42.844 óbitos, uma média de 117 mortes por dia, ante 37.594 no ano anterior, quando 103 pessoas morreram por dia.
A maior alta foi registrada entre ocupantes de motocicletas, com variação de 16,7% - 10.825 mortos em 2010, ante 9.268 em 2009. O índice de óbitos de pedestres também cresceu no período - passou de 8.799 para 9.944, alta de 13%. As mortes de ocupantes de automóveis aumentaram 11%, de 8.133 para 9.059.
E mortes de ocupantes de caminhões, ônibus, veículos pesados e outros tipos de acidentes não detalhados somaram 11.434 vítimas - em 2009, foram 9.783, variação de 16%. Veículo visto como inofensivo, usado até por adolescentes em cidades litorâneas, os triciclos estiveram ligados a 69 mortes em 2010. No ano anterior, foram 38 óbitos, um aumento de 81%.
Do total de mortes, 15.598 foram no Sudeste. Logo atrás está o Nordeste, com 11.853 óbitos. Depois vêm o Sul (7.585), Centro-oeste (4.441) e Norte (3.367). O balanço confirma ainda a tendência de que são os mais jovens as principais vítimas da violência no trânsito. Na distribuição entre faixas etárias, 11.277 vítimas, o equivalente a 26,3% do total, tinham entre 21 e 29 anos. Da faixa etária entre 30 e 39 anos, morreram 8.303 pessoas (19,3% do total).
Frota. O diretor da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet), Dirceu Rodrigues Alves Júnior, afirma que o aumento da frota é o responsável pelo crescimento das mortes. "Ela cresce de maneira geométrica", afirma ele. De acordo com o médico, o aumento de carros favorece o maior número de acidentes com motocicletas. "Com o maior número de veículos e a redução de espaços nas ruas, há mais acidentes com motos", diz.
Segundo ele, a curto prazo, fiscalização e prevenção são as melhores medidas para amenizar os números, mas só com educação é que haverá uma queda significativa. "Ensinando crianças dos 5 até os 18 anos, queremos mudar a cultura da população em relação à mobilidade sobre rodas", afirma.
Alves Júnior ressalta que a preparação dos novos motoristas não é boa o suficiente. "É concedida a carteira ao motorista, que desconhece a adversidade. Ele não sabe dirigir de noite, na chuva ou evitar uma capotagem", diz. Segundo ele, para melhorar a capacitação dos motoristas, seria necessário o uso de simuladores nos Centros de Formação de Condutores (CFCs).
Capital.Na cidade de São Paulo, morreram 1.365 pessoas em acidentes de trânsito em 2011. Em 2010, haviam sido 1.357. Do total de mortos em 2011, 512 eram ocupantes de motocicletas. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), não são os motoboys quem puxam para o alto as estatísticas. Somente 8% das vítimas atuavam fazendo o serviço de motofrete.
A Prefeitura afirma que tem investido na fiscalização para tentar diminuir as mortes de usuários de motocicletas. Entre as medidas tomadas está o uso de radares-pistola, que flagram aproximadamente 400 motos por dia. De acordo com o Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran), havia 928 mil motos em circulação na capital em 2011.
Locais. A maioria das mortes no trânsito de São Paulo ocorre na Marginal do Tietê. Em 2011, foram 54 casos. Logo atrás está a Avenida Jacu-Pêssego, com 25 casos - a via foi a que teve o maior aumento no número de óbitos em 2011. No ano anterior, foram 10 casos, uma variação de 150%. O aumento é creditado ao prolongamento da avenida, que passou a fazer ligação entre o Trecho Sul do Rodoanel e a Marginal do Tietê.

06 maio 2012

Como será o BRT de Belo Horizonte ?

http://www.youtube.com/watch?v=uFWklhoJTvw&feature=related

Simulação Linha Aeromovel

Vídeo mostra linha do Aeromóvel que interligará a Estação Aeroporto do Trensurb ao terminal 1 do Aeroporto Internacional Salgado Filho.

A implantação do Aeromóvel é uma construção inédita no País. O trajeto será percorrido em cerca de 90 segundos, facilitando o acesso dos usuários. A obra conta com a execução da via elevada de 998 metros e dois veículos: um de 150 e outro de 300 lugares. O transporte terá ar-condicionado, acessibilidade universal, espaço para bagagens e portas automatizadas.

Com um investimento de R$ 29,9 milhões, este será um projeto piloto que servirá de modelo. A infraestrutura da obra também será importante para a Copa de 2014, por facilitar o acesso dos turistas ao Centro Histórico de Porto Alegre.


http://www.youtube.com/watch?v=0ENkT-x9FEg

Como será o monotrilho da Linha 2 Verde do Metrô

http://www.youtube.com/watch?v=0PD6K8Iem18&feature=related

Veículo Leve sobre Trilhos

Veículo Leve sobre Trilhos livrou 20 cidades francesas do colapso no trânsito 

http://www.youtube.com/watch?v=s3PopQp_KMM&feature=related

metrô RJ Linha 3 Niterói-São Gonçalo

http://www.youtube.com/watch?v=4BEvn0u3R7o&feature=related

Linha 4 do metrô, que ligará a Barra da Tijuca, na Zona Oeste, a Ipanema, na Zona Sul

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=kpTPgEfOCkQ#!

Biblioteca Técnica - Trabalhos - Tecnologia Metroviária - AEMESP

http://www.aeamesp.org.br/bblt/default.aspx

Semana de Tecnologia Metroferroviária - Trabalhos

Semana de Tecnologia Metroferroviária - 13 a 16 de setembro de 2011

"O Futuro está nos Trilhos! Os caminhos para o desenvolvimento" foi o tema principal deste ano, por meio do qual buscamos mostrar a importância de unirmos os esforços dos governos, da indústria, das operadoras, das entidades de classe, dos profissionais da área tecnológica e dos cidadãos brasileiros na construção de um novo País, com projetos metroferroviários e de infra-estrutura para serem implantados a curto, médio e longo prazo.
 
Biblioteca: Clique para ver os trabalhos apresentados durante o evento

http://www.aeamesp.org.br/bblt/Lists/Aprsnt/17_Semana.aspx

Reunião virtual coordenada pelo Metro Santiago vai debater receita não tarifária.

 Será no dia 7 de maio, às 11 horas (horário de Brasília)



A intenção da DAL-UITP é formar um grupo de trabalho dedicado a discussão de receitas não tarifárias. A entidade acompanha as atividades do Grupo de Trabalho de Planejamento & Comercialização (GT P&C), da Comissão Metroferroviária da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), que também discute receitas não tarifárias.
A Divisão América Latina, da União Internacional de Transportes Públicos (DAL-UITP) promoverá no dia 7 de maio de 2012, das 11h às 12h (horário de Brasília), com coordenação do Metro Santiago, uma reunião virtual sobre receitas secundárias ou receitas não tarifárias.
 
As inscrições podem ser feitas por meio de link publicado ao final desta notícia. Os inscritos receberão instruções detalhadas sobre como participar do encontro virtual.
 Grupos de trabalho. A intenção da DAL-UITP é formar um grupo de trabalho dedicado a discussão de receitas não tarifárias. A entidade internacional acompanha as atividades do Grupo de Trabalho de Planejamento & Comercialização (GT P&C), da Comissão Metroferroviária da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), que também se propõe a debater aspectos relacionados com a evolução da importância das receitas não tarifárias para os sistemas de transporte.
 

Terra aposta em novo formato no metrô




Linha amarela terá 995 telas com informativos do portal

Linha amarela do metrô liga a estação Butantã a Luz   

A partir de maio, as estações e trens da linha amarela do metrô paulistano ganham um total de 995 telas, que exibirão conteúdo informativo do portal Terra e anúncios publicitários.

Após vencer a licitação promovida pela companhia, o portal anunciou que pretende explorar os grandes formatos para exibir seu conteúdo e chamar a atenção dos mais de 750 mil passageiros que circulam pelas estações diariamente.

Serão instalados dez painéis de LED, 43 videowalls, 20 big screens,­ 240 telas de plataforma e 672 monitores digitais nos trens da linha, com tecnologia preparada especialmente para o ambiente.

A implementação das mídias em todo o sistema e estações será concluída no mês de agosto

Metrô no Grande ABC prevê tomar 51 áreas

O projeto funcional realizado pelo Metrô (Companhia do Metropolitano de São Paulo) para a implementação da Linha 18-Bronze, que vai ligar o Grande ABC à Capital através de monotrilho, possui 51 áreas passíveis de desapropriação em São Paulo, São Caetano, Santo André e São Bernardo. Estes locais somam 200.876 metros quadrados de território.

Porém, este plano, que foi realizado há dois anos e contratado pela Prefeitura de São Bernardo, é apenas inicial. O documento fornece preliminarmente informações aproximadas do traçado, quantidade e proposta de localização de estações e demanda.
Nos dias 2 e 13 de fevereiro houve acolhimento e publicação da MIP (Manifestação de Interesse da Iniciativa Privada) por parte de 12 empresas interessadas em realizar Laudo Macro de Avaliação de Áreas para Desapropriações. O prazo para apresentação desses estudos é meados de junho. A partir daí, a empresa escolhida fará o projeto básico, que estabelecerá o traçado definitivo e a localização exata das estações e seus acessos.

"A geometria deste tipo de veículo exige continuidade. Nem sempre é possível alterar o plano de desapropriações. Porém, normalmente, durante a elaboração do projeto executivo, são realizadas várias análises para adequar o traçado no intuito de minimizar grandes impactos. Isso é comum no processo de construção deste equipamento", relatou Creso Peixoto, especialista em mobilidade urbana e professor da FEI (Fundação Educacional Inaciana).

Prefeitura - As prefeituras de Santo André, São Caetano e São Bernardo comunicaram que a elaboração do projeto básico, executivo, detalhamento sobre as desapropriações e decreto de utilidade pública são de responsabilidade do governo do Estado.

Porém, o Metrô informou que está recebendo uma série de demandas das administrações municipais do Grande ABC, sugerindo pequenas alterações que serão consideradas no desenvolvimento do projeto. De acordo com a estatal, eventuais obstáculos ou dificuldades para implantação da linha poderão ser equacionados na elaboração do projeto básico.

A presidente Dilma Rousseff (PT) anunciou, na terça-feira, repasse de recursos no valor de aproximadamente R$ 1,7 bilhão ao governo do Estado para a implementação da Linha 18-Bronze do Metrô no Grande ABC. As obras do monotrilho serão financiadas pelo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) Mobilidade Grandes Cidades.

Áreas importantes - Na lista inicial de áreas passíveis de desapropriações, o Metrô relacionou: parte da Faculdade de Engenharia Mauá, em São Caetano, pedaço do núcleo habitacional Bom Pastor, em Santo André, e prédio residencial de 30 andares localizado na Avenida Aldino Pinotti, Centro de São Bernardo, que foi entregue em dezembro.

A companhia estadual ressaltou que, neste momento, qualquer afirmação sobre desapropriações é precipitada. Porém, o Metrô assegurou que não será preciso desocupar a referida torre de apartamentos na Aldino Pinotti.

Fotógrafo captura estilo de ciclistas em Londres

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/04/120425_galeria_cyclestyle_is.shtml

Gatwick Express Anunciou a Introdução de Novas Leitoras de Código de Barras de Bilhetes nos Portões de Acesso

Gatwick Express, o serviço de trem expresso que faz a ligação entre o centro de Londres e o Aeroporto de Gatwick, anunciou a introdução de novas leitoras de código de barras de bilhetes nos portões de acesso das estações de London Victoria e do Aeroporto de Gatwick para as pessoas que imprimiram seus e-tickets ou os receberam em seus celulares do Reino Unido, após o agendamento on-line em www.gatwickexpress.com

http://www.sys-con.com/node/2267642

Gatwick Express introduce new barcode scanners for online tickets (Photo: Business Wire)
Gatwick Express introduce new barcode scanners for online tickets (Photo: Business Wire)
As novas leitoras possibilitam que os bilhetes impressos pelos usuários sejam rapidamente verificados nos portões, de modo que possam se dirigir diretamente para a plataforma ou para fora sem enfrentar filas.

 Essa instalação é a última fase do processo que está aprimorando o uso da internet para os clientes dos serviços ferroviários Gatwick Express.

David Metherell, Gerente de Marketing da Gatwick Express, disse: “As novas leitoras de código de barras asseguram que os clientes, que agendaram antecipadamente e fizeram a opção de 'imprimir em casa' ou de receber seus bilhetes em seu celular do Reino Unido, possam se mover rapidamente do seu ponto de partida ao seu destino.

Com nossos excelentes descontos on-line, isso significa que agendar pela internet é mais econômico e mais conveniente.”

Montadora lança carro elétrico de quase R$ 2 milhões e que chega a 300 km/h

http://www.techtudo.com.br/curiosidades/noticia/2012/05/montadora-lanca-carro-eletrico-de-quase-r-2-milhoes-e-que-chega-300-kmh.html

Refazendo tudo: de áreas subutilizadas surgem bairros sustentáveis


Grande parte das construções de Vauban, na Alemanha, tem placas fotovoltaicas nos telhados. E há até casas que produzem mais energia do que consomem
Foto: Daniel Schoenen

Grande parte das construções de Vauban, na Alemanha, tem placas fotovoltaicas nos telhados. E há até casas que produzem mais energia do que consomemDaniel Schoenen

E se em vez de projetar um bairro sustentável, as cidades investissem em revitalizações dentro do seu perímetro urbano?

Na segunda reportagem da série, “Se o meu bairro fosse verde”, o Morar Bem mostra as adaptações em quatro bairros pelo mundo. Em Mission Bay, São Francisco, Califórnia, a vida dos moradores mudou muito desde que a área começou a ser remodelada para se tornar sustentável. Carros já quase não fazem parte de seu universo.

Assim como em Vauban, Freiburg, na Alemanha, onde parte da arquitetura de uma antiga base militar foi aproveitada para a construção de um novo modelo de moradia, com a coexistência de locais de trabalho e casas para classes sociais variadas. Em comum, os dois projetos tiveram uma ampla participação de moradores em sua elaboração. Exatamente como deve ser, dizem especialistas. No Brasil, ainda não temos projetos como esses.

Bairros adaptados, boa solução sustentável

Nada de se deslocar por quase 20 quilômetros, como acontece em bairros construídos do zero por falta de áreas livres no miolo das cidades. Nos projetos de remodelação, áreas subutilizadas no centro urbano ganham atributos sustentáveis: afinal, contribuem para reduzir a emissão do dióxido de carbono dos automóveis.

A participação da comunidade no desenvolvimento da nova planta e a adaptação da arquitetura antiga são outras características de bairros em reconstrução.

Mas, nessa empreitada para reduzir o impacto ambiental, nem tudo são flores, aponta a arquiteta Viviane Cunha:

— Adaptar um bairro existente pode ser mais difícil do que construí-lo do zero. Há coisas mais complicadas para se fazer e leva mais tempo. Se for para derrubar tudo, por exemplo, acaba a sustentabilidade.

Gerente do projeto Mission Bay, da Prefeitura de São Francisco, Kelley Kahn discorda:

— Construir novos bairros é uma das soluções. Mas para que toda São Francisco se torne sustentável é preciso também pensar em remodelações.

MISSION BAY: Ir a pé para o trabalho, a escola, as compras. Aproveitar parques públicos para descansar e curtir a natureza. Fazer os trajetos a pé ou de bicicleta. É assim a vida em Mission Bay, São Francisco, Califórnia, desde a remodelação do bairro iniciada em 1998.

Os carros já quase não fazem parte de seu universo. E todos os prédios construídos desde então seguem os preceitos exigidos pelo Green Building Council (GBC), que certifica edificações sustentáveis.

Apontado pelo governo da Califórnia como modelo de desenvolvimento sustentável, Mission Bay chegou lá graças a ampla participação da comunidade em todas as decisões: o que ainda hoje acontece em reuniões mensais, diz Kelley:

— Foram anos de discussões com a comunidade antes mesmo de iniciarmos o projeto.

O resultado foi o surgimento de um novo bairro que ganhou um grande circuito de ciclovias, além de uma linha de metrô integrando Mission Bay ao resto de São Francisco, e outra de trem interligando o bairro ao Vale do Silício. Três mil das seis mil unidades residenciais já estão prontas: 900 das quais, reservadas à habitação social.

 Com apenas 45% do projeto concluído (há 15 anos de renovações pela frente), o local também já conta com parques e áreas de lazer e esporte públicas e uma nova biblioteca, além de um campus da Universidade da Califórnia, que já tem sete de seus prédios prontos, inclusive um dedicado a pesquisas científicas. E estão previstos ainda, conclui Kelly, complexo hospitalar, hotel e escola pública:

— Terminado, Mission Bay será uma movimentada extensão de São Francisco.

VAUBAN: Na Alemanha, terra da Mercedes-Benz, a vida num lugar quase sem carros pode parecer inusitada. Mas é exatamente o que acontece em Vauban, a três quilômetros do centro histórico de Freiburg. Erguido, entre 1994 e 2004, em uma antiga base militar francesa, a partir de uma comissão formada por moradores das regiões vizinhas, o bairro proíbe a circulação de automóveis Na maior parte das ruas. O objetivo? Reduzir emissão de dióxido de carbono.

— A qualidade de vida é grande: ninguém sofre o impacto do tráfego — diz a moradora Heidrun Walter.

Mas nem todo mundo consegue se adaptar a esta rotina, que veta garagens em partes residenciais e parqueamento nas calçadas. Quem quiser esse bel-prazer, deve guardar o carro num dos dois estacionamentos na entrada do bairro.

— Quem quer ter seu carro em frente de casa não se adapta a Vauban e acaba deixando o bairro — continua Heidrun.

Debruçado sobre conceitos que reduzem o impacto ambiental, Vauban teve parte da arquitetura da antiga base reaproveitada como residência para estudantes e restaurantes. Nos terrenos baldios, foram erguidas casas com coletores solares e revestimentos para melhorar o conforto termoacústico. Ainda assim, um dos envolvidos na remodelação, o engenheiro Andreas Delleske, prefere não apontar Vauban como exemplo sustentável:

— Prefiro dizer que conseguimos produzir mais energia do que consumimos. Vauban é um bairro normal, talvez esteja um pouco melhor informado.

Já para a professora de engenharia da UFRJ, Ângela Maria Gabriella Rossi, Vauban é um bom exemplo de sustentabilidade urbana.

— Além de participação da comunidade e apoio do governo desde sua elaboração, o bairro tem mistura de classes e diversificação arquitetônica.

VÄSTRA HAMNEN: Malha urbana com ampla rede cicloviária, transporte a gás natural, ruas só para pedestres, sistema de armazenamento de água quente do mar durante o verão para aquecer habitações no inverno, conversão de resíduos urbanos em biogás, além de prédios planejados de acordo com a melhor orientação do sol e dos ventos.

Assim é Västra Hamnen, que já conta com 4,5 mil habitantes.

Quem passa pela região, situada a poucos quilômetros do Centro histórico de Malmö, na Suécia, dificilmente percebe que ali funcionava um grande estaleiro.

Tudo começou em 2001, com a exposição Bo01 — Cidades do Futuro, que apresentava uma intervenção permanente segundo os princípios sustentáveis propostos pela Prefeitura de Malmö.

O evento pôs abaixo parte das edificações existentes e construiu prédios com 500 apartamentos, com coletores solares e uma bomba de aquecimento, que, com ajuda da energia gerada pelo parque eólico Lilligrund capta água e aquece as residências.

— O bairro usa 100% de energia renovável produzida no local a partir de uma variedade de fontes: solar, eólica, marítima e de um aquífero (reservatório da água natural) — explica Lotta Hansson, assistente do projeto, que, feito com a participação da comunidade, deve ser concluído em 2027.

GRAND LARGE: Bairro industrial, onde até 1987 funcionavam os estaleiros de Dunquerque, na França, Grand Large viu o movimento de trabalhadores desaparecer depois que o então presidente Jacques Chirac decidiu encerrar as atividades do local. Hoje, novo burburinho movimenta suas ruas: crianças brincando pelos parques e praças e moradores passeando de bicicleta ou a pé. Tanta diferença é resultado de um planejamento feito pela prefeitura.

A ideia é tornar sustentável toda Dunquerque — cidade reconstruída na década de 1950, depois de ter sido ocupada por nazistas entre 1940 e 1945, e que se tornou exemplo típico dos grandes centros urbanos da época, com avenidas largas e tráfego intenso.

Para mudar o cenário, foi criado um plano urbanístico que visa ao crescimento para a periferia. Nesse contexto, nasceu Grand Large. De frente para o mar, estão as casas que se tornaram cartão postal da cidade.

No estilo flamenco, ganharam muitas janelas e chaminé, para garantir maior ventilação natural. Todos os imóveis construídos a partir de 2005 — quando a reconstrução começou —, aliás, têm por característica a eficiência energética e o reduzido consumo de água.

Outro ponto forte: o mix de classes sociais, etárias e tipologias dos imóveis.

 Há de pequenos estúdios para jovens a apartamentos para famílias. Além disso, 40% dos imóveis são destinados à habitação social. Quando estiver concluído, em dez anos, o bairro deverá ter de 800 a mil unidades residenciais. Hoje, são 250.

Segundo alguns moradores, contudo, há problemas relacionados ao trânsito. Apesar de ter sido pensado para privilegiar pedestres e ciclistas, os prédios já construídos têm garagens pequenas para bicicletas e duas vagas de carro por apartamento. Além disso, o plano da prefeitura para tirar o trânsito do Centro de Dunquerque inclui a construção de uma via circular que contornará toda a cidade, passando por Grand Large.

A quantidade de veículos nas ruas, como se vê, é um dos principais desafios das cidades no caminho da sustentabilidade. Semana que vem, veremos como isso pode dificultar a transformação de um bairro bem carioca num modelo sustentável.

http://oglobo.globo.com/imoveis/refazendo-tudo-de-areas-subutilizadas-surgem-bairros-sustentaveis-4821740

04 maio 2012

IBGE pesquisa o tempo de deslocamento dos brasileiros entre a casa e o trabalho

http://g1.globo.com/jornal-nacional/videos/t/serie-sobre-o-censo-2010/v/ibge-pesquisa-o-tempo-de-deslocamento-dos-brasileiros-entre-a-casa-e-o-trabalho/1924884/

'Mamute' e 'Gafanhoto' agilizam obras do Trensurb (RS)

'Mamute' e 'Gafanhoto' agilizam obras do Trensurb (RS)

 
Grandes obras de infraestrutura sempre são um desafio, tanto para quem vai executá-la quanto para a população local. E quanto maior o desafio, maior a necessidade de se ter criatividade. 
 
Foi o que aconteceu com a expansão da Trensurb em Novo Hamburgo (RS). Para evitar transtornos no trânsito do centro da cidade, o consórcio Nova Via, responsável pela obra, projetou duas máquinas para tocar o empreendimento sem que fosse preciso fechar ruas, minimizando problemas no trânsito local.
 
A idéia de criar novas máquinas para a obra surgiu devido às dificuldades previstas pela equipe de engenharia do consórcio, explica Heraldo de Barros Leite, técnico especializado em metodologia e responsável pelo setor de engenharia do empreendimento. “Essa obra tem um elevado de mais de nove quilômetros, como se fosse um viaduto. Poderíamos até tocar a obra sem as máquinas, mas causaria transtornos à cidade, além do custo que seria muito maior”, afirma.
 
As novas máquinas logo foram batizadas pelos operários. Uma delas ganhou o singelo nome de 'mamute' por ter um dispositivo que carrega peças pesadas como se fosse uma grande tromba (foto acima). O mamute tem pneus para se locomover na plataforma, necessita de quatro operários para funcionar e suporta até uma tonelada e meia de peso. Vem sendo usado para colocar as lajes da lateral do trilho do metrô de superfície. O gancho desce do mamute, pega a peça disponível em um caminhão posicionado na via, e eleva a peça para montar a lateral da plataforma. 
 
A outra máquina criada pelo consórcio foi apelidada de 'gafanhoto' por conta dos braços da máquina. Precisa de seis trabalhadores para ser operada e carrega as peças para montagem do trilho, suportando até seis toneladas e meia de peso.
 
Cada máquina custou cerca de R$ 100 mil reais e têm durabilidade de até três meses. Se a obra fosse toca com os equipamentos tradicionais, diz Heraldo Leite, o custo seria praticamente o dobro. "O aluguel de cada máquina é cobrado por hora de uso e, para começar a utilizá-las, é necessário duas horas para configurá-las, ou seja, mais tempo perdido. Já com as nossas máquinas, isso não é necessário”, compara. 
 
A expansão da Linha 1 terá um total de 9,3 quilômetros de linha, de São Leopoldo a Novo Hamburgo - ver aqui. Todo o trecho será estruturado em via elevada e terá cinco novas estações. São elas: Rio dos Sinos (em São Leopoldo),  Santo Afonso, Industrial, Fenac e Novo Hamburgo, no município hamburguense. O projeto está orçado em R$ 929,7 milhões. 
 
Essa obra inclui também projetos sociais, beneficiando a população que morava em áreas de risco ou no trajeto da obra, tendo assim que ser realocada. Foram entregues moradias do programa Minha Casa, Minha Vida e construídas escolas, creches e postos de saúde a mais de 500 famílias. 
 
Confira abaixo entrevista com Humberto Kásper, diretor-presidente da Trensurb, sobre como a obra cumpriu um papel social ao beneficiar famílias que viviam há cerca de 20 anos em ocupações irregulares e precárias
 
 
 

03 maio 2012

Vagões exclusivos para mulheres no metrô do Rio é uma vitória, avalia jornal francês

Em uma semana intensa, marcada pela corrida eleitoral, o jornal de esquerda francês Libération resolveu contar a história de um outro tipo de corrida para seus leitores: a de milhares de brasileiras que enfrentam todos os dias o metrô da "cidade maravilhosa" e podem ser vítimas de abuso sexual. 

Em uma viagem pelo subsolo do Rio de Janeiro, a reportagem mostra a opinião das cariocas sobre o direito a vagões exclusivos ao sexo feminino, ainda pouco comum em outras grandes cidades do mundo.

Nesta segunda-feira, o jornal Libération dedicou duas páginas aos vagões exclusivos para mulheres no metrô carioca, projeto apresentado como uma "vitória". 

A reportagem ganha vida ao escutar as anedotas dessas mulheres, que enfrentam o empurra-empurra diário nos transportes públicos do Rio de Janeiro. Com números interessantes e um estilo descontraído, a jornalista vai além da informação sobre vagões exclusivos e se interessa pelas histórias das passageiras, coletadas em meio ao balanço do trem, para desenhar a atual situação econômica e social da mulher brasileira.

O sistema de vagões exclusivos ao público feminino foi um projeto de lei votado no dia 8 de março de 2006, Dia Internacional das Mulheres. 

O Rio de Janeiro é um dos poucos lugares no mundo a implantar esse projeto, junto com outras cidades japonesas e mexicanas, sem contar países muçulmanos, que também praticam a separação por motivos religiosos. Segundo dados do MetroRio, companhia responsável por operar o metrô carioca, as mulheres são maioria entre os usuários do transporte, com 54% do total.

A repórter começa a viagem às 6h15 da manhã na estação General Osório, quando ela encontra Danielle, uma secretária de 34 anos, que a adverte: "Por enquanto não tem muita gente. 

A separação entre homens e mulheres parece inútil, mas você vai ver que daqui a alguns minutos, quando nos aproximarmos do centro da cidade, o vagão vai lotar imediatamente". 

A jovem também conta ser desagradável estar em um metrô lotado e ter que enfrentar as "mãos bobas" de alguns rapazes. "A gente nunca sabe como reagir. Então, normalmente, a gente se mantém calada e fica com o coração batendo esperando a hora de descer", confessa.

Entre os argumentos de Michelles, Luzias, Nívias e até mesmo de um Fernando, a jornalista mostra as vantagens em ter um vagão especial para o "sexo frágil", mas também traz depoimentos contrários à iniciativa. 

É o caso de Jussara, de 46 anos, que considera a lei uma discriminação contra os homens. "Eu nunca me senti insegura dentro do metrô. Eu fico no canto, me apoio sobre a parede e fica tudo bem. Eu não sei porque as mulheres se beneficiam disso e não os homens. Isso é discriminação e não é digno de nosso país", contesta a auxiliar de enfermagem, que passa cerca de duas horas diárias dentro do metrô.

Enquanto descreve a história de brasileiras que enfrentam rotinas pesadas de trabalho, a reportagem do Libération ainda aborda o número de empregadas domésticas usuárias da linha 2 do metrô carioca, o que sublinha a estrutura social do país. 

E no meio da mulherada, a jornalista encontra um homem que a lança olhares assustados. É um francês que, desavisado, entrou no vagão exclusivo sem perceber a proibição. "É reservado às mulheres? Eu havia reparado que era o único homem. Me perguntei se isso era um sonho ou um pesadelo...", disse o rapaz.

http://www.portugues.rfi.fr/brasil/20120430-vagoes-exclusivos-para-mulheres-no-metro-do-rio-e-uma-vitoria-avalia-jornal-frances 

Terra chega às telas da Linha Amarela do Metrô de SP

O Terra, maior empresa latino-americana de mídia digital, estreia nesta quinta-feira, dia 3, o projeto de mídia digital que levará serviço, informação e entretenimento aos usuários da Linha-4 Amarela do Metrô de São Paulo. 

O Terra venceu a concorrência aberta pela ViaQuatro para a administração da mídia digital em todas as estações e trens da Linha-4 Amarela do metrô da capital paulista. 

Nesta primeira etapa, os conteúdos serão exibidos nos 672 monitores distribuídos em todos os 14 trens da linha. Com textos curtos, muitas imagens e vídeos, o noticiário será dividido em assuntos locais e nacionais, como economia, esportes, previsão do tempo, trânsito, educação, entretenimento, moda e saúde, entre outros. 

Entre os destaques, estão os gols dos principais campeonatos de futebol, informações culturais da cidade e conteúdos colaborativos como o vc repórter. A expectativa é alcançar 750 mil usuários diariamente."Nosso objetivo é oferecer mais um benefício ao usuário. 

A programação dos painéis será diversificada e toda adaptada para atender às necessidades e ao perfil do público que circula pela linha", explica Donato Ponzio, gerente Comercial da ViaQuatro.

 O projeto de mídia e conteúdo proposto reflete o conceito de integração total, inovação e modernidade presente das estações da Linha-4 Amarela. 

Além das tevês dentro dos trens, a partir de agosto de 2012, o conteúdo do Terra acompanhará o usuário durante todo o caminho na estação: desde a entrada, passando pelos corredores e escadas, até nas plataformas e em todos os trens da linha. 

Com isso, serão mais de 900 telas distribuídas nas estações Butantã, Pinheiros, Faria Lima, Paulista, República e Luz. A previsão é que, quando a linha estiver totalmente concluída, com a inauguração das estações Higienópolis, Oscar Freire, Fradique Coutinho, Morumbi e Vila Sônia em 2014, esse número ultrapasse a marca de 1 milhão de passageiros.

Trabalhadores de BH gastam mais de uma hora no percurso para o emprego


Estatística é apresentada pelo IBGE.


Veja o trajeto de pessoas que usam carro, ônibus e metrô:http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2012/05/trabalhadores-de-bh-gastam-mais-de-uma-hora-no-percurso-do-emprego.html


Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010 apontam que cerca de 16% dos trabalhadores de Belo Horizonte gastam mais de uma hora por dia no deslocamento para o emprego. 

Uma reportagem do Bom Dia Minas mostra que a estatística não está diferente em 2012 ao acompanhar o trajeto de três pessoas ao trabalho, sendo uma de carro, uma de ônibus e outra de metrô.

Uma professora que mora no bairro Jaqueline, na Região Norte de Belo Horizonte, trabalha em uma escola no bairro Santo Agostinho, na Região Centro-Sul da capital. Para percorrer 20 km ela gasta cerca de duas horas de carro, enquanto poderia gastar meia hora sem retenção no trânsito.

O problema é enfrentado também na volta para casa de outra pessoa que precisa usar o ônibus do bairro Santo Agostinho ao Nova Pampulha, em Vespasiano, na Grande BH , O primeiro transtorno encontrado é a lotação do meio de transporte. 

Depois de um dia inteiro de trabalho, a auxiliar de serviços gerais precisa ir em pé por falta de assento, por quase uma hora. Ao descer, ainda precisa caminhar por dez minutos para chegar em casa. No total, são mais de duas horas para finalizar o percurso.

O acompanhamento de metrô não foi diferente. Uma analista de recursos humanos sai do bairro Carlos Prates, na Região Noroeste, e segue para Venda Nova. 

Ela também vai em pé, e passa por doze estações até chegar a sua. Com tantas paradas, o trajeto se completa após uma hora.

O governo federal já liberou mais de R$ 2 bilhões para obras do metrô da capital. O início do processo licitatório, para os trabalhos de topografia e sondagem, está previsto para este mês.

Governo federal anuncia plano de melhoria da mobilidade urbana


   
Projeto prevê investimentos de R$ 32 bilhões em 51 municípios de 18 estados em linhas de metrô, VLT e corredores urbanos. Seminário vai discutir soluções para melhorar a gestão e a operação dos sistemas nos centros urbanos e estradas do País

Estimativas do governo federal prevêem que o plano de melhoria da mobilidade urbana das cidades com mais de 700 mil habitantes, anunciado pela Presidenta Dilma Roussef, beneficiará pelo menos 53 milhões de pessoas. Estados e municípios terão prazo de 18 meses para a conclusão dos projetos, a partir da publicação da seleção de propostas no Diário Oficial da União.


A lista de propostas selecionadas inclui a construção de novas linhas de metrô, de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) e de corredores urbanos, financiados pelo PAC 2 Mobilidade Grandes Cidades em 51 municípios de 18 Estados. O governo federal investirá R$ 22 bilhões nos projetos e outros R$ 10 bilhões virão dos governos estaduais e municipais. Esses recursos financiarão mais de 600 quilômetros de faixas exclusivas de ônibus, 380 estações e terminais e 200 quilômetros de linhas de metrô, além da aquisição de mais de mil veículos sobre trilhos.


Todos estes projetos são importantes para melhorar a mobilidade urbana e garantir a infraestrutura necessária para atender os megaeventos programados para acontecer no Brasil nos próximos anos, entre os quais a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Além de vencer o problema do atraso na execução dos projetos, com mais respeito aos cronogramas, tais projetos precisam incorporar novas tecnologias de gestão e operação dos sistemas, de forma que possam funcionar integrados, permitindo e incentivando a substituição do transporte individual pelo coletivo, ganhando assim mais agilidade e mobilidade.


“Tecnologia, Mobilidade e Sustentabilidade” serão o foco do  3º Seminário Sistemas Inteligentes de Transportes, que acontecerá nos dias 25 e 26 de junho de 2012, no Centro Empresarial Rio. O evento é promovido pela Planeja & Informa Comunicação e Marketing, em parceria com a COPPE/UFRJ e a UERJ, e tem por objetivo debater novos meios de se pensar a mobilidade urbana, unindo recursos de informação e comunicação  telemática e ferramentas de gerenciamento  dos transportes, através dos chamados Sistemas Inteligentes de Transportes”.


A utilização eficiente dessas tecnologias tem gerado resultados satisfatórios em várias partes do mundo, promovendo a redução de congestionamentos e dos tempos de viagem, melhoria na qualidade do ar pela redução da emissão de poluentes, possibilidade da indicação de rotas alternativas, o aprimoramento dos níveis de serviço e aumentado a produtividade, a confiabilidade e a segurança dos sistemas de transporte.


Para se inscrever no III Seminário Sistemas Inteligentes de Transportes, basta solicitar o formulário de inscrição pelo e-mail inscricao@planeja
brasil.com.br ou ligar para o Atendimento ao Participante nos telefones (21) 2262-9401/ 2244-6211

Fotógrafo transforma trens em movimento em feixes de luz


 
O fotógrafo americano Aaron Durand transforma trens em movimento em "feixes de luz" em suas imagens. Quando começou a fotografar, o principal tema de seu trabalho era a arte urbana.

"O grafite (como tema) torna usar uma câmera relativamente fácil, porque as paredes não se movem. Então, você pode ter calma para fazer as imagens", disse Durand à BBC Brasil.

"Muitos dos lugares onde há grafite ficam perto de trilhos de trem, para que os passageiros vejam a arte. Assim que fiquei satisfeito com meu trabalho como fotógrafo de grafite, apontei a câmera para o outro lado e comecei a fotografar os trens que estavam passando."

Durand conta que as imagens são sempre feitas à noite, de preferência logo após o pôr do sol, e como o trabalho ainda é um hobby, a maioria das fotos foi feita perto de San Francisco, na Califórnia, onde ele vive.

O efeito de luz é conseguido usando velocidade baixa no obturador. "Cada imagem captura a passagem de um trem. E, em cada caso, isso leva algo entre 30 e 90 segundos. Isso não conta o tempo de chegar lá, preparar tudo, descobrir que trem vai passar e em que direção. Essas coisas levam tempo, mas quase sempre tiramos as fotos depois do trabalho, por diversão."

Fotografar perto de trilhos de trem pode ser perigoso, por isso Durand diz que sempre faz o trabalho acompanhado. "Segurança em primeiro lugar, sempre."

Colisão de trens deixa mais de 30 feridos em Portugal

Dois trens de passageiros colidiram nesta quarta-feira na linha de Cascais, região metropolitana de Lisboa, informou o site de notícias "Portugal Digital".

Segundo informações preliminares, a colisão ocorreu na estação ferroviária de Caxias, por volta das 14h (hora local), quando um trem bateu em outro que estava parado.

Ao menos 33 passageiros sofreram ferimentos leves.

O acidente foi confirmado pela CP, empresa pública de transportes ferroviários portuguesa, que prometeu investigar as causas.

A colisão não causou vítimas graves porque o trem que estava em movimento trafegava em baixa velocidade no momento do acidente.

Trens colidem e ferem 33 passageiros na região metropolitana de Lisboa
Trens colidem e ferem 33 passageiros na região metropolitana de Lisboa 

29 abril 2012

21% das pessoas trocariam sexo por Internet


Pesquisa tenta descobrir de quais aspectos do cotidiano as pessoas abririam mão para continuarem conectadas
 
Americanos deixariam de fazer sexo em troca de Internet / Celal Teber/Sxc.hu

 Americanos deixariam de fazer sexo em troca de Internet

Uma pesquisa curiosa feita pelo Boston Consulting Group e divulgada no site MSBNC tentou descobrir de quais hábitos as pessoas abririam mão em troca de acesso à internet.

O resultado nos Estados Unidos foi surpreendente: 21% dos americanos parariam de fazer sexo para continuar conectado. A pesquisa também abordou outros hábitos, como alimentos e bebidas, e comprovou a importância que a internet no cotidiano.

Confira mais dados da pesquisa:

- 84% dos americanos entrevistadas deixariam de usar o GPS.

- 83% não comeriam mais fast food.

- 77% abririam mão do chocolate.

- 73% abandonariam o happy hour.

- 43% parariam de se exercitar.

- 10% deixariam de usar carro.

- e, o mais incrível: 7% das pessoas parariam de tomar banho.

No entanto, não são apenas os americanos que abririam mão da higiene para ter acesso à internet. A pesquisa revelou que 17% dos britânicos consultados, também parariam de tomar banho.

E você, trocaria a Internet por quais hábitos?



28 abril 2012

Divulgadas cidades que receberão obras do PAC Mobilidade Urbana

 Portaria publicada no DOU desta quarta-feira inclui 22 municípios.

Beneficiados terão 18 meses para apresentar projetos ao governo federal.
O Ministério da Cidades divulgou nesta quarta-feira (25) o resultado da seleção de propostas a serem apoiadas com recursos do PAC Mobilidade Grandes Cidades. Ao todo, a portaria publicada no Diário Oficial da União desta quarta inclui 22 municípios.
A presidente Dilma Rousseff anunciou na terça-feira (24) um investimento total de R$ 32 bilhões para 51 municípios de 18 estados incluídos no programa.
De acordo com a portaria, os beneficiados terão prazo de até 18 meses para a entrega dos projetos finalizados. Se não atenderem ao prazo, serão excluídos do programa.
Segundo o documento, os municípios integrantes do grupo 1 são: Salvador, Fortaleza, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Curitiba, Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo.
No grupo 2 estão Manaus, Goiânia, São Luis, Belém, Campinas (SP) e Guarulhos (SP).
No grupo 3 estão Maceió, Campo Grande, João Pessoa, Teresina, Nova Iguaçu, Natal e São Bernardo do Campo (SP).
Com o programa, informou na terça o Ministério das Cidades, o governo federal pretende investir R$ 22 bilhões para a construção de linhas de metrô, Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) e corredores de ônibus em cidades com mais de 700 mil habitantes.
Somada a contrapartida dos estados, o montante total chegará a R$ 32 bilhões, segundo o ministério. Os municípios contemplados terão, a partir da data da publicação no "Diário Oficial da União". Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Fortaleza, Recife e Rio de Janeiro já tiveram investimentos nessa área anunciados anteriormente.

União abre cofre para o monotrilho

Governo federal anunciou ontem R$ 1,676 bilhão para as obras de ligação da região com o Metrô na Grande SP

A esperada ligação do ABC com o Metrô, por meio de monotrilho passando por Santo André, São Bernardo e São Caetano – na Grande São Paulo, recebeu nessa terça-feira sinal verde do governo federal em forma de repasses e financiamentos de R$ 1,676 bilhão.

O anúncio foi feito pela presidente Dilma Rousseff durante divulgação dos projetos contemplados pelo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) Mobilidade Grandes Cidades.

O monotrilho (sistema elevado de trens) da Linha 18-Bronze terá 20 quilômetros, 18 pontos de parada, quatro terminais de integração e ligará o Tamanduateí ao bairro dos Alvarenga. O projeto está orçado em R$ 4,073 bilhões. Os outros R$ 2,397 bilhões virão de contrapartidas do governo do Estado.

A expectativa é de que a linha comece a ser construída em 2013. A primeira fase, até o paço de São Bernardo, terá 14 quilômetros, 12 estações e deverá entrar em operação em 2015.

Os seis quilômetros e as seis estações restantes, ligando o centro ao Alvarenga, deverão sair do papel no ano seguinte. São esperados 400 mil passageiros por dia.

A linha está atualmente em fase de elaboração de projeto, em licitação que foi aberta em fevereiro. As propostas deverão ser apresentadas em junho.

O sistema, ensaiado desde 2009, será construído por meio de PPP (Parceria Público Privada).

BH: bilhões não garantem metrô antes da Copa

União só oficializou ontem a liberação de recursos para expansão da linha 1 e criação das linhas 2 e 3

Após uma série de adiamentos, o Ministério das Cidades oficializou ontem a liberação da verba para a expansão do metrô de Belo Horizonte e obras de infraestrutura viária na região metropolitana. As obras devem terminar só após a Copa do Mundo de 2014. 

A capital está na lista dos municípios contemplados pelo chamado “PAC da Mobilidade”. A cidade receberá quase R$ 2 bilhões em repasses diretos e financiamentos da União para a expansão e ampliação da rede ferroviária e a construção de terminais de ônibus – o mesmo montante que já havia sido anunciado no ano passado pela presidente Dilma Rousseff em visita à capital. Outros R$ 1,1 bilhão serão aplicados pelos governos estadual, municipal e pela iniciativa privada.

Com as intervenções, a capacidade do metrô passará dos atuais 200 mil passageiros/dia para 980 mil usuários/dia. Além da expansão do sistema sobre trilhos, R$ 128 milhões serão aplicados na criação de um corredor de ônibus no Complexo da Lagoinha. Também foram anunciados R$ 135 milhões para a construção de terminais metropolitanos de integração de transporte em sete cidades da Grande BH.

Em Brasília, o governador de Minas, Antonio Anastasia, determinou a criação de comissões que ficarão responsáveis por analisar o edital de licitação das obras.

Em março, o governo estadual publicou os avisos de licitação para a contratação de serviços de topografia referentes à expansão do metrô. 

http://www.band.com.br/noticias/cidades/noticia/?id=100000499668

PAC Mobilidade investirá R$ 3,39 bi no trânsito de Fortaleza

 Anunciados ontem pela presidente Dilma, os recursos deverão viabilizar a linha Leste do Metrô da Capital e a segunda edição do Transfor

O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Mobilidade Urbana deverá investir m total de R$ 3,390 bilhões em Fortaleza. O anúncio foi feito ontem, pela presidente Dilma Rousseff.

Os recursos fazem parte de um montante de R$ 32 bilhões para 51 grandes cidades brasileiras, acima de 700 mil habitantes, em 18 estados. Estima-se que esses centros urbanos concentrem quase 40% da população nacional.

O dinheiro para a Capital do Ceará bancará a Linha Leste do Metrô de Fortaleza (Metrofor) e o Programa de Mobilidade Urbana de Fortaleza (Transfor II). De acordo com o Governo Federal, os R$ 3,390 bilhões para os dois projetos serão assim divididos:

A União deverá entrar com um total de R$ 1,1 bilhão, com recursos diretos do Orçamento Geral; outro 1,2 bilhão sairá da Caixa Econômica Federal (CEF), via financiamento.

As contrapartidas, tanto do Governo do Estado - responsável pelo Metrofor - quanto da Prefeitura de Fortaleza, totalizarão os demais R$ 1,090 bilhão. O dinheiro sairá dos tesouros e de Parcerias Públicos-Privadas (PPPs).

O Metrô está orçado, no total, em R$ 3,033 bilhões. Já para o Transfor II estão previstos R$ 369 milhões, entre recursos da União (100), Caixa (200) e dinheiro próprio (69).

Sustentabilidade
“O Brasil tem que investir em metrô. Antes, as cidades não tinha condições de fazer isso porque era muito caro. Hoje, os governadores têm enorme dificuldade para construir metrôs com a cidade funcionando. É um duplo desafio”, disse a presidente Dilma. “Além disso, temos que olhar pelo lado sustentável, garantir menos tempo de vida a ser perdido pelas pessoas em um transporte de menor custo e de melhor adequação ao meio ambiente”.

Ao apresentar o que chamou de “matemática humana do projeto”, o ministro das Cidades, Agnaldo Ribeiro, reiterou que os canteiros de obras ligados a essa vertente do PAC vão gerar milhares de empregos. “Mas, além do novo traçado urbano, vamos deixar um legado muito importante se considerarmos que hoje os brasileiros ficam quatro horas por dia no trajeto casa-trabalho”.

Em todo o Brasil, o Governo Federal prevê a construção de mais de 600 km de corredores exclusivos para ônibus, pelo menos 380 estações e terminais para esse tipo de transporte, além de 200 km de linhas de metrô e da aquisição de mais de 1.000 veículos sobre trilhos.

Após a publicação da seleção de propostas dos projetos no Diário Oficial da União (DOU), os estados e municípios terão até 18 meses para entregar os projetos. (com agência de notícias)

E agora

ENTENDA A NOTÍCIA

Feito o anúncio dos recursos, Governo do Estado e Prefeitura de Fortaleza devem agilizar os projetos. A experiência mostra que a lentidão é a marca dessas grandes obras. Por muitos fatores. Entre eles, os próprios recursos financeiros. Anunciados, mas, lentamente, liberados.

Números

1,1 bi
É o total que sairá, diretamente, do Orçamento Geral da União, para os dois projetos de mobilidade urbana na Capital do Estado

1,2 bi
É o montante que Governo do Estado e Prefeitura de Fortaleza poderão contrair, em empréstimos, junto à Caixa Econômica Federal

http://www.opovo.com.br/app/opovo/brasil/2012/04/25/noticiasjornalbrasil,2827216/pac-mobilidade-investira-r-3-39-bi-no-transito-de-fortaleza.shtml

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