10 julho 2011

Aditivo do Metrô sai e evita novo atraso à obra

Após vários meses de negociações, o Metrofor conseguiu solucionar o questionamento com os organismos de controle
O Governo do Estado e a Companhia Cearense de Transportes Metropolitanos (Metrofor) passaram em parte por uma prova decisiva para entregar comercialmente a linha sul do metrô de Fortaleza antes de 2013. No dia 27 de junho último, o Metrofor conseguiu autorização para assinar junto ao consórcio Queiroz Galvão/Camargo Corrêa o 15º aditivo do contrato da obra que inclui serviços de caráter qualitativo e faz replanilhamento de recursos para a fase final da obra. No entanto, de acordo com Rômulo Fortes, em entrevista exclusiva ao Diário do Nordeste online, uma nova licitação de equipamentos relacionados à comunicação, sinalização e outros serviços que não puderam ser contemplados no novo documento será realizada, o que não impedirá que o trem seja inaugurado comercialmente, mas sem a capacidade máxima.

"O metrô funciona e opera sem esses equipamentos. Mesmo sem essa sinalização, conseguiremos ter segurança com o licenciamento do rádio. À medida que os itens forem sendo instalados a gente aumenta o headway (intervalo entre trens). Com o aditivo, conseguiremos entregar a obra civil no fim deste ano, com a possibilidade de testes com pessoas, e o início da operação comercial no segundo semestre de 2012. Em 2013, serão apenas os ajustes finais", explica.

Sem paralisação
Caso o aditivo contratual tivesse sido finalmente aprovado pelos organismos de controle, Controladoria Geral da União (CGU) e Tribunal de Contas da União (TCU), uma outra licitação de grande porte teria de ser realizada, o que faria com que a obra fosse paralisada ainda no mês de junho último, quando terminaria o contrato com a empresa responsável.

Além disso, um longo tempo para a formulação de um edital, a realização do certame e os possíveis questionamentos futuros das empresas concorrentes poderiam atrasar por tempo indeterminado as obras da Linha Sul."O aditivo foi importantíssimo pois dará cabo do contrato de 98 e definitivamente tem uma solução para uma nova licitação. Este aditivo é último. Não terá motivo para ter outro", comemora Fortes.

Entrave burocrático
De acordo com presidente do Metrofor, a assinatura do aditivo praticamente resolve o enorme entrave burocrático causado pelas antigas paralisações e os mais de 12 anos de obras.

"Seria mais um longo atraso de pelo menos uns 4 a 5 anos se não saísse o aditivo. Foi um trabalho longo, pois foi feita uma auditoria. A CGU analisou as várias alternativas para conclusão da obra. A saída tradicional seria um contrato normal, ou seja, uma nova licitação, mas optamos pelo trabalho complicado de replanilhar cada item na base da transparência", diz.

Itens aceitos
Foi aceito pelo CGU no replanilhamento ocorrido no 15º aditivo do Metrofor o escopo relacionado à energia (subestações retificadoras, auxiliares, montagem e fornecimento) e rede aérea e todo tipo de material e serviços que não tiveram alteração tecnológica. "Com isso eu consigo colocar o trem em funcionamento no trecho inteiro", explica o presidente.

SERVIÇOS TAMBÉM

Licitação exigida para equipamentos
Direção do Metrofor prepara-se agora para realizar a nova licitação para equipamentos e serviços no 2º semestre

Equipamentos e serviços que não foram autorizados pelos mecanismos de controle para constarem no 15º aditivo contratual devem ser licitados novamente.

O trâmite complicado deve ocorrer durante todo o segundo semestre. De acordo com Rômulo Fortes, os itens a serem licitados são equipamentos para a montagem do Centro e Controle Operacional (CCO), equipamentos e montagem de sinalização de via, equipamentos e montagem de telecomunicação, equipamento e montagem de ventilação no túnel e equipamentos e montagem de equipamento de oficina.

"Nós já estamos trabalhando neste edital. No segundo semestre desse ano deve correr toda a licitação. Esperamos que no início do ano que vem já seja dada a ordem de serviço e em cerca de 7 a 8 meses o serviço tenha sido concluído", explica.

Linha Sul
O Metrofor deve custar aos cofres públicos, do início ao fim da obra, um montante de cerca de R$ 1.7 bilhão, dos quais foram gastos mais de R$ 1 bi, restando para ser aplicado nessa fase final da obra R$ 650 milhões.

A Linha Sul do metrô vai ligar o município de Pacatuba ao Centro de Fortaleza.

Terá 24 km de extensão em via dupla, sendo 18 km de superfície, 3,8 km subterrâneo e 2,2 km em elevado e terá 20 estações de passageiros. O Governo do Estado conseguiu a inclusão de mais duas estações no cronograma de obras: Juscelino Kubitschek (antiga Montese) e Padre Cícero.

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1007926

Veja outros acidentes com trens e veículos no País

http://noticias.terra.com.br/brasil/fotos/0,,OI157255-EI306,00-Veja+outros+acidentes+com+trens+e+veiculos+no+Pais.html

Turista conectado quer hotel com web e celular vira item indispensável

Internet se transforma em necessidade básica de hotéis; em meio a turistas tão conectados, os hotéis brasileiros começam a se adequar a essa nova realidade

Viajar de férias e se desconectar dos problemas é uma realidade do passado. Hoje, o celular se tornou um item tão básico em uma mala de viagem quanto a escova de dente. Além de acessar redes sociais e o e-mail, o celular pode servir como mapa, GSP e guia de viagem, basta estar conectado à internet.

Nos EUA, por exemplo, mais de um terço dos entrevistados em pesquisa da Osterman Research admitem que não conseguem ficar sem checar o e-mail diariamente, mesmo durante as férias.

Em meio a turistas tão conectados, os hotéis brasileiros começaram a se adequar a essa nova realidade. No dia 21 de junho, uma portaria publicada no Diário Oficial da União apontou como exigência para hotéis entre três e cinco estrelas a obrigatoriedade de fornecer acesso à internet no quarto.

“Acredito que a internet hoje é como água quente. Tanto o hóspede corporativo quanto o turista querem ter internet no quarto”, disse Greetje de Haan, gerente do site Booking.com no Brasil. Ela conta que nos últimos anos a demanda por reservas feitas por celular está aumentando. “Temos exemplos de pessoas que chegam pelo Aeroporto Santos Dumont, no Rio, e fazem a reserva do hotel dentro do táxi, pelo smartphone”.

Ter internet no hotel não é mais um diferencial. "Toda hotelaria hoje entende que isso é uma necessidade básica”, explica Enrico Fermi, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis. “A internet no passado era cara, por isso o serviço era cobrado. Hoje, os equipamentos e a instalação estão mais acessíveis. O hotel está deixando de ver isso como um custo”.

No entanto, turistas no mundo todo ainda encontram hotéis que cobram tarifas pelo acesso wi-fi, ou que nem sequer dispõe de internet. Larissa Milesi, de 27 anos, e Otacílio Neto, 35, viajaram para a Europa na Lua de Mel em maio. Com um iPhone em mãos, eles pretendiam acessar a web todos os dias. Porém, encontraram algumas dificuldades.

“Eu sempre usava a internet wi-fi do hotel. Alguns cobravam e eu me recusava a pagar, o que era uma droga”, conta Larissa, que procurava sinal em lugares públicos, como aeroportos e shoppings.

Outra decisão do governo que tenta colocar a internet no Brasil no mesmo patamar dos países desenvolvidos é a implementação de internet sem fio de graça nos principais aeroportos brasileiros. A ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, anunciou que a presidente Dilma Rousseff quer internet gratuita nos aeroportos até o final de julho.

CELULAR MULTIUSO
O pesado guia de viagem foi substituído pelo smartphone, que funciona como GPS, notebook e câmera fotográfica. No caso de Larissa, o iPhone foi útil para “atualizar” os livros. “Muitas vezes, os guias não mostravam os horários certo de funcionamento de alguns locais”.

Como estavam recém-casados, os amigos de Larissa e Otacílio queriam saber as novidades da viagem. “Comecei a levar meu iPhone para tirar fotos e postar no Facebook. Meus amigos conseguiam acompanhar tudo em tempo real”, conta Larissa, que conversava com a família pelo iPhone sem gastar nada, por meio do programa Viber. “Acho que seria impossível ter feito a viagem sem o iPhone”, conclui.

Emilly Villodre, de 25 anos, e Camillo Borges, 28, foram para os Estados Unidos por três semanas em fevereiro deste ano. Como Camillo tinha um iPhone, eles optaram por não levar guias de viagem. “Usávamos a internet para saber como chegar, onde almoçar ou para procurar lugares que tínhamos visto em filmes”, conta Emilly. Para não enfrentar problemas com a falta de wi-fi, eles decidiram comprar um chip pré-pago pela operadora T-Mobile. Por US$ 50, eles tinham ligações e mensagens SMS ilimitados para os Estados Unidos e 100 MB de internet.

Nos planos de viagem de Emilly e Camillo estava alugar um carro para ir a Los Angeles e Las Vegas. Um aplicativo de GPS no iPhone ajudou o casal a se localizar no país estrangeiro. “Meu irmão mora em San Diego, no sul da Califórnia, e nos deu as primeiras coordenadas. Depois, usamos o GPS e as placas para nos guiar”, conta Emilly.

A máquina fotográfica do iPhone é uma das principais vantagens do aparelho em viagens, segundo Leonardo Pereira, de 33 anos. “Sempre levo minha câmera digital, mas ela perdeu espaço”, conta.

Ele ganhou um iPad da mulher no último Natal e, agora, o tablet da Apple se tornou o principal gadget usado nas suas viagens. Leonardo levou o iPad para a Europa – França, Bélgica e Suíça – nas suas férias no início do ano. “Usei nos hotéis que disponibilizavam wi-fi para mandar e-mails e compartilhar fotos”, conta. Ele também verificou passagens de trem na Suíça pelo aplicativo da empresa de transporte local (DB Navigator e SBB Mobile) e, antes de viajar, montou um roteiro pelo iPad. “E, claro, usei para ver a previsão do tempo".

Sobre as diferenças de se usar um tablet ou um smartphone nas viagens, Leonardo acredita que o iPad é mais cômodo. No entanto, o celular tem sua importância. “Se o intuito é usar aplicativos e armazenar fotos, o iPad é melhor. O iPhone tem a vantagem da máquina fotográfica e filmadora, além de cumprir sua função essencial de celular. No fundo, quando levei os dois, eles se complementaram. Bati muitas fotos com o iPhone e descarreguei no iPad”.
 

Colisão com trem deixa 2 feridos


tragédia Fox com placa de Mauá fica totalmente destruído depois de bater num trem da CPTM, ontem, na passagem de nível da Valentina

 . O caso foi registrado no 2o Distrito Policial de Braz Cubas.
Dois homens ficaram gravemente feridos na madrugada de ontem depois que o carro em que estavam, um Fox vermelho com placa de Mauá (DXE 5076), foi atingido por um trem da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) na passagem de nível da Avenida Valentina Melo Freire Borenstein, antiga Rua Caravelas, em Braz Cubas.



Apesar de acionada, a cancela operada pela Prefeitura de Mogi não fechou e o automóvel que vinha na direção de Braz Cubas colidiu com a composição que seguia para a Estação Estudantes. Apenas os ocupantes do veículo – Genário Pereira Pachu, 34 anos, e André Luiz Tavares, 28 anos – sofreram ferimentos e foram socorridos pelo Corpo de Bombeiros ao Hospital Luzia de Pinho Melo.

Segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde, a previsão era de que uma das vítimas fosse liberada ainda na tarde de ontem, enquanto que a outra permaneceria sob cuidados médicos.


O acidente entre o Fox e o trem da CPTM aconteceu 0h20 de ontem. O carro ficou preso sob a composição e só foi removido 30 minutos depois, quando o trem seguiu viagem. Em nota oficial, a estatal estadual esclareceu que "a operação e segurança da passagem em nível é de responsabilidade da Prefeitura de Mogi das Cruzes, conforme convênio vigente"


Sobe para 35 o número de mortos em descarrilamento de trem na Índia

Trinta e cinco pessoas morreram e cerca de 100 ficaram feridos neste domingo no descarrilamento de um trem no norte da Índia.

Segundo a autoridade ferroviária do Estado de Uttar Pradesh, onde ocorreu o acidente, ainda existem muitos passageiros presos nos destroços dos vagões.

"Estávamos sentados quando, de repente, tudo virou", contou um passageiro entrevistado pelo canal CNN-IBN. "Quando o trem parou, quebramos os vidros e pulamos para os trilhos", acrescentou.

O trem viajava de Howrah, perto da cidade oriental de Calcutá, para a capital Nova Délhi. As causas do acidente ainda são desconhecidas.

O primeiro-ministro, Manmohan Singh, expressou seu pesar pelas vítimas e prometeu mobilizar todos os meios disponíveis para as tarefas de resgate.

Na quinta-feira, 38 pessoas morreram quando um trem se chocou com um ônibus lotado, também em Uttar Pradesh. As vítimas eram convidados de uma festa de casamento.

O ônibus foi atingido em uma passagem de nível sem cancela, informaram as TVs, que exibiram imagens do veículo totalmente destruído enquanto os socorristas retiravam os corpos.

http://www.jb.com.br/internacional/noticias/2011/07/10/sobe-para-35-o-numero-de-mortos-em-descarrilamento-de-trem-na-india/

Como comprar em sites americanos que não entregam no Brasil

http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/consumo/noticias/como-comprar-em-sites-americanos-que-nao-entregam-no-brasil

O que um vendedor de imóvel nunca diz ao comprador

http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/o-que-um-vendedor-de-imovel-nunca-diz-ao-comprador

O problema das pessoas que poupam demais

http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/o-problema-das-pessoas-que-poupam-demais

07 julho 2011

Metrô é o transporte mais rápido, seguro e menos poluente do DF

Metrô, biclicleta, ônibus e carro foram comparados por repórter da TV Globo.


Trajeto foi entre estação Concessionárias e Rodoviária do Plano.


A população do Distrito Federal tem sofrido cada vez mais com os problemas do transporte, que ficam mais evidentes nos horários de pico. Faltam ônibus, os trens do metrô estão sempre lotados, ciclistas não são respeitados e os congestionamentos nas vias têm sido inevitáveis.

O repórter da TV Globo, Albert Steinberger, comparou os quatro meios de transporte em relação ao tempo, poluição causada com a emissão de gás carbônico e segurança (veja vídeo).

O ponto de partida foi a estação Concessionárias do metrô, em Águas Claras, que fica a 25 km de distância da Rodoviária do Plano Piloto, local escolhido para terminar a viagem.

Na comparação de tempo gasto no trajeto por cada meio de transporte, o metrô foi o mais rápido (43 minutos), seguido do carro (51 minutos), em terceiro ficou a bicicleta (54 minutos) e, por último, o ônibus (1 hora e 16 minutos).

No quesito emissão de gás carbônico, dos quatro veículos comparados, o mais poluente é o carro. Segundo a Organização Iniciativa Verde, um veículo flex que faça 50 km por dia vai produzir, em 22 dias úteis do mês, quase uma tonelada e de gás carbônico.

Para compensar essa emissão, seria necessário plantar seis árvores. Nesse mesmo intervalo de tempo e com a mesma quilometragem, um ônibus vai emitir 260 quilos de CO2, e precisaria de duas árvores para compensar.

O metrô e a bicicleta são os transportes mais ecológicos e a emissão de CO2 é quase nula.

Com relação a segurança, de acordo com o especialista em trânsito da Universidade de Brasília (UnB) Davi Duarte, o meio de transporte mais seguro é o metrô, seguido do carro, depois dos ônibus e, por último, a bicicleta.

http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2011/07/metro-e-o-transporte-mais-rapido-seguro-e-menos-poluente-do-df.html

Escadas rolantes matam rapaz de 13 anos

China: mais de 20 pessoas subiam nos degraus eléctricos quando estes começaram de repente a descer



Um rapaz de 13 anos morreu e 28 pessoas ficaram feridas numa estação de metro de Pequim, China, quando uma das escadas rolantes mudou subitamente a direcção que percorria, causando o caos entre quem se encontrava naquele lanço.

Segundo a «Sky News», as escadas rolantes da estação de metro do Jardim Zoológico estavam a subir quando, de repente, começaram a descer.

O incidente fez com que as mais de 20 pessoas que estavam no momento a ser transportadas para cima começassem a atropelar-se e a cair, matando assim o jovem de 13 anos que ia passear com o pai e a irmã ao zoológico.

A empresa responsável por aquela linha de metro já veio lamentar o sucedido, atribuindo o incidente a uma «avaria das escadas rolantes», e garantiu tratamento médico a todos os feridos envolvidos no acidente.

Entretanto, o governo local pôs em marcha uma investigação sobre o caso e alertou para a importância de se proceder a um controle frequente da segurança das instalações abertas ao público.

http://www.tvi24.iol.pt/internacional/china-escadas-rolantes-morte-rapaz-acidente-tvi24/1264701-4073.html

Cachorro invade linha do metrô na estação da Pavuna

Rio - Um cachorro invadiu a via da linha 2 do metrô, na estação da Pavuna, na manhã desta quarta-feira. O maquinista que operava uma composição sentido Zona Sul teve que pedir que a energia fosse cortada para evitar que o animal fosse ferido.

Os trens do metrô ficaram parados por cinco minutos, mas já voltaram a operar.

Os intervalos estarão irregulares, mas a concessionária informou que logo estarão normalizados, já que a interrupção foi pequena.

http://odia.terra.com.br/portal/o_dia_24_horas/html/2011/7/cachorro_invade_linha_do_metro_na_estacao_da_pavuna_175865.html

Mercado de publicidade eletrônica exterior cresce de forma estável

A Analysys International, empresa chinesa de consultoria em tecnologia da informação, prevê que o mercado de publicidade eletrônica exterior continuará a crescer este ano apesar da queda trimestral.
 
O mercado nacional de publicidade eletrônica exterior cresceu 19,1% anualmente no primeiro trimestre de 2011, chegando a 1,57 bilhão de yuans (US$ 237,9 milhões).
 
No entanto, houve uma queda de 10,5% em comparação com o quarto trimestre do ano passado.
 
A Analysys International atribuiu a baixa trimestral a fatores sazonais, indicando que os orçamentos para publicidade aumentarão gradualmente depois da primavera.
 
A publicidade exterior em edifícios comerciais detém a maior fatia do mercado, ou 38,6%, os anúncios em metrô e ônibus, 25,2%.

Os demais 36,2% são anúncios em estações ferroviárias, aeroportos, pontos de venda e universidades.

http://portuguese.cri.cn/561/2011/07/06/1s137488.htm

Faça compras no supermercado direto do metrô

Conheça o novo modo dos sul-coreanos de fazer compras usando a câmera do celular

Editora Globo
Pessoas compram produtos em prateleiras desenhadas usando realidade aumentada na Coréia do Sul//
 
Supermercados podem ser um dos piores lugares para se estar. Muito barulho, muita gente, muita fila. Já existem opções de fazer compras pelo telefone ou pela internet, mas que ainda não vingaram. Na Coréia do Sul, isso já esta mudando.
 
A rede de supermercados Tesco, que por lá se chama Home Plus, adotou uma estratégia de vendas bem peculiar.
Espalhou diversos outdoors com fotos que exibem em tamanho real as prateleiras do supermercado. Cada produto exibido tem um código QR, de realidade aumentada.
 
A pessoa pega seu celular, mira a câmera no código. Seu aparelho lê esse código e pronto, o produto vai para seu carrinho de compras virtual.
 
Essas prateleiras de realidade aumentada estão principalmente no metrô e enquanto as pessoas viajam nos trens, os produtos viajam para sua casa.
 
Eles chegam no mesmo dia. É realmente impressionante, vale ver o vídeo abaixo (em inglês) e entender exatamente como funciona.


 

Exército adia mais uma vez entrega do orçamento do metrô

Segundo o secretário municipal da Infraestrutura, José Mattos, o órgão tem dificuldades para saber preços de produtos importados.


A apresentação do orçamento para a conclusão das obras do metrô, que deveria ocorrer ontem, foi novamente adiada pelo Exército.

Segundo o secretário municipal da Infraestrutura, José Mattos, o órgão tem dificuldades para saber preços de produtos importados.

O novo prazo vai de  10 a 15 dias.

Entenda
O prefeito João Henrique e o secretário municipal da Casa Civil, João Leão, viajaram na noite desta terça-feira (5), para Brasília, onde receberiam o orçamento feito por engenheiros do Exército para a conclusão da primeira linha do metrô, da Lapa até Pirajá.


O relatório foi uma exigência do Tribunal de Contas da União (TCU), depois das suspeitas de superfaturamento nas obras.

Ele deveria ter ficado pronto na sexta-feira passada, mas, segundo Leão, ainda faltavam ajustes. Se aceitar o valor estabelecido pelo Exército, o consórcio Metrossal terminará a obra iniciada há 11 anos.

Novo Google Maps para Android te ajuda a andar de ônibus

Quem já usou transporte público de uma cidade grande sabe muito bem que é bem fácil se perder. Pegar um ônibus, trem ou metrô errado pode ter consequências desastrosas.

Com os smartphones ficou mais fácil manter o caminho certo, checando o sinal de GPS a cada instante. Mas quem tem um Android e usa o Google Maps passou a ter uma vantagem maior.



O aplicativo do Google Maps para Android recebeu ontem uma atualização com diversas melhorias. Dentre elas estão a navegação em transporte público.

Com ela ativada, o programa não só traça a rota que você deve fazer usando o ônibus, trem ou metrô de uma cidade como também sinaliza com um alerta vibratório quando você deve descer ou transferir para outra linha.

Esse recurso usa as direções dadas pelo sistema disponibilizado pelas próprias cidades, então por enquanto poucas cidades no Brasil têm suporte a isso. São elas: Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.




Outra das novidades é a capacidade que o aplicativo tem de baixar uma porção do mapa para quando você estiver sem conexão com a rede de dados.

Esse recurso já estava disponível antes, mas somente com a atualização se tornou possível escolher qual parte do mapa seria armazenada no celular

Câmera digital com quase 1 bilhão de pixels fará mapa 3D do espaço

102 CCDs serão dedicados exclusivamente para a detecção das estrelas
102 CCDs serão dedicados exclusivamente para a detecção das estrelas

Agência Espacial Europeia cria super câmera para examinar mais de um bilhão de estrelas e montar mapa em 3D na nossa galáxia


A Agência Espacial Europeia (ESA) anunciou nesta quarta-feira (6) a construção da maior câmera digital já criada para uma missão espacial.


Com 938 milhões de pixels de resolução, a “Olho de Gaia”, como foi apelidada, vai examinar mais de um bilhão de estrelas e montar um mapa em 3D na nossa galáxia e das vizinhas.

Para efeito de comparação, o olho humano consegue observar, no máximo, alguns milhares de estrelas da Via Láctea em uma noite clara.

Para montar o mapa tridimensional, a câmera irá rastrear e determinar as posições e movimentos dos astros no espaço durante cinco anos, a começar em 2013, além de identificar seus brilhos e características espectrais.

A tecnologia por trás do mapeamento é resultado da montagem de 106 CCDs (Charge Coupled Devices), sensores de luz, responsáveis pela captação da imagem, que formam um mosaico de 1 x 0,5 metro, em sete colunas.

Dos 106 sensores eletrônicos, apenas quatro vão checar a qualidade da imagem e a estabilidade do ângulo de 106,5º, enquanto todos os 102 restantes serão dedicados exclusivamente para a detecção das estrelas.

Apesar da grandeza dos números da câmera - 1 bilhão de pixels, 1 bilhão de estrelas -, a missão não conseguirá mapear nem uma fração das estrelas da Via Láctea, que abriga mais de 200 bilhões segunda estimativas.

No entanto, o programa de mapeamento também incluirá a captação de outros corpos celestes do Sistema Solas, tais como asteroides e planetas anões além da orbita de Plutão.

Google Maps agora informa rotas de ônibus

O Google liberou uma atualização do aplicativo Google Maps (5.7) para Android, trazendo opções de rotas via transportes públicos como ônibus, metrô e trem.

A novidade está no fato de a rota funcionar em tempo real, oferecendo instruções como as utilizadas em navegações para automóveis, indicando qual transporte utilizar e quais pontos descer.


De acordo com a empresa, o Google Maps Navigation possui mais de 20 bilhões de quilômetros em rotas com GPS e agora terá instruções detalhadas para usuários dos sistemas públicos de transporte com alertas de aviso.

O programa ainda está em fase beta, portanto as rotas podem apresentar algum erro. Além disso, por utilizar o GPS é possível que o aplicativo não funcione corretamente dentro de metrôs.

No Brasil, cidades como São Paulo já contam com rotas para transportes públicos. Segundo o Google, a atualização será estendida gradativamente para todos os mercados que utilizam o Maps. A versão 5.7 já pode ser baixada na Android Market. 


Consórcio tenta desatar nó do transporte

Avaliado pela EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos) como um dos piores do estado, o transporte coletivo da região se assemelha a um novelo emaranhado, sem logística, envolvido por nós difíceis de serem desatados.



Segundo pesquisa recente da estatal responsável pelo gerenciamento do transporte publico, das 39 empresas de ônibus da região metropolitana que foram avaliadas, 18 são do ABC, sendo que oito estão entre as dez piores do Estado de São Paulo.


É diante deste cenário que técnicos do Consórcio Intermunicipal se reúnem hoje com a EMTU para discutir alterações de linhas que são muito longas, com baixo IQT (Índice de Qualidade do Transporte) e que concorrem com as municipais.


O que se busca é a racionalização, integração das redes operacionais e a licitação das linhas intermunicipais. Isto porque, em janeiro passado a licitação para reformular os transportes do lote 5 - que abrange os sete municípios da região - foi esvaziada pela quarta vez, sem proposta dos empresários do setor de transporte.

Todas as outras regiões tiveram editais para novas contratações e o ABC foi o único setor da região metropolitana que ficou sem renovação do contrato.

Algo estranho para uma região com grande demanda por transporte coletivo, interligada à Capital e de grande potencial econômico.


O enfrentamento do problema do transporte coletivo está intimamente ligado à qualidade do trânsito na região. Impossível desafogar nossas ruas e avenidas congestionadas sem contar com um razoável sistema de ônibus, interligado aos trens e ao metrô.

Da mesma forma como é impraticável racionalizar a conexão de linhas municipais com as interurbanas sem implantação do bilhete único metropolitano,

03 julho 2011

Assembleia libera ações de crédito para monotrilho

São Paulo - O governo está liberado para solicitar crédito para a realização de obras de construção e melhoria no setor de transportes sobre trilhos. Com isso, a extensão da Linha 2-Verde do Metrô até o Hospital Cidade Tiradentes, por sistema de monotrilho, e a construção do metrô-leve (Linha 18), que deve ligar a estação Tamanduateí ao bairro de Alvarenga, em São Bernardo do Campo, no ABC, deverão sair do papel. As operações de crédito autorizadas pelos deputados para os dois projetos somam R$ 1,4 bilhão, valor que corresponde a 16% do total dos orçamentos, que é de R$ 8,7 bilhões.



Tudo isso devido ao fato de a Assembleia Legislativa de São Paulo ter aprovado, na última quarta-feira, o Projeto de Lei n.º 624/2011, do Executivo, que autoriza a solicitação de crédito para a expansão do transporte por trens.



Para Adalberto Maluf Filho, pesquisador do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (USP), o sistema de monotrilho ainda não é adequado para o transporte de massa por ser muito caro e ter capacidade limitada. Como alternativa, o pesquisador defende a priorização de investimentos em corredores de ônibus de alta velocidade, ciclovias e passeios para pedestres.

http://www.dci.com.br/Assembleia-libera-acoes-de-credito-para-monotrilho-9-379586.html

Fórum debate crescimento e circulação nas grandes cidades

Evento nacional de gestores do trânsito e do transporte aponta projetos e inovações para cidades do futuro

Qualificar a mobilidade urbana nos municípios e adequar o trânsito frente à grande demanda de veículos que, diariamente, ocupam as ruas de todo o País. Este e outros temas ligados à estrutura viária visando à Copa do Mundo em 2014, estão sendo debatidos na 75ª Reunião do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Públicos de Transporte Urbano e Trânsito.

O evento aborda, entre outros temas, os programas de mobilidade urbana das prefeituras de Porto Alegre e Canoas, a Década para a Segurança no Trânsito, que visa à redução de mortes, as frotas do transporte coletivo para 2014, as alternativas de combustíveis e os informes do grupo de cidades-sede da Copa e o transporte, a mobilidade urbana e a acessibilidade.

Na abertura do encontro, o secretário nacional de Transportes e da Mobilidade Urbana (Semob), do Ministério das Cidades, Luiz Carlos de Lima, destacou o investimento que vem sendo feito desde 2003, na requalificação do trânsito e na mobilidade das cidades do País. "Estamos sempre buscando a qualidade para a mobilidade urbana, que reflita em um melhor nível de vida para as pessoas", disse o secretário. Lima lembrou que as cidades devem ser projetadas não apenas para quem vive nelas, mas para as pessoas que passam um curto espaço de tempo.

"O governo vai realizando paulatinamente melhorias favoráveis para o avanço nas estratégias de acesso e mobilidade urbana", acrescentou Lima.

O prefeito da Capital, José Fortunati, alerta que para as questões do trânsito, normalmente, a população é imediatista. Ele lembrou o espantoso avanço do número de veículos que circulam pelas ruas de Porto Alegre. "Em 1970, não muito tempo atrás, o município tinha registrado 40 mil veículos nas ruas. Até junho deste ano, foram emplacados 706 mil carros e, acrescenta-se a este número, todos os veículos que se deslocam até a Capital mais os moradores da região Metropolitana", argumentou o prefeito. "Ninguém imaginava um crescimento tão rápido, mas esse desenvolvimento impôs um custo alto à mobilidade das cidades", complementou o prefeito.

Para solucionar esse caos vivido nas ruas, Fortunati crê que a solução esteja no investimento no transporte coletivo qualificado. "A preparação das cidades para a Copa de 2014 passa também pelas melhorias na estrutura viária, através da reforma dos corredores de ônibus", explica Fortunati.

A Capital aguarda para o dia 27 de agosto, o anúncio das obras do metro, que podem fazer parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A linha ligará a zona Norte ao Centro de Porto Alegre. As autoridades políticas acenam positivamente para a aprovação do projeto encaminhado ao governo federal, que de alguma forma pode vir a desafogar o trânsito para quem se desloca da Região Metropolitana para a Capital ou vice-versa.

Após a abertura do evento, o prefeito convidou a todos os participantes do fórum para conhecer o novo ônibus que fará parte da frota da Capital, a partir desta sexta-feira. Conhecido como o Ônibus do Futuro (BRT), o veículo possui tecnologia inédita no sistema de circulação e transporte da cidade e oferece diversas vantagens em comparação aos modelos tradicionais. O ônibus é o mesmo que será utilizado quando houver as reformas dos corredores, e as cápsulas contarão com cobradores e os veículos não possuirão mais roletas.

Empresa argentina quer construir VLT

O governo do Estado recebeu ontem a primeira confirmação de uma empresa interessada em parceria para construir Veículos sobre Trilhos
Na próxima semana a empresa argentina Benito Roggio Transporte apresenta ao governo do Estado uma proposta de parceria público-privada para construir o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Cuiabá.

Na tarde de ontem, a diretora de desenvolvimento de novos negócios da empresa, Gabriela Roldam, esteve no Palácio Paiaguás visitando o governador em exercício, Chico Daltro (PP), e confirmou a apresentação da proposta de parceria.

Segundo ela, a Benito Roggio é 100% responsável pelos Veículos sobre Trilhos existentes na Argentina, além de ter construído a linha 4 do metrô de São Paulo. A empresa ganhou recentemente a concorrência para a construção de uma linha no Rio de Janeiro.

“Esta é a primeira empresa privada que se manifesta mostrando interesse em construir e operar o VLT. Vamos receber a proposta oficial e ressaltar que o governador Silval Barbosa já declarou que será levado em consideração o custo final para o usuário a escolha de quem comandará este modelo de transporte”, declarou Daltro.

Na semana passada a Agência Executora das Obras da Copa do Mundo (Agecopa) anunciou a escolha do VLT como modelo de transporte para a disputa do mundial. O custo estimado da obra será de R$ 1,1 bilhão. Inicialmente, o governo do Estado anunciou que arcaria com todo o montante, mas ontem abriu negociação com uma empresa privada.

O projeto inicial da Agecopa, feito há dois anos, previa o BRT, que consiste em corredores exclusivos para ônibus e sairia R$ 600 milhões mais barato que o VLT. O início das discussões sobre a mudança do modelo de transporte iniciou-se na Assembleia Legislativa, em um embate entre Riva e o então diretor-presidente da Agecopa, Yênes Magalhães.

Yênes defendia o modelo BRT, enquanto o parlamentar levantou a bandeira pelo VLT. Riva chegou a acusar o então diretor-presidente de beneficiar lobistas ao defender o BRT.


http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=395252

Rio: concessionárias vão contratar PMs durante as folgas

A expansão do programa estadual de Integração da Segurança (Proeis), pelo qual o policial militar pode aumentar sua renda trabalhando durante a folga, virou a menina dos olhos do comandante da PM, coronel Mário Sérgio Duarte.
 
Já fechado com a Prefeitura do Rio de Janeiro, o projeto também chegará a outros municípios e há estudos para estendê-lo às concessionárias de serviços públicos.
 
Na entrevista a O Dia, o comandante fala ainda que o Bope voltará ao Complexo do Alemão antes que a UPP seja instalada lá e de projetos ousados, como a mudança de batalhões para prédios verticais.
 
Faz análise de momentos difíceis para a corporação e de seus dois anos à frente da tropa, que completará na quinta-feira. "Boa parte do meu tempo é aqui. Esses 'filhos' (PMs) são os que me exigem mais, mas também me dão muitas alegrias".
 
Coronel Mário Sérgio Duarte - A maior novidade é a expansão do Programa Estadual de Integração na Segurança (Proeis), que é um dos grandes avanços nesses dois anos. Fizemos uma adaptação do modelo de São Paulo, onde o policial recebe para trabalhar na folga. Num primeiro momento, a Prefeitura do Rio embarca no projeto. Só lá serão mil homens. Estudamos outras, como a de Queimados, que deve enviar ofício nos próximos dias. Macaé já enviou e há outras que já sinalizaram.
 
O Dia - Mas qual é a maior novidade do projeto?

Coronel Mário Sérgio - Vislumbramos a possibilidade de concessionárias de serviços públicos também receberem o Proeis. Está sendo construído, mas é quase certo que, em breve, tenhamos o Proeis para o Metrô, para a SuperVia, as Barcas e para universidades públicas que têm problemas nos seus campi.

O Dia - O valor do auxílio será o mesmo?
Coronel Mário Sérgio - O mesmo valor de R$ 150 por turno de oito horas, com um limite máximo de R$ 1.500. O policial venderia sua força de trabalho na folga, da forma mais legítima, com equipamentos cedidos pelo Estado, para que ele tenha uma remuneração melhor. Pensamos no homem que vai para o ¿bico¿ como virtuoso, alguém que quer melhorar a sua qualidade de vida, dar o melhor para seus filhos. Essa é uma forma de fazer um trabalho legal e protegido.


O Dia - Existe outra possibilidade de aumentar o salário?


O Dia - O combate à corrupção ainda é o grande desafio?


O Dia - O que a PM tem feito para evitar desvios de conduta?


O Dia - O que passa a ser atribuição da nova Corregedoria?


O Dia - É uma supervisão mais isenta?


O Dia - Isso significa que há erros na supervisão do batalhão?

O Dia - Sacudir para não fazer vista grossa?


O Dia - Há envolvimento de policiais no desaparecimento do menino Juan?
Coronel Mário Sérgio - Desaparecimento é um crime bárbaro. Se por acaso ficar constatada a participação de PMs, além do jugo da lei, nem se cogita outra punição que não seja a expulsão. Estamos com investigação, mas não temos comprovação disso. Também ajudamos na elucidação do sumiço, determinei que não se encerrem até sabermos o que aconteceu.

O Dia - O ataque aos PMs da UPP Coroa é um sinal de que a região ainda não está totalmente pacificada?
Coronel Mário Sérgio - Se você entender que pacificado é o fim do domínio do território e da submissão da população, digo que está. Não houve ataque, a ação foi da polícia, que recebeu denúncia e foi lá atuar. Havia antes uma guerra. Entrávamos na favela, combatíamos, morríamos, matávamos criminosos, inocentes. Um dia esse troço ia acabar. Está acabando. As áreas estão pacificadas, mas não isentas de crime. Isso tem que ficar claro.


O Dia - O senhor disse que pretende retirar os fuzis das favelas ocupadas. Não é necessário primeiro tirar o armamento pesado das mãos dos traficantes?


O Dia - Mas esse episódio mostrou que ainda há armas nas áreas pacificadas. No Complexo do Alemão, por exemplo, será preciso uma nova operação para implantar a UPP?
Coronel Mário Sérgio - A Força de Pacificação do Exército fez um trabalho muito bom. O que não implica que não façamos uma adaptação com o Bope, mais por questões de orientação de tropas. Armas escondidas ninguém pode garantir que não tem. Tiramos muito, mas o Alemão era o grande castelo do narcotráfico no Rio.

O Dia - E como reduzir os crimes em áreas sem UPP, como Zona Oeste e Baixada?
Coronel Mário Sérgio - Temos feito prisões e mudado o patrulhamento. Fizemos descentralização em que tiramos as companhias e colocamos em locais para irradiar o policiamento. Inauguramos no Morro Azul e, nas próximas semanas, no Camarista Méier. Onde há criminalidade, mas não necessita de UPP, colocaremos uma companhia.


O Dia - Era necessária a intervenção da PM no quartel dos bombeiros? Ficou saia justa entre as corporações?


O Dia - E qual o balanço desses dois anos?


 
Não é preciso ter campo de futebol. Podemos compartilhar com prédios privados, desde que seja independente, com cuidado para armamento e estacionamento.
 
O governo cede terreno para empresas, que constroem os prédios e cedem espaço para a PM.
 
Coronel Mário Sérgio - É necessário esclarecer que não foi um pedido do governador. É um protocolo, toda vez que tem massa, usamos o Batalhão de Choque. Era necessário dar segurança ao quartel, trabalhar com precaução. Continuamos vendo os bombeiros como heróis, tanto que meu filho está lá. Quando saí de casa aquele dia, ele me disse: "pai, não esquece que sou bombeiro". Mas o fato está superado e o momento é de conciliação.
 
 
 
 
 
 
Coronel Mário Sérgio - Por mais que aperfeiçoemos o sistema, acho que vamos esbarrar sempre nisso porque é o ser humano. A gente não tem um terreno onde lança sementinha e nascem PMs. Recrutamos homens com experiências pessoais. Muitas vezes, no início, a gente vê más intenções, porque as pessoas trazem personalidades e experiências.
 
 


Coronel Mário Sérgio - Só tenho a agradecer à minha tropa, ao secretário e ao governador. Atribuo o meu trabalho ao de cada um dos meus homens. Temos planos e, enquanto estiver aqui, vou lutar por eles. Os uniformes serão padronizados e na cor azul marinho. Queremos novos quaréis em prédios verticais e modernos.
Coronel Mário Sérgio - Não é o fuzil que reprime, é um conceito errado. No futuro, não vamos precisar do fuzil nem como arma de emprego coletivo. Houve um tempo no Rio em que, numa patrulha de trânsito no Centro, os dois policiais usavam fuzil. Ainda há criminalidade. E vamos ter problemas por muito tempo. Mas a expectativa é que esse tempo diminua e que a gente ainda faça muitas UPPs.
Coronel Mário Sérgio - A palavra não é vista grossa. O trabalho de policial exige que a gente olhe além das nossas deficiências. E, para isso, tem que ter sistemas e é o que estamos criando. A Corregedoria tem um olhar mais atento aos desvios, quando o batalhão tem um olhar mais operacional.
Coronel Mário Sérgio - Há problemas, mas imagina o meu exemplo: fiquei sete anos no 12º BPM (Niterói). Quando era aspirante, meu olhar para o erro era um. Após alguns anos não era mais o mesmo. Mais aguçado para algumas coisas e menos para outras. De vez em quando tem que sacudir mesmo.
Coronel Mário Sérgio - Sim. Teremos grupos de batalhões recebendo a mesma supervisão. Queremos a supervisão feita cada vez mais de dentro do batalhão, já que temos GPS nas viaturas, telas que nos permitem visualizar o homem em campo e dar apoio se necessário. Não precisa alguém do batalhão ir para a rua checar papeleta, isso vai ser feito pela Corregedoria, porque aí ele vai ver outras coisas que o olhar do batalhão não tem.
Coronel Mário Sérgio - Em breve, mudaremos o esquema de supervisão de patrulhamento, que deixa de ser feito pelos batalhões de áreas e passa para a Corregedoria. Vamos selecionar pessoas com o perfil, levar grupo de oficiais para lá para esse serviço. Manteremos o apoio para o policial no acerto, mas o olhar sobre o erro vai ser diferenciado.
Coronel Mário Sérgio - Primeiro, a melhor seleção possível, com boa investigação social do candidato. Vamos ter condições de dizer pelo menos: "tentamos trazer o que há de melhor no mercado de trabalho". Criamos o programa de prevenção ao desvio de conduta, com uma peça que roda o estado. Depois, é vigilância e correição. Por isso, aperfeiçoamos a Corregedoria.
Coronel Mário Sérgio - Algo que foi encomendado pelo Estado há pouco mais de um ano, é a venda de parte das licenças especiais e das férias. Muitos policiais já sinalizaram que gostariam de vender parte das férias. É óbvio que precisa ter um período para descansar. Estamos decidindo, mas é um dinheiro a mais para o policial.

VLT em Mato Grosso pode ser construído por R$ 500 milhões

O Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) que foi o sistema de transporte coletivo escolhido pelo governo do Estado de Mato Grosso para atender dois ramais tronco cortando Cuiabá e Várzea Grande, de olho na Copa do Mundo de 2014 e nas obras de mobilidade urbana, pode ser feito com apenas U$S 500 milhões ou cerca de 25 milhões de dólares por quilômetro.

A Agência Executiva de Obras da Copa do Mundo do Pantanal 2014 (Agecopa) estimou os gastos para a obra executada pelo governo com 23 quilômetros de extensão em R$ 1,1 bilhão, ou seja, R$ 47,8 milhões por quilômetro. Fazendo a conversão para o dólar da última sexta-feira, U$S 1,555, as obras em reais custariam R$ 300 milhões de reais a menos.

As estimativas são do presidente da Portal Solution, Alex Chung, que representa um consórcio de indústrias coreanas que formam o Grupo Dohwa, que segundo ele está interessado e tem know-how de diversas ações que resultaram em projetos ou na instalação de VLTs, monotrilhos, metrôs ou trens em vários países do mundo. "É difícil de se falar em valores sem um projeto pronto e acabado, mas pelas dimensões, quilômetros e exigências de 2 ramais em Cuiabá acredito que U$S 500 milhões ou R$ 780 milhões seriam suficientes para a execução das obras que estão atrasadas", disse Alex Chung.

Para o diretor-presidente da Portal Solutions, empresa que tem entre seus clientes empresas como Samsung, Hyundai, Daelim, Daewoo e a LG, entre outras, os prazos de 24 meses para execução das obras vão exigir três turnos de trabalho para que se atenda ao cronograma de 2014, sem contar as obras complementares que um sistema VLT exige, como elevadores, estações climatizadas, linhas auxiliares e outra infinidade de medidas que já deveriam ter sido tomadas.

"A falta de prazos pode pressionar os valores e aumentar os custos", disse Chung, sinalizando que mesmo as obras se iniciando no ano que vem, as encomendas dos veículos, que são fabricados em outras empresas, já deveriam estar reservadas, pois diante da limitação no número de fornecedores que constroem esses veículos é bem provável que existam atrasos difíceis de compensar mais tarde.

Alex Chung disse que não houve tempo hábil, nem projetos concluídos que permitam ao governo de Mato Grosso escolher o VLT e sinalizou que existe um erro em se definir modais de transportes que não contemplem outros meios. "Pelo pouco de informações que temos e conhecemos de Cuiabá e Várzea Grande, já dá para saber que somente o VLT não é a solução e que as autoridades deveriam pensar em sistemas alimentadores dos ramais do VLT sob pena de se ter um transporte moderno, mas sem passageiros", assegurou o CEO que está entre os mais respeitados do país, preocupado com custos e viabilidade nos custos das passagens que serão colocadas à disposição da sociedade que usa o atual sistema e a que também passará a utilizar o novo sistema.

Ele ponderou ainda que a grande maioria dos projetos de todo o Brasil não saíra do papel, justamente por falta de experiência e de know-how daqueles que estão se colocando à frente das decisões, ponderando que uma obra de VLT, metrô, BRT, monotrilho, deve levar em consideração o crescimento populacional, econômico e a necessidade constante de investimentos para que o sistema se torne independente e possa se custear depois de iniciada a sua operação. "O Grupo Dohwa tem 2 mil engenheiros só para projetos e planejamentos que são essenciais à alma de investimentos como o VLT ou outros sistemas de transporte.

Essa questão tem que ter várias engrenagens que giram para o mesmo lado e ao mesmo tempo, e como estamos vendo tem engrenagem para frente, engrenagem para trás e engrenagem parada. Tudo caminha para o colapso", explicou.

http://www.sonoticias.com.br/noticias/10/130032/vlt-em-mato-grosso-pode-ser-construido-por-r-500-milhoes

Brasil começa a implantar RG com chip

São Paulo - O RG biométrico, com chip, já começa a ser implementado no Brasil em julho.

Neste ano, 2 milhões de brasileiros em Brasília Rio de Janeiro e Salvador serão os primeiros a ter o novo cartão de identidade (denominado RIC), em fase de testes.

A convocação dos selecionados para trocar a antiga cédula de identidade começou em janeiro e a escolha foi aleatória, segundo o Ministério da Justiça. No primeiro semestre, parte dos eleitores brasileiros também já foi cadastrada para permitir uma mudança para o cartão biométrico no título de eleitor.

Nessa primeira fase, todo o custo será bancado pelo governo - o documento biométrico pode custar até R$ 40 e as formas de pagamento ainda não estão definidas (hoje alguns Estados cobram pelo atual RG).

Procurada ontem para comentar o assunto, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que ainda não há uma data certa para o Estado integrar o projeto. Ainda deverá ser lançado um processo licitatório (sem data definida).

A mudança no documento deverá atingir, até 2019, 150 milhões de brasileiros. A tecnologia foi contratada de uma empresa suíça, a Covadis, com sede em Genebra, que também trabalha na instalação em outros países do mundo.

Para seu executivo-chefe, Marcelo Correa, as alterações no sistema de identificação brasileiro “serão um teste importante” para a nova tecnologia. Para ele, a grande vantagem do novo formato é a proteção dos dados dos cidadãos, além da redução do risco de fraudes, com o roubo de documentos.

O cartão promete diminuir a quantidade de cópias de documentos que cada cidadão terá de fazer, cada vez que for obrigado a se apresentar a um serviço público.

Ele trará um chip com dados da pessoa, informações biométricas e sua impressão digital. Para garantir a proteção dos dados, a Casa da Moeda ficará responsável pelo armazenamento das informações contidas em cada um dos cartões.

Nova tomada elétrica brasileira torna-se obrigatória hoje

Desde esta sexta-feira, está proibida a venda de aparelhos sem a nova tomada elétrica brasileira.

O desrespeito à regra pode acarretar multa de até R$ 1,5 milhão

São Paulo — A nova tomada elétrica brasileira, que é incompatível com as que são usadas em outros países e com boa parte dos aparelhos em uso no país, torna-se obrigatória a partir de hoje, 1º de julho. A empresa que for pega vendendo aparelhos elétricos com tomadas diferentes do padrão oficial pode ser multada em até R$ 1,5 milhão.

O novo padrão foi desenvolvido por um grupo coordenado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e integrado por fabricantes de aparelhos elétricos e de plugues e tomadas. Estes últimos são os principais interessados na troca, já que ela deve gerar um grande volume de vendas de adaptadores e de tomadas.
Para o consumidor, a vantagem da nova tomada é que ela reduz as chances de choques elétricos ao conectar um aparelho. A posição rebaixada dos orifícios torna impossível, à pessoa, tocar nos pinos quando eles estiverem energizados. Mas o novo desenho não acaba com o problema de existirem duas tensões residenciais em uso no Brasil – 110 e 220 volts – com o mesmo modelo de tomada.

Na contramão

O novo padrão foi inspirado numa norma da International Electrotechnical Commision (IEC 60906-1), mas não é totalmente compatível com ela. A IEC especifica a tomada com dois ou três pinos redondos e formato sextavado similar ao adotado no Brasil, mas apenas para redes de 220 ou 230 volts. Para 110 ou 120 volts, a indicação da IEC é o uso de pinos chatos, como os empregados nos Estados Unidos e no Japão. Na contramão da norma internacional, a comissão da ABNT adotou desenhos idênticos para as duas tensões.

Assim, continua existindo o risco de alguém queimar um aparelho de 110 volts ao ligá-lo, acidentalmente, a uma tomada de 220 volts. 

Há outros aspectos em que o desenho brasileiro difere do recomendado pela IEC. O padrão internacional indica pinos de 4,5 mm de diâmetro e corrente máxima de 16 amperes. Já o brasileiro especifica dois diâmetros de pinos: 4 mm para aparelhos com corrente de até 10 amperes e 4,8 mm para aqueles que consomem entre 10 e 20 amperes.

Adoção forçada

O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) divulgou, nesta semana, um balanço da implantação do novo desenho, que já vem sendo feita há alguns anos. Segundo o Inmetro, o padrão está consolidado e já quase não se encontram tomadas em outros formatos à venda no país.

O instituto diz que as irregularidades constatadas não passam de 3% dos produtos examinados pelos técnicos.

Além disso, desde 2006, todas as novas construções no Brasil só recebem o “Habite-se” se tiverem tomadas no novo padrão.

De maneira geral, os equipamentos à venda no Brasil já usam a nova tomada. No caso daqueles que possuem três pinos, é necessário usar um adaptador para ligá-los às tomadas existentes na maioria das casas.

O contrário também acontece. Muitos aparelhos anteriores à norma ainda em uso exigem adaptadores para ligação às novas tomadas. Além disso, se alguém viajar para o exterior e trouxer algum gadget na bagagem, também terá de providenciar, é claro, um adaptador.

A situação do consumidor fica mais complicada se ele comprar um aparelho com os pinos de 4,8 milímetros.

As tomadas com esse diâmetro ainda são raras em residências e empresas. E não é fácil encontrar um adaptador para eles. Será preciso substituir a tomada. Resumindo, graças à nova norma, a indústria de adaptadores e tomadas deve ter muitos anos de prosperidade pela frente.

http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/nova-tomada-eletrica-brasileira-torna-se-obrigatoria-hoje

02 julho 2011

Japão inicia racionamento de energia para evitar apagão pós-tsunami

Limitação de uso de energia é em horário comercial

O governo japonês deu início nesta sexta-feira à medida que restringe o consumo de energia elétrica das empresas que a utilizam em larga escala, na tentativa de evitar a escassez de energia no verão e, consequentemente, os apagões.

A limitação é no horário comercial, das 9h às 20h, de segunda a sexta-feira, e vai até meados de setembro.
Quem violar a restrição intencionalmente terá de pagar multas que passam dos R$ 20 mil.

A decisão é consequência dos danos causados às usinas nucleares instaladas na região noroeste do arquipélago pelo terremoto seguido de tsunami no dia 11 de março deste ano.

O duplo desastre afetou seriamente a produção de energia elétrica no país, onde 35 dos 54 reatores nucleares do Japão estão parados desde a tragédia.

Por isto, os grandes consumidores localizados nas áreas servidas pela Tokyo Electric Power Co. (Tepco) e Tohoku Electric Power Co. são obrigados a reduzir o consumo de energia em 15% em relação ao verão do ano passado.

Mas o governo quer que a população em geral e as pequenas empresas também colaborem e economizem energia elétrica.

?Nosso objetivo para os meses entre julho e setembro é reduzir o gasto com energia elétrica em 15% (em relação ao consumo do ano passado) independentemente de saber se o consumidor é um grande usuário, pequeno ou mesmo doméstico?, disse à imprensa japonesa o secretário-chefe do gabinete, Yukio Edano.

Esta é a primeira vez que o governo do Japão impõe restrições ao consumo de energia para as grandes empresas desde a crise do petróleo, em 1974.

Cooperação

Apesar de a medida ter começado hoje, muitas empresas já vinham colaborando na economia de energia.

Nos principais prédios comerciais e de empresas de Tóquio, escadas rolantes, elevadores, letreiros e lâmpadas – em corredores e banheiros, por exemplo – ficam praticamente desligados o dia todo.

Nesta semana, muitas montadoras deram início ao esquema de folgas às quintas e sextas-feiras e trabalho normal aos sábados e domingos.

?Esperamos poder contribuir com a recuperação da economia do Japão ao alcançar o equilíbrio entre economia de energia e produção de carros?, disse à imprensa Toshiyuki Shiga, presidente da Associação Japonesa de Fabricantes de Veículos.

Empresas de autopeças e de componentes eletrônicos também começaram a trocar o turno da tarde pelo trabalho noturno, evitando assim o horário de pico no consumo de energia.

Outras companhias, como a fabricante de eletrônicos Sony, optaram por encurtar o horário de trabalho em uma hora.

Os funcionários da Sony trabalharão até as 17h e, para forçá-los a deixar os escritórios, o ar-condicionado será desligado às 18h.

Já as operadoras das linhas de trem e de metrô na capital anunciaram redução na circulação de comboios durante o dia e aumento da frota nos primeiros horários da manhã, além de diminuir o uso do ar-condicionado nos vagões.

http://correiodobrasil.com.br/japao-inicia-racionamento-de-energia-para-evitar-apagao-pos-tsunami/262419/

Estações do trem e metrô já registraram quase 1.400 furtos neste ano

Registros mostram que ao menos nove usuários tem algum objeto furtado todos os dias

A Polícia Civil registrou somente neste ano ao menos 1.395 furtos nas estações dos trens e metrôs de São Paulo.

O levantamento pode estar abaixo do valor real, já que muitos usuários percebem que algum pertence sumiu quando chega ao destino e não presta queixas.

Os maiores alvos dos furtos são pessoas desatentas, que carregam celulares e carteiras expostos.

Mulheres com bolsas, jovens com mochilas e idosos comprando os bilhetes tão são vítimas frequentes.

Em média, 20 pessoas por mês são presas em flagrante. Apesar do monitoramento policial, nem todos os casos são solucionados.

O usuário do serviço pode ajudar e fazer uma denúncia anônima mandando uma mensagem de texto para o número (11) 7333-2252, informando a descrição do suspeito.

o uma mensagem de texto para o número (11) 7333-2252, informando a descrição do suspeito.

Assista ao vídeo:

http://noticias.r7.com/sao-paulo/noticias/estacoes-do-trem-e-metro-ja-registraramquase-1-400-furtos-neste-ano-20110701.html

Definido VLT

Finalmente, todo processo de discussão sobre o melhor modelo de sistema modal a ser implementado em Cuiabá e Várzea Grande, chega ao fim. Foi colocada uma série de variáveis, entre as quais, duas se sobressaíram: o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) e o Bus Rapid Transit (BRT).

Esta ação permitiu que a Agência Executora dos Projetos da Copa (Agecopa), na figura, do seu presidente Eder Moraes, em consonância com o governador Silval Barbosa, optassem pelo VLT.

Todo processo de mudança, passa necessariamente por pequenas adequações, tanto do ponto de vista de ações, como de comportamento, haja vista que o presidente anterior a Eder Moraes, o senhor Yênes Magalhães, apesar de apresentar uma capacidade cognitiva invejável, infelizmente na questão da mobilidade urbana, vinha patinando, e não estava conseguindo definir, qual modelo melhor se adequaria às condições físicas e econômicas das nossas cidades.

Felizmente foi batido o martelo, o atual presidente Eder Moraes, juntamente com sua equipe técnica, através de estudos e visitações a países europeus, aonde o modelo (VLT) além de ser bastante usado, vem apresentando resultados satisfatórios a seus passageiros; em função disso e de outros motivos, resolveram optar pelo Veiculo Leve sobre Trilhos (VLT).

O valor do empreendimento incluindo desapropriações deverá chegar à casa dos R$ 1,1 bilhão, enquanto a do (BRT) custaria aos cofres públicos R$ 500 milhões, isso sem contar com o processo de desapropriação que acabaria majorando esse valor para cifras alarmantes, sem contar com a questão da poluição ambiental, segundo informações técnicas.

Chamado Light rail ou Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) ou ainda metrô de superfície, é uma espécie de trem ou comboio urbano e suburbano de passageiros, apresentando equipamento de infra-estrutura mais leve que a usada normalmente em sistemas de metrô e ferrovias.

Outro ponto que chama a atenção está condicionado ao fato dos mesmos, normalmente serem alimentados por eletricidade, havendo, no entanto, alguns que se utilizam do diesel (ex. South Jersey Light Rail), em alguns outros casos, são usados um terceiro carril.

A maior preocupação por parte do presidente Eder Moraes, assim como de toda equipe técnica, recaia sobre a questão da desapropriação dos imóveis, que se apresentava, como verdadeiro gargalo, na questão da mobilidade urbana. Segundo o mesmo, a utilização do sistema modal (VLT), reduzirá em pelo menos 90% as áreas a serem desapropriadas.

Concomitantemente ainda atrelado a essa questão, Eder Moraes, assim que assumiu a presidência da referida autarquia, disse por diversas vezes ter como meta prioritária na questão da mobilidade urbana, a busca de maior celeridade, com relação à definição de qual sistema modal seria escolhido.

Pelo menos neste quesito, ele conseguiu de imediato resolver uma questão que parecia crônica, por falta de definição. Esta situação vinha se arrastando há meses a fio, em função disso, acabava gerando na população uma verdadeira apreensão e desconfiança, com relação à implementação e execução da mesma, principalmente, por existir uma variável complexa e de difícil compreensão, a questão das referidas desapropriações dos imóveis.

Metrô Macaé bem mais perto dos trilhos

União libera verba para estruturar o projeto, e prefeitura espera lançar a licitação no início do segundo semestre. Testes devem começar em maio

Macaé - Com fluxo diário de 120 mil passageiros, o transporte público é hoje um dos principais problemas de Macaé. Mas uma das soluções está prestes a sair do papel.

Com a liberação do financiamento de R$ 47,8 milhões do governo federal, o Metrô Macaé vai entrar já neste segundo semestre na fase de licitações para preparar a infraestrutura da linha férrea, que vai unir Lagomar a Imboassica.

O projeto é fruto de dois anos de planejamento e estudos e tem apoio da Agência Nacional de Transportes Terrestres e da Ferrovia Centro-Atlântica.

A previsão é que a primeira composição do Veículo Leve dobre Trilhos chegue à cidade em maio do ano que vem, iniciando os testes.
Na primeira fase, as composições utilizarão cerca de 12 quilômetros da via, do Centro a Imboassica. Em no máximo 90 dias, a prefeitura inicia o processo de licitações de itens como via permanente, estações, sistema de comunicação e controle operacional.

Para a primeira fase, estão previstas sete estações, sendo duas terminais — Central e Imboassica — e cinco intermediárias. A segunda fase inclui as estações do Centro ao Lagomar, e a terceira, de Imboassica até Botafogo.

O prefeito de Macaé, Riverton Mussi, lembrou que o projeto é mais um fruto da união do município com os governos estadual e federal. “Conhecemos o VLT do Cariri, no Ceará, pedimos a parceria técnica do estado, licitamos as composições e semana passada foi publicada a liberação da verba”, comemorou.

Metrô: onze anos, seis quilômetros e dois trens

Metrô vai ter duas composições e tempo de espera será de 12 minutos. Entre um passeio de ‘locotrator’ e outro, trem aguarda na Estação Bonocô



A verba investida aumenta, o tempo passa, a paciência do soteropolitano incha e o número de trens... diminui. Há dois anos e meio, Salvador  recebeu seis trens para usar no metrô, mas agora a prefeitura anunciou que o primeiro trecho vai  operar apenas com duas composições.

A informação é da própria Secretaria de Infraestrutura e Transportes (Setin). O órgão prevê que a viagem de seis quilômetros da Lapa até o Acesso Norte  dure 12 minutos e explica que, com quatro trens, o tempo médio de espera seria de seis minutos. Porém, como só haverá duas composições operando, o tempo médio de espera dobra e passa a ser de 12 minutos.

Entre um passeio de ‘locotrator’ e outro, trem aguarda na Estação BonocôDe acordo com a Setin, esse serviço  serve satisfatoriamente à população baiana. A prefeitura, porém, não informou onde estão os outros trens - três composições chegaram em Salvador em novembro de 2008 e outras três em janeiro de 2009. Em agosto do ano passado, todos foram colocados nos trilhos.

Os vagões permanecem adormecidos sobre os trilhos enferrujados. Em visita às obras na quinta-feira, a equipe do CORREIO registrou uma composição na Estação da Lapa - com a proteção de uma lona e coberta por uma quantidade de poeira suficiente para impedir parcialmente que o interior fosse visto. Dentro, os assentos  continuavam cobertos pelo plástico. Outro trem estava na Estação Bonocô. 

Locotrator

Enquanto a população de Salvador espera sentada - ou engarrafada -, o único meio pra fazer o metrô de Salvador andar é o “locotrator”, um equipamento específico para puxar o veículo sobre trilhos.

Os trens, que estão sob a guarda da Companhia de Transporte de Salvador (CTS), são puxados para frente e para trás constantemente pelo “locotrator”, entre as estações Lapa e Campo da Pólvora - 33 metros abaixo da superfície - para que não permaneçam parados, já que a falta de movimento pode causar uma espécie de “calo”  nas rodas dos vagões - quatro em cada composição, que permitirão transportar 1.200 passageiros por viagem.

Nas estações vazias, uma voz no alto-falante alerta sobre segurançaOs trilhos de todo o percurso estão prontos, mas tomados por ferrugem. Apesar de a Setin insistir em negar que os trilhos estejam enferrujados, o técnico de segurança Everaldo Cardoso, que trabalhava nas obras, minimizou a questão. “Isso não é problema, porque quando o trem começar a andar, ficará limpo”.

futuro A etapa de obras civis já está concluída e as instalações elétricas - que abrangem energização e automação dos serviços - têm conclusão prevista para julho, mas os testes finais só devem acontecer em dezembro.

De acordo com a engenheira Teresa Barreto, uma das responsáveis pelo projeto do transporte, tudo depende da finalização da parte de automação do metrô, ou seja, ligar o sistema de controle eletrônico à estrutura física e fazer os trens rodarem.

Em 2012, o metrô finalmente começa a rodar para a população, com o regime de tarifa assistida, que também fará parte dos testes. Nesse período, os passageiros poderão andar gratuitamente no transporte, para que conheçam e se habituem à cultura do metrô.

O preço da passagem ainda é uma incógnita, mas, para o município, o bilhete deverá ser subsidiado para que esteja ao alcance do bolso da população. “A prefeitura de Salvador, como qualquer outra prefeitura onde exista o sistema metrô, buscará ter a tarifa subsidiada e integrada aos demais modais”, informou a assessoria da Setin.

O Pátio Auxiliar de Manutenção (PAM) está em fase de pré-conclusão. De acordo com a Setin, a obra teve que ser adicionada em função da determinação do governo federal em dividir o metrô em dois trechos de seis quilômetros cada. No começo da semana, o titular da Setin, José Mattos, informou que vai pedir mais R$ 28 milhões ao Ministério das Cidades para conseguir concluir o pátio, que servirá para as manobras das composições.

A prefeitura informou também que já foi feito um levantamento para abertura das vagas dos futuros funcionários do metrô, conforme determinação da Procuradoria Geral do Município. Mattos afirmou que o treinamento de 14 técnico da CTS estavam previstos para o segundo semestre deste ano. “Serão funcionários com experiência, que atuarão como maquinistas e técnicos de manutenção”, disse. Hoje, cerca de 300 operários e técnicos trabalham na finalização das obras.

Só falta andar. Essa é a impressão que se tem ao passear pelos trilhos e estações do interminável metrô de Salvador. No Acesso Norte uma voz feminina ao alto-falante já pede que os passageiros não fumem e mantenham-se atrás da faixa de segurança.

O letreiro eletrônico já informa as horas e avisa como crianças devem ser conduzidas nas escadas rolantes. Todos os pormenores das estações indicam que, aparentemente, a estrutura de suporte já está pronta para funcionar.

O Centro de Controle de Operações (CCO), sistema de observação das quatro estações de metrô já está instalado, assim como todas as câmeras.

Os ATC´s - computadores de bordo do trem, que funcionam como o cérebro do metrô - estão sendo implementados. Eles permitirão a comunicação em tempo real nos vagões e funcionam como o cérebro do sistema de transporte. O ATC informa tudo o que ocorre no trem e é usado também em caráter preventivo.

A subestação do metrô também está pronta e energizada e o Pátio Auxiliar de Manutenção (PAM), pré-concluída. Resta saber quanto falta para andar.

 O Exército tinha prazo até ontem para apresentar um reorçamento das obras de Salvador.

O secretário da Casa Civil da prefeitura, João Leão, foi então a Brasília buscar o documento, mas ontem à noite, ele retornou a Salvador de mãos abanando.

Segundo ele, o trabalho não ficou pronto. “Estão faltando alguns ajustes”, disse Leão, sem explicar os motivos do atraso. 

Segundo o secretário, o novo prazo para a apresentação do relatório é na próxima quarta-feira, quando terá que fazer nova viagem à capital do país.

 O orçamento foi uma exigência do Tribunal de Contas da União (TCU), depois de uma suspeita de superfaturamento nas obras. “Eles não têm compromisso com o cronograma, nem com nada. O TCU fez a determinação, mas quem teve que bancar os R$ 3,5 milhões foi a prefeitura”, reclamou o prefeito João Henrique, na quarta-feira.

Enquanto a construção do primeiro trecho do metrô se arrasta, a primeira audiência pública para tratar do transporte que será usado na Paralela já tem data marcada: dia 19 de julho, às 15h, na Câmara de Vereadores. Na ocasião, o secretário estadual do Planejamento, Zezéu Ribeiro, secretários municipais e a população em geral poderão debater acerca da escolha do modal.

Consórcio liderado pela Alstom assina contrato de mais de €285 milhões


Para construir a primeira hidrelétrica com turbinas bomba de velocidade variável na Índia.

A Alstom, em consórcio com a Hindustan Construction Company (HCC), fechou um contrato no valor de mais de €285 milhões com a Tehri Hydro Development Corporation (THDC) para a instalação de uma usina hidrelétrica com turbinas bomba de velocidade variável de 1.000 MW no rio Bhagirathi, no estado de Uttarakhand, Índia. Será a primeira usina com turbinas bomba da Índia a usar a tecnologia de velocidade variável. A participação da Alstom no contrato é de cerca de €180 milhões.

A Alstom fornecerá quatro unidades de turbina-gerador de velocidade variável de 250 MW e outros equipamentos, incluindo válvulas de entrada principais e sistemas de controle e proteção.

Após a conclusão, a produção da usina fornecerá a energia necessária para a rede norte do país.

A estação de bombeamento é a forma mais eficiente e flexível de armazenar eletricidade em grande escala, permitindo que as concessionárias respondam rapidamente à demanda e substituindo os combustíveis fósseis tradicionalmente usados nos períodos de pico de demanda por uma energia renovável, livre de CO2.

Turbinas bomba de velocidade variável, que oferecem uma eficiência ainda maior, representam a mais recente inovação na tecnologia de estação de bombeamento.

“O projeto da usina Tehri com turbinas bomba de velocidade variável é o primeiro contrato da Alstom com a THDC e mostra sua confiança na tecnologia e na experiência de projetos da Alstom. Com esse projeto, a empresa tem o orgulho de apoiar a iniciativa ‘Energia para Todos’ do governo e reforçar a segurança energética da nação,” afirma Francois Carpentier, diretor executivo e vice-Ccairman da Alstom Projects India Ltd.

Perfil-A Alstom é líder global em infraestrutura ferroviária e geração e transmissão de energia, e está na vanguarda de tecnologias inovadoras e amigáveis ao meio ambiente.

A Alstom constrói os trens mais rápidos e o metrô automatizado de maior capacidade do mundo.

Fornece soluções de usinas integradas turnkey e serviços associados para uma ampla gama de fontes de energia, incluindo hidrelétrica, nuclear, a gás, carvão e eólica, e oferece várias soluções para transmissão de energia, com foco em redes inteligentes.

O Grupo emprega 93.500 pessoas em mais de 100 países, e registrou faturamento de € 20,9 bilhões em 2010/11.
 

5 lições de gestão do melhor time de futebol do mundo

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8 conselhos de mafiosos para gerir o seu negócio (dentro da lei)

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