16 novembro 2012

Vídeo hilário mostra empresário "bêbado" tentando descer escada rolante que sobe

Determinação nos negócios, determinação na vida. 

Um vídeo no mínimo curioso está se tornando viral nas redes e já virou notícia nos tabloides britânicos. 

Nas imagens, um homem de negócios, vestindo terno e carregando uma pasta, tenta insistentemente descer uma escada rolante que sobe, no metrô de Londres.

Apesar de não sair do lugar, o homem não identificado continua a tentar descer na escada rolante, com obstinação. 

Mesmo a interferência de vários outros passageiros, que param e apontam que ele está caminhando na direção errada, não é suficiente para impedi-lo.

Uma moça faz várias tentativas para levá-lo para fora da escada rolante, mas o empresário continua em sua jornada infrutífera. 

Depois de lutar por mais de dois minutos, com os degraus da escada e as pessoas que passam por ele, o homem é finalmente guiado para fora por um passageiro que aperta o botão de parada de emergência e aponta a direção certa.

O vídeo foi feito por Sam Napper, 27, que descreveu o homem ao Daily Mail como um "empresário bêbado japonês”. "Eu estava fazendo meu caminho de casa após o jantar quando literalmente esbarramos nesse cara nas escadas rolantes”, disse Napper.















Executivo "bêbado"  japonês (Foto: Reprodução Internet)

Os 15 prédios mais diferentes do mundo

http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Visao/fotos/2012/11/os-15-predios-mais-diferentes-do-mundo.html

Vídeo: como manter seu cérebro jovem

http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI321448-17825,00-VIDEO+COMO+MANTER+SEU+CEREBRO+JOVEM.html

Por que você acredita em Horóscopo, espíritos, ETs e religiões?

A resposta está no cérebro, uma máquina de projetar crenças. 

Conheça o que a ciência sabe sobre nossa necessidade de construir noções espirituais ou supersticiosas e como ela pode afetar suas escolhas


Editora Globo
Fotos: Iara Venanzi
África, 3 milhões de anos atrás. Um dos nossos ancestrais caminha por uma trilha cercada de arbustos. 
De repente, ouve um barulho no mato. Pode ser o vento, mas também pode ser um bicho pronto para o bote. Se o hominídeo se apega à segunda possibilidade e corre, mesmo não existindo fera por perto, comete um engano, mas continua vivo. Se, no entanto, atribui o ruído a uma brisa e segue a passos lentos, seus minutos estão contados caso exista um animal à espreita. É a esse exemplo que recorre o psicólogo americano Michael Shermer em seu novo livro, Cérebro e Crença, para sintetizar nossa necessidade biológica e evolutiva em criar e reforçar crenças.

“O cérebro conecta pontos em busca de padrões, mas nem sempre distingue o que é real. É como se estivesse programado para crer em qualquer coisa por precaução”, explica a GALILEU. Essa mesma lógica abre as portas para o sobrenatural. Imagine a cena: você, que já ouviu falar em assombração, está sozinho em casa à noite. Escuta, então, um ruído estranho na cozinha. O barulho pode ser um móvel rangendo ou... um espírito vagando. Na dúvida, precisamos crer em mais de uma possibilidade para agir, mesmo que seja ficar encolhido no sofá.


Shermer, Ph.D. em história da ciência, baseia suas conclusões em evidências que ligam a origem das crenças a nossos instintos mais primitivos. A seleção natural teria privilegiado os mais “crentes” porque os propensos a acreditar, seguindo nosso exemplo inicial, no predador, mesmo sem ter informações suficientes para deduzir isso, aumentaram suas chances de sobrevivência. Como nosso cérebro muitas vezes não identifica os erros, tendemos a acreditar em muitas coisas, principalmente se não temos como negá-las — bem-vindo ao mundo dos fantasmas, ETs e cia. A questão, como você vai ver, é que os genes, a personalidade e o ambiente se misturam na receita que nos faz mais ou menos adeptos a crenças.


Nascido para crer

Estudos apontam que a nossa maneira de adquirir informações sobre o mundo é criar padrões e generalizações em nossas mentes. “Há grupos de neurônios responsáveis por criar espécies de protótipos internos. Logo que vemos um objeto, não processamos todas as informações, mas tentamos encaixá-lo nesses protótipos”, explica o filósofo João de Fernandes Teixeira, professor da Universidade Federal de São Carlos.Um exemplo prático de como isso funciona: alguém que normalmente tem dificuldade para achar uma vaga para estacionar perto do trabalho observa que, ao chegar em um horário diferente, a rua está cheia de espaços livres.

Outro dia, nesse mesmo período, encontra vaga de novo. Sem precisar pensar muito, ele cria um padrão (horário diferente = rua livre) e passa a chegar sempre nesse novo horário, embora não tenha identificado razão lógica para isso. Esse modus operandi também pode funcionar de outro jeito. Vamos supor que nosso amigo em busca de uma vaga toque no seu chaveiro com um símbolo da sorte e, em poucos minutos, encontra um lugar para deixar o carro. Ele já tinha uma ideia da função do amuleto e, quando ele lhe traz uma vantagem, liga uma coisa à outra. Pronto: nasceu outro padrão (tocar o chaveiro = achar vaga). As superstições, assim, compartilham de um mesmo mecanismo de associações rápidas que nos fazem deduzir uma porção de coisas úteis.


Essa fome cerebral por padrões é o que define como ele lida com um universo marcado por fenômenos aleatórios. Para encontrar coerência nesse mundo caótico, dizem os cientistas, ele estabelece crenças justificadas por uma série de acontecimentos captados e editados ao longo da vida. Assim surgiria, segundo Shermer, nossa tendência a aderir a uma religião. As ideias de Deus e céu, por exemplo, nos ajudam a entender o mundo e o destino, e ainda balizam nossas atitudes e preceitos morais. Pense como isso pode facilitar a vida em sociedade e estimular um grupo a prosperar. “Não é por menos que há quem defenda que as pessoas geneticamente inclinadas a acreditar em religiões auxiliavam umas às outras e geravam mais filhos, espalhando, assim, os genes da religião”, diz o teórico evolucionista Craig James, autor do livro O Vírus da Religião.

Editora Globo
Tá no sangue

Será que a vocação de cada um para a crença no sobrenatural ou em elementos religiosos estaria no DNA? “Há evidências de que o peso genético é decisivo e o ambiente cultural atuaria como um fornecedor de alternativas de crença”, diz o neurocientista Ricardo de Oliveira, do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino. Mas como é possível medir isso? Estudos têm acompanhado gêmeos que vivem em ambientes diferentes para ver o quanto compartilhar os mesmos genes interfere na crença deles. Uma série dessas pesquisas, feitas na Universidade de Minnesota, concluem, por exemplo, que cerca de 40% da propensão a uma crença religiosa tem base genética. “Em tese, alguém criado numa família religiosa, mas sem essa base favorável à capacidade de crer, dificilmente preserva tal comportamento fora desse contexto”, analisa Oliveira.

Apesar de terem mecanismos em comum, religião e pensamentos mágicos não podem ser colocados no mesmo barco. “As emoções são mais intensas nas experiências espirituais, que transmitem uma maior sensação de realidade”, conta o neurologista Andrew Newberg, que tem 5 livros analisando cientificamente a crença. Já se observou, por meio de ressonância magnética, que os cérebros de pessoas religiosas e céticas têm diferentes padrões de ativação. “Em um trabalho que fizemos com pessoas que rezam e meditam, visualizamos isso em estruturas cerebrais como o tálamo, ligado à nossa competência de construir uma visão de mundo”, relata Newberg.


A fé também está sendo relacionada a mensageiros químicos que excitam os neurônios. Uma quantidade maior do neurotransmissor dopamina, por exemplo, normalmente vem acompanhada de uma predisposição aumentada a endossar crenças no sobrenatural. Em um trabalho do Hospital Universitário de Zurique, 40 pessoas (metade crentes e metade céticas) foram submetidas a imagens de rostos normais e alterados. Constatou-se que os crentes tendiam a enxergar menos as distorções, sinal de que têm maior capacidade de estender padrões para situações em que eles não existem. Na segunda parte da pesquisa, todos os voluntários tomaram uma dose de dopamina sintética. E, veja só: não é que eles passaram a considerar rostos deformados como normais mais vezes?! Sobretudo os céticos. “A dopamina está associada ao aprendizado e a recompensas. Se você se sente bem ao presenciar ou ver alguma coisa, ela fará com que você repita essa atitude”, explica Shermer, que também é professor da Universidade Claremont Graduate.


Outra substância associada à crença é a serotonina. Um estudo do Ph.D. em psiquiatria sueco Lars Fade mostrou por meio de scanners cerebrais que uma quantidade baixa de receptores de serotonina no cérebro está relacionada a pessoas que dizem ser mais religiosas. Mesmo diante de estudos como esses, ainda não há um consenso sobre um elo entre fé e neurotransmissores. Aliás, a polêmica discussão em torno da existência de um “gene de Deus” diz respeito à identificação de trechos do DNA que regulam justamente a fabricação dessas substâncias.


O peso do ambiente
Dá pra dizer então que as nossas crenças são definidas só pela nossa carga genética, certo? Errado. Tomemos como exemplo um daqueles estudos feitos pela Universidade de Minnesota, no qual mais de 250 pares de gêmeos responderam a perguntas sobre a frequência a cultos, orações e discussões teológicas em suas vidas. Quando os gêmeos eram mais novos e conviviam com outros membros da família, todos apresentavam um nível de espiritualidade parecido, demonstrando forte influência do ambiente; na idade adulta, somente os gêmeos univitelinos (que têm carga genética semelhante) continuavam compartilhando os mesmos índices. “Crenças partilhadas no meio em que nos desenvolvemos são tomadas como naturais, enquanto as cultivadas por outros grupos nos parecem improváveis”, analisa o cientista cognitivo da religião Ilkka Pyysiäinen, da Universidade de Helsinque, na Finlândia.


É por isso que alguns pesquisadores têm certo receio dessa onda recente de determinismo em relação à fé e ao pensamento. “Assim como a ciência já sabe que o ambiente interfere na atividade de genes e predispõe doenças, a capacidade de crer parece ser moldada pela combinação de fatores biológicos e culturais”, avalia Teixeira, que também é Ph.D. em ciência cognitiva.


Por falar em influência, já parou para pensar no poder da mídia sobre as crenças? Glenn Sparks, professor de comunicação da Universidade Purdue, nos Estados Unidos, avaliou o impacto da série Arquivo X sobre uma audiência aleatória de 200 americanos. Ele constata que os espectadores, ao acompanharem a série, se tornaram mais dispostos a dar crédito a fenômenos sobrenaturais e conspiratórios. “As representações ficcionais buscam ser verossímeis, tornando-nos propensos a acreditar que aqueles eventos são plausíveis na TV e fora dela”, diz Sparks. É por isso que até alguém mais cético pode ficar com a pulga atrás da orelha após ver filmes que tratem de exorcismos, aparições do além...


Crer ou não crer?
Não são poucas as pessoas que se consideram céticas, mas espiam o horóscopo ou evitam, de todo jeito, passar debaixo de uma escada. Seria paradoxal? De acordo com Shermer, nosso cérebro contaria com uma espécie de compartimento para crenças e outro para nosso lado mais pé no chão. “A racionalidade que usamos em alguns aspectos da vida, como no trabalho, nem sempre é utilizada em outros, como nossa postura diante do Universo, da política e de relacionamentos afetivos”, diz o psiquiatra Alexander Moreira-Almeida, da Universidade Federal de Juiz de Fora. “Se todo mundo fosse totalmente cético, ninguém jogava na loteria”, exemplifica Teixeira. Ao levarmos isso para o domínio religioso, encontramos inúmeros casos de cientistas que acreditam em Deus. “Fé e razão podem ser conciliadas até porque dividem o mesmo cérebro. São irmãs”, diz Jorge Claudio Ribeiro, professor de ciências da religião da PUC-SP.


Há momentos, porém, que aguçam nosso lado espiritual ou supersticioso. Logo após os atentados de 11 de setembro de 2001, o número de americanos que passaram a frequentar igrejas aumentou, segundo o instituto de pesquisa Barna, em 25% — o que, no entanto, durou apenas algumas semanas. O drama nem precisa ser coletivo. Pense em alguém acamado, deprimido ou frente a frente com um incêndio. “Quanto mais inesperada e difícil a situação, maior a tendência a nos comportarmos de modo supersticioso”, afirma Wellington Zangari, professor de psicologia da Universidade de São Paulo. Se por um lado crer nos dá forças para seguir adiante, por outro nos deixa mais vulneráveis. É por isso que Shermer alerta para a necessidade de termos em mente nossa queda por crendices. Afinal, ela pode, num contexto de fraqueza, nos tornar vítimas de charlatões.


Acreditar faz bem?

Chegamos a essa incontornável pergunta. “Centenas de estudos indicam que um maior envolvimento religioso está relacionado a menores índices de mortalidade, taxas mais baixas de depressão e uso de drogas e maior tempo de vida em doenças graves”, diz Moreira-Almeida. Um levantamento da Universidade Yeshiva, nos EUA, por exemplo, analisou dados de 92.395 mulheres e concluiu que as religiosas assíduas apresentaram uma redução de 20% no risco de mortalidade.

Há quem diga, no entanto, que o poder medicinal da fé se resume ao efeito placebo, a habilidade da mente de induzir melhoras diante de uma expectativa. Será? Neurologistas da Universidade de Oxford, na Inglaterra, perceberam, lançando mão de ressonância magnética, que a crença religiosa propicia um efeito analgésico ao regular processos cerebrais. Placebo ou não, o fato é que a dor diminui... quem não deseja isso num momento de aperto?


O perigo, contra o qual lutam céticos como Shermer, é negar a ciência e dar margem a pensamentos enganosos (e às vezes lucrativos para alguém). Na outra ponta, pode ser angustiante viver sob um ceticismo dogmático, que quer demolir tudo e se transforma, ele próprio, em uma visão extremista. Nesse mundo onde quase todo dia deparamos com um ou outro ponto de interrogação, resta a certeza de que trabalho não vai faltar para a máquina de crenças herdada do nosso longínquo ancestral.

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Deus, entidades e religião

A crença em um ente superior que governa o Universo representa, segundo os defensores dos princípios biológicos, uma narrativa perfeita para resolver ou minimizar dúvidas e angústias: atribui sentido aos perrengues e êxitos da vida, dá uma ideia do que o futuro nos reserva... De acordo com Michael Shermer, esse conceito, disseminado pela religião, tem um potente efeito sobre o coletivo: o de promover altruísmo e coesão social, algo útil para um grupo sobreviver. Apesar do aspecto tribal e cultural, há fortes indícios de que a genética e a personalidade contribuam para que um indivíduo tenha mais fé. Tudo isso justifica a predominância das religiões ao redor do globo. O IBGE calcula que mais de 90% dos brasileiros têm uma.

Horóscopo, tarô e astrologia
Não importa se você é mais supersticioso ou cético, não negue que aceitaria de bom grado se lhe dessem o poder de prever o futuro. Visualizar o que o destino nos reserva é uma antiga obsessão humana. E não é à toa que tanta gente lê o horóscopo quase todo dia (veja o fenômeno Susan Miller, a astróloga mais acessada do planeta) ou recorre a cartomantes, quiromantes e afins. A despeito de esses métodos funcionarem ou não, buscamos encaixar suas previsões em eventos posteriores da nossa vida, especialmente se elas forem pouco claras. É uma forma de construir padrões, já que permite conectar pontos entre a configuração dos astros e eventos do dia a dia, ignorando as informações que não batem. “Por trás da tentativa de conhecer o futuro há uma angústia frente ao desconhecido, de modo que saber o destino amortece esse sofrimento e nos dá a impressão de estarmos mais no comando da situação”, explica o psicólogo Wellington Zangari, da USP.


Superstições e destino

Se não é o seu caso, ao menos você conhece um torcedor mais fanático que tem uma camisa da sorte. Um belo dia ele a vestiu e o time ganhou de virada. Na partida seguinte (camisa no corpo), venceu de goleada. No terceiro jogo, foi empate... e, outro dia, o time perdeu. Mas não faz mal, vai voltar a dar show na próxima partida porque o torcedor estará com aquela camisa. É assim que nasce e se viabiliza um padrão supersticioso, ignorando que os elementos que o compõem sejam verdadeiros ou não. Na dúvida, é melhor vestir a camisa. Esse hábito dá confiança e reduz o estresse antes e na hora do jogo. Nessa mesma linha, precisamos descobrir ou dar significados a uma porção de eventos porque uma mente "crente" tende a se nortear por uma noção de destino. O fato de um padrão (camisa da sorte) não render o resultado esperado pode ser suavizado pela interpretação de que forças operam no mundo e nem sempre conciliam com o nosso desejo. A questão é que muitas vezes driblamos esse conflito de padrões (sorte X destino), elegendo um ou outro para nos confortar. Se o time marcou um gol foi porque você colocou a camisa-amuleto. Se perdeu, é porque já estava escrito.

As crenças dos internautas

Fizemos uma enquete em nosso site para saber se as pessoas acreditavam ou não em diferentes conceitos e fenômenos. Durante uma semana, 1.704 internautas participaram. Veja abaixo o resultado:

15 novembro 2012

Eduardo Paes: Os 4 mandamentos das cidades

http://www.ted.com/talks/lang/pt/eduardo_paes_the_4_commandments_of_cities.html

A opção de continuar comendo salsicha é sua.

Sim, o processo é limpo, industrializado.
 
Mas, veja bem. Do que é feita a salsicha?
 
Primeiro a matéria prima é... aparas de carne. Apara é um eufemismo pra 'sobras'. De carne de boi, de porco e de galinha.
 
Depois que essa mistura de sobras de carnes é moída, começam as adições. 

Primeiro, mais carne processada de sobras de frango é adicionada. 

E amido, muito amigo. E sal, muito sal. E condimentos, dependendo da região onde a salsicha será vendida.

E vem a água para dar aquela 'liga' à massa. Vira um grude, very grude.

E aí vem o xarope de milho. Gente, tudo nesse mundo da indústria de alimentos tem milho, especialmente o maldito xarope de milho.

E mais água. E aí vira uma emulsão de visual muito discutível.

A partir daí é uma engenharia de quilômetros de salsichas em cadeia, que são marcadas, desmarcadas, cozidas, linkadas, separadas, vaporizadas, expostas a mais água com sal até que elas sejam finalmente embaladas e vendidas e servidas.

Bom, a informação está dada.
 
A opção de continuar comendo salsicha é sua.

12 novembro 2012

Monotrilho da Bombardier em vídeo

A Bombardier apresentou na Feira Negócios nos Trilhos 2012 o mockup do carro do monotrilho da Linha 15-Prata do Metrô de São Paulo, que ligará a Vila Prudente a Cidade Tiradentes. Ele será a extensão da Linha 2-Verde.

Clique no link abaixo e assista o vídeo do projeto:

10 novembro 2012

Modernização do Metrô-DF

Teste do novo sistema automático será realizado no próximo domingo (11) 
Regularidade, conforto para o usuário e mais segurança serão algumas das vantagens oferecidas pelo novo sistema automático de operação dos trens do Metrô. 

O Automatic Train Operation (ATO) será testado neste domingo (11), quando os terminais estarão fechados aos usuários. 

O sistema permitirá maior precisão no tempo das viagens, de forma que o passageiro possa saber o horário em que o trem chegará à estação.

Em virtude da suspensão das viagens no domingo, o Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans) determinou que as operadoras de ônibus reforcem a frota em 80 veículos nos trajetos que fazem o percurso do metrô: Ceilândia/Taguatinga/Samambaia/Guará - Plano Piloto.

A presidenta do Metrô-DF, Ivelise Longhi, explicou como funcionará o novo sistema. “Hoje, o trilho é segmentado, e cada segmento tem velocidades máxima e mínima definidas. 

Quem determina o ritmo é o piloto. Uns andam mais depressa, outros, mais devagar. Não há regularidade. Com esse sistema, conseguiremos essa uniformidade, porque o controle será feito por computador”, detalhou.

Com o ATO, tudo passará a ser controlado pelo Centro de Controle Operacional (CCO), que tem visão geral de todo o sistema. 

No entanto, os pilotos, que já receberam treinamento para trabalhar com o novo sistema, continuarão em suas cabines.

 Numa situação de risco, quando houver obstáculo no trilho, por exemplo, eles assumirão o controle do veículo.

Outros comandos, hoje sob responsabilidade do condutor do trem, como abrir e fechar a porta dos veículos, serão executados pelo ATO. 

A economia de energia é outro benefício do novo sistema. “Como não há tanta aceleração e desaceleração, se gasta menos energia. Estimamos economia em torno de 5% de energia. ressaltou Ivelise Longhi.

Os trilhos também já estão preparados, assim como a estações, para receber, das antenas de comunicação com a central de controle, os sinais para o funcionamento do sistema.

O Metrô-DF possui 32 trens, e 24 estão em operação. Os 12 mais novos, adquiridos em 2010, começaram a operar no início de 2011 e já vieram de fábrica com o sistema ATO.

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Interoperabilização de sistemas de informação: uma estratégia de coleta contínua de dados secundários para estudos de transportes

http://www.transportes.unb.br/arquivos/alex_alberto_cordon_kunze.pdf.pdf

Componentes gráficos para um sistema de informação visual em terminais de integração metrô-ônibus

http://www.transportes.unb.br/arquivos/reverson_geraldo_dos_anjos_fernandes.pdf

Identificação e Análise dos Fatores Contribuintes para a Ocorrência de Acidentes com Usuários nas Estações do Metrô

 http://www.transportes.unb.br/arquivos/moisesdemedeirosguimaraes.pdf

7º Encontro de Logística e Transporte - A Matriz de Transporte e o Desenvolvimento Sustentável

FIESP 21 e 22 de maio de 2012

Amilcar Gonçalves Guerreiro – Diretor de Estudos Econômico-Energéticos e Ambientais da EPE

 http://www.anut.org/downloads/Apresentacao_Trabalhos/FIESP_21e21_2012/05_Desenvolvimento_Sustentavel/01_Sala5_Amilcar_Goncalves_2105_Desenvolvimento%20Sustentavel_1400h.pdf


 
  Alfred Szwarc - Consultor de Emissões e Tecnologia da UNICA

http://www.anut.org/downloads/Apresentacao_Trabalhos/FIESP_21e21_2012/05_Desenvolvimento_Sustentavel/02_Sala5_Alfred_Szwarc_2105_Desenvolvimento%20Sustentavel_1400h.pdf

7º Encontro de Logística e Transporte - Multimodalidade: a Ausência de Planejamento

 7º Encontro de Logística e Transporte - FIESP 21 e 22 de maio de 2012

Eduardo Parente – Presidente do Conselho da ANTF :


http://www.anut.org/downloads/Apresentacao_Trabalhos/FIESP_21e21_2012/01_Marco_Regulatorio/09_Sala2_Eduardo_Parente_2205_Marco_Regulatorio_1030h.pdf


Francisco Luiz Baptista da Costa – Diretor de Planejamento de Transportes da Secretaria de Política Nacional de Transportes

  http://www.anut.org/downloads/Apresentacao_Trabalhos/FIESP_21e21_2012/01_Marco_Regulatorio/10_Sala2_Francisco_Luiz_2205_Marco_Regulatorio_1030h.pdf


 José Luis Demeterco – Presidente da Brado Logística  :
 
http://www.anut.org/downloads/Apresentacao_Trabalhos/FIESP_21e21_2012/01_Marco_Regulatorio/11_Sala2_Jose_Luis_2205_Marco_Regulatorio_1030h.pdf

7º Encontro de Logística e Transporte - Novas estratégias para o transporte coletivo

 FIESP 21 e 22 de maio de 2012 - PALESTRAS

Francisco Roberto Arantes Filho – Coordenador de Relações Institucionais da Secretaria Estadual dos Transportes Metropolitanos;

http://www.anut.org/downloads/Apresentacao_Trabalhos/FIESP_21e21_2012/05_Desenvolvimento_Sustentavel/03_Sala5_Francisco_Roberto_2105_Desenvolvimento%20Sustentavel_1615h.pdf

André Dantas – Associação Nacional do Transporte Urbano (NTU):

http://www.anut.org/downloads/Apresentacao_Trabalhos/FIESP_21e21_2012/05_Desenvolvimento_Sustentavel/04_Sala5_Andre_Dantas_2105_Desenvolvimento%20Sustentavel_1615h.pdf




7º Encontro de Logística e Transporte - O Trem de Passageiros Como Solução Para o Transporte Regional e Interestadual

FIESP 21 e 22 de maio de 2012 - PALESTRAS

Hélio Mauro França – Superintendente Executivo da ANTT:

 http://www.anut.org/downloads/Apresentacao_Trabalhos/FIESP_21e21_2012/07_Ferrovias/06_Sala4_Helio_Mauro_2205_Ferrovias_1030h.pdf

Silvestre Ribeiro – Diretor de Planejamento da CPTM:

http://www.anut.org/downloads/Apresentacao_Trabalhos/FIESP_21e21_2012/07_Ferrovias/05_Sala4_Silvestre%20Ribeiro_2205_Ferrovias_1030h.pdf

Conrado Grava de Souza – Conselheiro da ANP Trilhos:

http://www.anut.org/downloads/Apresentacao_Trabalhos/FIESP_21e21_2012/07_Ferrovias/04_Sala4_Conrado_Grava_2205_Ferrovias_1030h.pdf




V Brasil nos trilhos - PALETRAS

http://www.antf.org.br/index.php/imprensa/v-brasil-nos-trilhos

Consórcio Frotapoa vence licitação para fabricação de novos trens

 A vida útil mínima dos novos veículos deve ser de 30 anos
A vida útil mínima dos novos veículos deve ser de 30 anos

Porto Alegre  - As empresas Alstom, da França, e Caf (Construcciones y Auxiliar de Ferrocarriles), da Espanha – ambas com fábricas no Brasil – apresentaram documentação na tarde de quinta-feira (8) para participar como consorciadas no processo licitatório para aquisição de novos trens pela Trensurb. 

O Consórcio vencedor - FrotaPoA - apresentou o valor global de R$ 243.756.000,00.
A empresa contratada fornecerá 60 carros de passageiros para a região, compostos em 15 trens de quatro carros. 

As novas composições terão equipamento de ar condicionado com regulagem automática de temperatura, sistema de comunicação multimídia, painéis com mapa dinâmico da linha, iluminação interna com LED, cinco dispositivos de fixação de bicicletas em um dos carros intermediários, dois módulos para cadeirantes em cada carro de extremidade, assentos preferenciais em todos os carros (mínimo de 5% do total de assentos), sistema de detecção de incêndio, vidros laminados duplos não-estilhaçáveis, inibição de abertura de portas fora da área da plataforma, sistemas de autodiagnóstico e monitoramento de falhas, capacidade de operação em modo de condução manual ou automática e possibilidade de acoplamento. 

A vida útil mínima dos novos veículos deve ser de 30 anos.

Segundo cronograma inicial, a empresa contratada terá 18 meses, a partir da assinatura do contrato, para fornecer o primeiro trem e mais oito meses (num total de 26) para fornecer os veículos restantes. 

Dessa forma, as primeiras novas composições devem estar disponíveis em 2014. 

O documento

A licitação ocorreu através do Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC) – instituído pela Lei 12.462/2011, a fim de se estimular o desenvolvimento nacional sustentável, conforme o decreto 7.812, de 20 de setembro de 2012, que dá margem de preferência para produtos brasileiros. 

O documento estabelece a aplicação de margem de preferência de 20% em licitações realizadas no âmbito da administração pública federal para aquisição de veículos para vias férreas. 

Dessa forma, o produto vencedor será nacional mesmo que seu valor seja 20% maior que o do produto estrangeiro com menor preço ofertado.

A entrega ocorreu no auditório da sede administrativa da empresa metroviária gaúcha, onde segue a leitura da documentação. 

Além de representantes do consórcio, o diretor-presidente da Trensurb, Humberto Kasper, o diretor de Operações, Paulo Renato Amaral, o superintendente de expansão, Ernani Fagundes, gestores e empregados estavam presentes.



Governo de Minas lança hotsite para projeto de reativação de ferrovias na RMBH

O Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado Extraordinária de Gestão Metropolitana (Segem) disponibiliza ao público a partir desta quinta-feira (08) um hotsite com informações sobre o projeto TREM – Transporte sobre Trilhos Metropolitano, que prevê a implantação de malha ferroviária de passageiros na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).

A iniciativa pretende reativar parte dos quase 500 quilômetros de trilhos existentes na RMBH e seu entorno imediato. O endereço do hotsite é www.metropolitana.mg.gov.br/trem

A utilização da malha ferroviária, que abrange 21 dos 34 municípios da RMBH e se estende a cidades-pólo regionais como Divinópolis, Sete Lagoas e Conselheiro Lafaiete, deverá ser executada por um ou mais parceiros, por meio de Parceria Público-Privada (PPP) com o Governo de Minas.

Os parceiros eleitos poderão operar linhas metropolitanas e/ou regionais em três grandes ramais ferroviários, divididos em três lotes: o Lote 1 inclui os trilhos entre Sete Lagoas e Divinópolis, passando por Belo Horizonte; o Lote 2 vai de Belo Horizonte a Brumadinho; e o Lote 3, sai da capital e vai até Conselheiro Lafaiete, com uma variante que se estende a Ouro Preto.

Plano Diretor de Desenvolvimento

A iniciativa de reativação das ferrovias para a realização do transporte de passageiros segue uma das principais diretrizes do Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado (PDDI) da Região Metropolitana: a implantação de transporte sobre trilhos como umas das bases da mobilidade Grande BH, permitindo alta capacidade em vias exclusivas, reduzindo o congestionamento do sistema rodoviário e diminuindo o impacto ambiental dos deslocamentos na região.

Além disso, o traçado das linhas permite a interligação entre novas centralidades, áreas onde o poder público pretende oferecer incentivos para o desenvolvimento urbanístico e econômico, seguindo a proposta de Reestruturação Territorial da RMBH.

O projeto se encontra na fase de Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI), em que o poder público convida organizações interessadas no projeto a participar e elaborar estudos técnicos que contribuam na construção do melhor modelo de concessão para o serviço. 

O Procedimento de Manifestação de Interesse, no caso do projeto TREM, foi dividido em três etapas: cadastro, entrega das propostas preliminares e entrega das propostas finais.

Na primeira etapa, finalizada no dia 16 de julho de 2012, 18 empresas se cadastraram para participarem do processo e foram convidadas para uma reunião explicativa do que se pretendia com o projeto. As reuniões com os inscritos aconteceram entre 23 e 26 julho.

Na segunda etapa, encerrada em setembro, foram recebidas duas propostas preliminares, elaboradas por consórcios formados pelas empresas inscritas. 

Uma proposta foi encabeçada pela empresa Brasell Gestão Empresarial, sediada em São Paulo, para o Lote 1, de Sete Lagoas a Divinópolis; e outra pela Construtora Aterpa M. Martins S.A, sediada em Belo Horizonte, para o Lote 2, de Brumadinho a Belo Horizonte.

O Lote 3, de General Carneiro a Conselheiro Lafaiete e Ouro Preto, não recebeu nenhuma proposta. 

O coordenador do programa de mobilidade da Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte (ARMBH), Samuel Herthel, explica que mesmo não havendo proposta, o Estado pretende dar prosseguimento aos estudos de reativação de linhas de passageiros nesse trecho.

Segundo Samuel, as propostas recebidas estão sendo analisadas pela ARMBH, que terá um prazo para responder se está de acordo e se as empresas foram credenciadas para a terceira etapa do PMI. “Na terceira fase, as empresas deverão entregar a proposta final até o dia 11 de janeiro de 2013, incluindo o projeto básico de engenharia, a modelagem econômico-financeira e uma minuta de edital”, explica o coordenador.

Próximos passos

Depois de receber as propostas finais das empresas, a Agência de Desenvolvimento da RMBH vai alinhá-las com o estudo desenvolvido pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) para levantamento das condições da malha ferroviária da RMBH e da viabilidade técnico-econômica de seu reaproveitamento para o transporte de passageiros.

A agência deve também começar os trabalhos de elaboração da minuta do edital de concessão, prevista para conclusão em abril de 2013.

Após a publicação dessa minuta, as etapas seguintes serão a realização da Consulta Pública e da Audiência Pública e a publicação do edital, prevista para meados de 2013. 

A expectativa é que a concessão seja iniciada em 2014.

Trem de São Paulo-Jundiaí-Campinas só em 2018

O governo de São Paulo anuncia neste mês o projeto de implantação do Trem Regional, que vai ligar a capital às regiões metropolitanas do estado.

O projeto orçado em R$ 16 bilhões foi revelado pelo vice-governador do estado, Guilherme Afif Domingos (PSD). 

A rede do TEM (Trem Expresso Metropolitano) vai integrar as seguintes regiões metropolitanas: São Paulo-Jundiaí-Campinas, São Paulo-São Roque-Sorocaba, São Paulo-ABC-Santos e São Paulo-São José dos Campos, com estudo para chegar a Taubaté e Pindamonhangaba, segundo Afif.

Depois de sair do papel, as obras devem ter início em 2014, com previsão de entrega da primeira etapa em 2016 e finalização em 2018. 

As configurações do trem devem ser no modelo europeu, com quatro vagões, e transportar de 320 a 400 passageiros. 

O trem deve trafegar em uma velocidade de 60 e 70 km/h. 

O investimento de R$ 16 bilhões será dividido entre  iniciativa privada e pública. 

Fogo em trem descarrilado mata 25 que recolhiam gasolina em Mianmar

 

Vagões saíram dos trilhos e viraram em aldeia de Kanbalu.
Número de feridos passa dos 60 e nº de mortos pode aumentar.


Um trem carregado com combustível descarrilou e pegou fogo em Mianmar, matando ao menos 25 pessoas e ferindo ao menos outras 62. 

O acidente ocorreu neste sábado (10) em uma aldeia no município de Kanbalu, perto da fronteira com a Índia.

A maioria das vítimas é formada por moradores da região que tentavam recolher o combustível derramado, informou a TV estatal. Cerca de 70% da população de Mianmar vivem em fazendas, onde o combustível é escasso.

Foto divulgada pelo Ministério da Informação de Mianmar neste sábado (10) mostra vagões do trem que foram queimados (Foto: AFP Photo/Ho/Myanmar Information Ministry) 
Foto divulgada pelo Ministério da Informação de Mianmar neste sábado (10) mostra vagões do trem que foram queimados (Foto: AFP Photo/Ho/Myanmar Information Ministry)
 
Um funcionário do Departamento Ferroviário de Mianmar disse que o número de mortos pode aumentar, pois muitos aldeões ficaram gravemente feridos.
(*) Com informações da Reuters

07 novembro 2012

Novo trem da CBTU será apresentado à imprensa nesta quarta

 O equipamento tem capacidade para atender até 1,3 mil pessoas e dispõe de televisão, câmeras de monitoramento, rampas de acessibilidade e assentos exclusivos para deficientes físicos e obesos. Foto: Metrorec/Divulgação
O equipamento tem capacidade para atender até 1,3 mil pessoas e dispõe de televisão, câmeras de monitoramento, rampas de acessibilidade e assentos exclusivos para deficientes físicos e obesos. Foto: Metrorec/Divulgação    
 
O novo trem da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) será apresentado oficialmente para a imprensa nesta quarta-feira (07). A cerimônia acontece no Centro de Manutenção de Cavaleiro, em Jaboatão dos Guararapes.

O modelo apresentado é um dos 15 comprados pela empresa. 
 
O equipamento tem capacidade para atender até 1,3 mil pessoas e dispõe de televisão, câmeras de monitoramento, rampas de acessibilidade e assentos exclusivos para deficientes físicos e obesos. 

A ativação do novo trem está prevista para março do próximo ano e representa a mudança no sistema de transportes para a Copa de 2014.
 
 

Alstom comissiona com sucesso os serviços da nova Linha 12 - Dourada do Metrô da Cidade do México

A Alstom concluiu com sucesso o design, instalação e comissionamento dos sistemas completos de eletrificação e controle ferroviário para a nova Linha 12 do metrô da Cidade do México, um transporte seguro, moderno e sustentável. 
 
Os sistemas incluem o controle de trens automático, sinalização, controle centralizado, informações a passageiros, telecomunicações, distribuição de energia e catenárias. 
 
A linha 12 do Metrô, que foi inaugurada ontem pelo prefeito da Cidade do México e pelo Presidente Felipe Calderón, tem 25 km de comprimento e 20 estações. 
 
Com a expectativa de transportar até 450.000 passageiros por dia, a linha se torna uma das mais importantes linhas de metrô do país. Para otimizar a eficiência em segurança total, a Alstom instalou o URBALIS™, um sistema de condução automática de última geração e de sinalização com intertravamento eletrônico.
 
"A linha 12 tem sido um projeto de colaboração entre o Governo do Distrito Federal, nossos parceiros de obras de engenharia civil, ICA e CICSA, e a Alstom responsável pela eletrificação e controle ferroviário” afirmou Cintia Angulo, Presidente da Alstom no México. “Esta colaboração beneficia um número cada vez maior de trabalhadores que optam por usar meios de transporte mais seguros, confiáveis e ambientalmente amigáveis no seu dia a dia”.
 
O projeto da Linha 12 do Metrô será o primeiro equipado com telas de informação para passageiros, mostrando o tempo de chegada dos trens e o horário atual. 
 
Também contará com sistema de circuito fechado de televisão, cuja função é vigilar todas as áreas da linha a fim de garantir a segurança dos operadores e dos usuários, os quais, a partir de agora, poderão utilizar apenas um cartão de acesso tanto para a rede do metrô quanto para a de ônibus.
 
A Linha 12 é reconhecida como um dos maiores projetos de infraestrutura de transporte do país em anos. A Alstom participou no desenvolvimento do sistema de transporte coletivo do metrô desde a construção da primeira linha, em 1967. 
 
Com a conclusão do projeto de construção da Linha 12, a Alstom reforça sua liderança e compromisso com os sistemas de transporte urbano ferroviário da Cidade do México.
 
 

Seinfra prevê executar 1/3 da linha Leste

O restante das obras e a conclusão da linha Leste do metrô ficará para o próximo governo. Trens nos trilhos, só em 2016
Orçado em R$ 3,1 bilhões, com a equação financeira praticamente montada e os projetos contratados, o metrô da linha Leste de Fortaleza - que irá interligar o Centro ao Bairro Edson Queiroz - deve encerrar a atual administração estadual, em 2014, com, pelo menos, um terço das obras concluídas. 

A projeção é do secretário Estadual de Infraestrutura (Seinfra), Adail Fontenele, que esteve ontem, no Ministério das Cidades, em Brasília, tratando dos detalhes burocráticos para finalização do projeto e encaminhamento à Caixa Econômica Federal - um dos bancos financiadores da obra.


Em fabricação nos Estados Unidos, as duas primeiras tuneladoras devem chegar, desmontadas, entre junho e julho, para operar em agosto de 2013 FOTO: DIVULGAÇÃO

"Neste governo devemos fazer, pelo menos, um terço da obra, a equação financeira está montada e o projeto todo contratado, já estamos adquirindo as tuneladoras, que estão sendo construídas nos Estados Unidos. 

As duas primeiras devem chegar entre junho e julho de 2013", antecipou Fontenele. "Elas serão montadas e devem começar a operar entre julho e agosto", acrescenta o secretário.

Fontenele ressalta, porém, que "esta é uma obra que o futuro governo terá de dar continuidade", e que pode, inclusive, ser expandida, posteriormente.

" Podermos alcançar, no futuro, Messejana, fazer uma volta completa, e retornando pelo anel central da BR - 116, até o Centro", projetou o secretário. A primeira etapa, no entanto, só deverá estar pronta em 2016. São 13 quilômetros de linha férrea dupla, sob túneis de 20 a 30 metros abaixo da superfície, ao longo da avenida Santos Dumont e 12 estações.

"Este é um investimento muito importante à mobilidade urbana de Fortaleza. Vai do Centro à área comercial da Aldeota, passa pelo polo de integração do VLT, no Papicu, pelo Centro de Eventos e chega ao fórum (Clóvis Beviláqua", defende o executivo.

Monotrilho que será usado em São Paulo tem tecnologia de avião


O monotrilho que começa a operar na Linha 15-Prata do Metrô em São Paulo, entre o final de 2013 e início de 2014, está sendo construído em Hortolândia (SP) com tecnologia usada em aviões. 

A composição terá capacidade de percorrer os 24 quilômetros do trecho total entre a Vila Prudente e a Cidade Tiradentes em 50 minutos, contra as atuais 2 horas. 

Na primeira etapa, os carros vão circular entre a Vila Prudente e a Oratório, em um percurso de dois quilômetros. O trecho completo só estará operando em 2016.

De acordo com o diretor geral da empresa canadense Bombardier Transportation, Manoel Gonçalves, para reduzir o peso do carro e alcançar a capacidade similar do metrô de 48 mil passageiros por hora, foi preciso usar a mesma estrutura de alumínio das aeronaves, para que fiquem leves.


“Com isso, reduzimos o peso em até 30%. Foi otimização máxima de peso”, explica Gonçalves, sobre a tecnologia canadense utilizada na produção dos carros no Brasil.

Com a redução do peso, a composição atinge até 80 km/h. Rodando em pneus de borracha, a velocidade será praticamente mantida mesmo em dias de chuva, segundo os técnicos da empresa.

A expectativa é que uma composição passe por cada uma das 17 estações a cada 75 segundos.Como na Linha 4 do Metrô, o monotrilho utiliza energia elétrica, mas em caso de falta de abastecimento, uma bateria permitirá que a composição chegue até a próxima estação.

Mesmo assim, se uma das composições parar por algum motivo, outro monotrilho pode rebocá-lo.

Os passageiros podem ser retirados dos carros por uma espécie de passarela que há nos trilhos. “São nulas as chances de acidente com este tipo de transporte”, afirma o diretor de comunicação da Bombardier, Luís Ramos.

O monotrilho é totalmente automatizado e funciona sem piloto. Tudo é controlado por uma central de monitoramento.

Imagem do monotrilho produzido pela Bombardier em Hortolândia (Foto: Divulgação) 
Imagem do monotrilho produzido pela Bombardier
em Hortolândia (Foto: Divulgação)
Interno

A parte interna do monotrilho é semelhante ao do metrô. Cada carro terá capacidade para 147 passageiros, mas serão 15 bancos disponíveis. De acordo com a empresa canadense, o carro foi projetado para até oito pessoas por metrô quadrado, mas deve operar com seis.

As portas funcionarão como as do metrô, com abertura automática e largura de 1,60 metro.
Antes de rodar na capital, o monotrilho passará por testes em um trilho no Canadá, com características semelhantes as da capital paulista. 

O valor da tarifa será igual ao do metrô, e será válido o Bilhete Único. Na próxima semana a Bombardier vai demonstrar o carro completo com pintura e parte interna pronta na Negócios nos Trilhos, uma feira do setor entre os dias 6 e 8 de novembro no Pavilhão Vermelho do Expo Center Norte, na Vila Guilherme, em São Paulo.

Produção

A Bombardier Transportation abriu a fábrica em Hortolândia (SP) em abril com 250 funcionários e investimento de US$ R$ 15 milhões. 

A expectativa é produzir 371 carros, sendo um por dia, quando a capacidade total da fábrica for atingida. A multinacional canadense informou que até o momento, apenas São Paulo utilizará os carros produzidos no interior paulista, mas cidades como Belo Horizonte (MG) e Recife (PE) estariam interessadas.

O monotrilho é até 60% mais barato para sem implantado do que o metrô convencional e tem a vantagem de não fazer barulho.

Todo o projeto foi orçado em US$ 1,4 bilhão.
Funcionários da Bombardier na montagem do montrilho em Hortolândia (Foto: Luciano Calafiori/G1 Campinas)Funcionários da Bombardier na montagem do montrilho (Foto: Luciano Calafiori/G1 Campinas)

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Propostas para o projeto de rebaixamento do metrô até dia 29

Canoas  - O rebaixamento do trem, na área central de Canoas, deu mais um passo para a viabilização.

Foi lançado, em outubro, no Diário Oficial da União (DOU), o edital para contratação da empresa que deve elaborar o plano funcional, o projeto básico e o projeto executivo da obra. 

O documento pode ser visualizado, na íntegra, no site da Trensurb (www.trensurb.gov.br) e o recebimento das propostas acontece no dia 29 deste mês, na sede da empresa, em Porto Alegre.

Segundo o presidente Humberto Kasper, a empresa é parceira da Prefeitura de Canoas para tornar o projeto viável. "Vivemos um momento histórico de grandes investimentos em infraestrutura no Brasil", diz. Kasper aponta ainda que "é um direito de Canoas reivindicar essa intervenção, que também irá qualificar os serviços oferecidos pela Trensurb à população". 

O prefeito Jairo Jorge tem acompanhado o processo licitatório e afirma que o projeto é importante para que seja mensurado o valor da obra. "A partir daí poderemos buscar recursos ou ir atrás de Parcerias Público-Privadas (PPPs)", explica. 

A obra está estimada em cerca de 200 milhões de reais

DF DF terá nova modalidade de cartão para passageiros de ônibus e metrô

BRASÍLIA (Agência Brasília)  - O Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans) e o Banco de Brasília (BRB) assinaram, nesta segunda-feira (5), o convênio que cria o cartão pré-pago para facilitar o acesso ao transporte público coletivo. 

A previsão é que, até o início de dezembro, os usuários possam comprá-los nos postos do DFTrans e nas lojas de conveniência do BRB.

"Esse ato fortalece ainda mais a gestão do Estado para garantir a eficiência do sistema, que deve estar voltado, fundamentalmente, para os usuários", defendeu o diretor-geral do DFTrans, Marco Antonio Campanella, ao assinar o convênio.

Para ele, o processo é o primeiro passo para modernizar o transporte local, uma vez que, assim que houver a integração, o novo cartão funcionará como bilhete único. "Queremos fazer a integração o mais rápido possível, inclusive, antes da conclusão do procedimento licitatório, para que, quando a frota nova chegar, já tenhamos integrado todo o sistema de Transporte Público", defendeu.

O diretor adiantou que será feita uma integração experimental das linhas de ônibus entre Ceilândia, Taguatinga e Plano Piloto. "Estamos nos antecipando e implantando o bilhete único especialmente nesse corredor, que atende a um maior número de passageiros por dia. A previsão é de que o processo comece ainda neste mês", adiantou.

Apesar de o foco do novo cartão ser a integração, o coordenador do Sistema de Bilhetagem Automática (SBA) do DFTrans, Luiz Gonzaga, explica que todos os usuários poderão comprá-lo. "Vai funcionar como um cartão normal. Custa R$ 10 e é recarregável. 

O usuário pode colocar a quantidade de crédito que precisar."

O presidente do BRB, Jacques Pena, destacou que toda a população do DF sai ganhando com a novidade. "Para o DFTrans, é importante porque está se modernizando o sistema, tendo mais controle e melhorando o atendimento à população. Já para o BRB e toda a sua rede de correspondentes, o convênio é interessante porque prestará mais um serviço importante à comunidade", finalizou.


O maior evento metroferroviário da América Latina

NT 2012 mostrará as inovações que estão sendo desenvolvidas para atender o setor ferroviário que ressurge para ocupar lugar de destaque na matriz de transporte brasileira.

Um total de 180 expositores de 17 países apresentarão suas inovações em material rodante, truques, peças, sistemas de sinalização, segurança, equipamentos de última geração, serviços etc. 

O cenário é a NT 2012 (15a FEIRA NEGÓCIOS NOS TRILHOS), que acontece a partir desta terça-feira, 06/11, até a próxima quinta-feira, 08/11, no Pavilhão Vermelho do Expo Center Norte, em São Paulo.

Organizada pela UBM Brazil, a edição 2012 será a maior da história, ocupando 15 mil metros quadrados e deve receber mais de 7.500 visitantes de 17 países: Alemanha, Argentina, Áustria, Brasil, Canadá, China, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Itália, Japão, Polônia, Reino Unido, República Tcheca, Suécia e Suíça. Participam do encontro os responsáveis por investimentos que superarão R$ 500 bilhões nos próximos anos.

A cerimônia de abertura da 15a Feira Negócios nos Trilhos, acontecerá nesta terça-feira (06/11) às 11h00, na Sala Cantareira 6 e 7, no 2o Piso do Pavilhão Vermelho, contando com a presença do ministro de Estado dos Transportes, Paulo Sérgio Passos e outras autoridades representando vários setores da nossa economia, imprensa, etc.

Logo após à cerimônia de abertura, às autoridades participarão da inauguração da NT 2012. O ministro e comitiva percorrerão os estandes e conhecerão em primeira mão as inovações reservadas pelos expositores aos visitantes da mostra.

A edição 2012 tem programado como eventos paralelos: o I Congresso Metroferroviário Brasileiro, agora em uma nova modelagem, será realizado na Sala Cantareira 6 – 2o andar do Pavilhão Vermelho. Temas como investimentos, modelo regulatório, concessões ferroviárias, projetos, mobilidade urbana, incentivos e o papel da iniciativa privada serão abordados em discussões aprofundadas com as principais autoridades do mercado metroferroviário.

O painel de abertura do Congresso, programado para o dia 6 de novembro de 2012, às 14 horas, terá como tema central: "O Futuro do Setor Metroferroviário no Brasil: Perspectivas de Crescimento, Investimentos e Tecnologias". Participarão do Congresso as principais empresas da área e do governo.

Nos dias 7 e 8 a partir das 9h00 estão programadas, as apresentações dos trabalhos premiados pelo X Prêmio AmstedMaxion de Tecnologia Ferroviária e Prêmio UBM de Tecnologia Metroferroviária. Estão programados também para o dia 7, a partir das 9h00 os Workshops Técnicos para apresentação e demonstração de produtos e serviços das empresas: Imbra (9h00 – às 10h30), Thales e GE (11h12h00).

"Com certeza teremos muitas novidades nesta 15a Feira e Congresso. O setor de transporte é considerado extremamente estratégico para o desenvolvimento do Brasil e para o aumento da competitividade do país no cenário mundial de comércio. 

A promessa de colaboração integrada entre os diversos níveis do governo (federal, estadual e municipal) e o setor privado proporcionará um excelente ambiente para negócios no setor ferroviário no Brasil nos próximos anos e tornará o país ainda mais competitivo", diz Michael Fine, Gerente de Eventos da UBM Brazil.

O plano de investimentos do governo do Estado de São Paulo prevê valores da ordem de R$ 50,18 bilhões na melhoria dos transportes urbanos até 2014. Prevê ainda R$ 44,67 bilhões, que serão investidos a contar de 2015, contabilizando R$ 94,65 bilhões. Deste total, 53% serão recursos destinados ao Metrô e 40% para a modernização e expansão da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).

Sobre o 1o Congresso Metroferroviário Brasileiro – O Congresso é promovido pelas principais entidades do setor: Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer), Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô (AEAMESP), Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos), Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF) e Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários (Simefre) e organizado pela CK Eventos.

Sobre a Feira Negócios nos Trilhos (NT 2012) - Realizada pela UBM Brazil, a 15a edição da Feira Negócios nos Trilhos obteve um crescimento de 8% neste ano, com 100% da área disponível para exposição comercializada. A edição 2012 deve receber mais de 7.500 visitantes e 180 expositores. Considerado o maior encontro do setor de transporte metroferroviário da América Latina, a Feira Negócios nos Trilhos, que faz parte do portfólio de eventos de transportes da UBM Brazil - é conhecida por reunir as principais empresas da cadeia produtiva, operadoras de carga e passageiros, fornecedores do Brasil e exterior e principalmente, por ser palco de lançamentos das grandes novidades desenvolvidas pelo setor metroferroviário.

Sobre a UBM Brazil – No Brasil desde 1994, sendo a primeira multinacional a entrar no mercado brasileiro de Feiras, a UBM Brazil é uma das 50 subsidiárias da UBM Internacional, empresa líder global em mídia de negócios com sede em Londres. Nos mais de 30 países onde atua, a UBM constrói relacionamentos duradouros e oferece eventos que alavancam e fomentam o desenvolvimento da indústria local em âmbito global.

15a feira Negócios nos Trilhos (NT 2012)
Data: 06 a 08 de novembro de 2012
Horário Exposição: 13 horas às 20 horas
Horário Congresso:
Data: 6 de novembro das 13h45 às 17h30
Data: 7 e 8 de novembro das 9h00 às 17h00
Local: Pavilhão Vermelho - Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 - São Paulo – SP
Obs: Proibida entrada de menores de 18 anos, mesmo que acompanhados. Mais informações sobre a 15a Feira Negócios nos Trilhos e o Congresso poderão ser obtidas acessando: www.ntexpo.com.br

Apenas 1% dos paulistanos quer pedágio urbano, aponta Datafolha


Nada de pedágio urbano ou mais rodízio. A verdadeira solução para o trânsito de São Paulo é aumentar a rede e melhorar a qualidade do metrô e do ônibus.

Só Pitta terminou gestão pior que Kassab
Análise: Reprovação a Kassab reflete demanda por ações mais amplas


Quem diz não são especialistas em trânsito, transporte urbano e urbanismo. A análise é dos próprios paulistanos, consultados na semana passada pelo Datafolha.

A pesquisa apresentou sete possíveis soluções para o trânsito e pediu para o morador apresentar suas alternativas preferidas em primeiro, segundo e terceiro lugares.

Construir mais linhas de metrô é a solução preferida por 33% dos entrevistados, 22% apontaram a construção de novos corredores exclusivos para ônibus, 17% falaram que a saída é melhorar a qualidade dos ônibus, enquanto 14% apostam na ampliação das frotas.

Ampliar o rodízio para dois dias por semana foi a alternativa colocada em primeiro lugar por 7% dos entrevistados.

O pedágio urbano nas principais vias e a cobrança de pedágio no centro tiveram, cada um, apenas 1% de citações em primeiro lugar.

SOLUÇÕES

Quando pode apontar três soluções para o trânsito, 72% preferem o metrô e 65% falam em mais corredores.

Na gestão Gilberto Kassab (PSD) a prefeitura voltou a investir no metrô --repassou R$ 1 bilhão para novas linhas, o suficiente para menos de 5 km--, mas paralisou a política de construção de corredores --concluiu apenas a primeira etapa do Expresso Tiradentes, o antigo Fura-Fila, do parque Dom Pedro ao Sacomã e Vila Prudente.

No fim de seu mandato, Kassab abriu uma licitação para 68 km de corredores, que só ficarão prontos na gestão do prefeito eleito Fernando Haddad (PT) --ele prometeu 150 km no total.

EXPECTATIVA

O eleitor tem uma expectativa positiva sobre a gestão Haddad: 62% acreditam que ele fará um governo ótimo ou bom e apenas 8% apostam que será ruim ou péssimo.

O fator que mais influenciou o eleitor na hora de escolher o candidato foi a situação da cidade (50% disseram que teve muita influência), mais até do que as propostas dos candidatos (47%).

O julgamento do Mensalão teve muita influência para 32% dos eleitores, mas 51% disseram que isso teve nenhuma influência.

 O apoio de outros políticos não influenciou em nada para 75%.

http://www.jornalfloripa.com.br/brasil/index1.php?pg=verjornalfloripa&id=29196 

Concurso escolhe pintura para monotrilho da Zona Leste de SP

Proposta do artista plástico JP Ferreira recebeu mais votos.
Primeiro trecho da linha deve ser entregue em 2013.

Um concurso elegeu a pintura dos trens do monotrilho da futura Linha 15-Prata, que circulará pela Zona Leste de São Paulo.

O modelo em tamanho real do carro foi apresentado nesta terça-feira (6) na feira “Negócios nos Trilhos”, no Expo Center Norte, na Zona Norte da capital paulista.

A pintura foi a vencedora de um concurso promovido pelo Metrô que reuniu mais de 2 mil artistas. 

A arte “Multi Color SP”, do artista plástico JP Ferreira, concorreu com outras 19 na fase final da votação. Foram mais de 128 mil acessos e 70 mil votos.

Segundo o Metrô, a proposta artística de JP Ferreira será aplicada em dois carros de cada um dos 54 trens desta linha. A Linha 15-Prata terá mais 25 km de extensão e 17 estações. 

O primeiro trecho do monotrilho, entre a Vila Prudente e o bairro do Oratório, deve ser entregue em 2013.

Monotrilho de São Paulo entra em operação só após a Copa

A primeira fase da linha 17-ouro do metrô, na zona sul de São Paulo, só entrará em operação após a Copa do Mundo, em 2014.

O trecho entre o aeroporto de Congonhas e a marginal Pinheiros, que será feito por meio de monotrilho e terá oito estações, deve ficar pronto apenas depois de julho, após o mundial, que começa em 12 de junho. 

A previsão do governo do Estado era que estivesse em funcionamento antes da Copa.

"A obra será entregue no segundo semestre", anunciou ontem o governador Geraldo Alckmin (PSDB), no canteiro de obras na avenida Jornalista Roberto Marinho.

Em entrevista à Folha, em seu gabinete no início do ano, Jurandir Fernandes, secretário dos Transportes Metropolitanos do Estado, foi enfático: "Vamos inaugurar até 11 de junho, um dia antes da Copa".

Alckmin, ao ser questionado sobre a mudança, afirmou que "não é uma obra para a Copa do Mundo, mas para a cidade. É muito difícil que a obra entre em operação até junho". Com isso, nenhuma nova linha ferroviária entrará em funcionamento antes do pontapé inicial da Copa, em Itaquera.

De acordo com Fernandes, um dos problemas enfrentados na construção do monotrilho foi o atraso na obtenção do licenciamento ambiental feito pela prefeitura.

Ele e o secretário municipal de Meio Ambiente, Eduardo Jorge, chegaram a discutir o problema de forma pública. "Depois, até acabei pedindo desculpas a ele", disse ontem Fernandes.
Editoria de Arte/Folhapress


INTEGRAÇÃO

A linha 17-ouro, segundo Alckmin, será importante porque vai conectar várias outras linhas, algumas ainda obras. "Serão integradas três de metrô e uma de trem", afirmou o governador.

Caso o cronograma seja mantido, a linha 17-ouro será totalmente entregue em 2016, disse Fernandes. O mandato do governador Alckmin termina em 2014 mas, segundo ele, "tudo ficará encaminhado".

Além do trecho entre Congonhas e a marginal Pinheiros, haverá outro, que atravessará o rio Pinheiros, cortará o Panamby e o Morumbi, até a linha 4-amarela.

Do outro lado, será possível chegar, via monotrilho, à linha 1-azul, no Jabaquara.

A linha 5-lilás, que ainda vai ligar o centro de Santo Amaro à estação Santa Cruz, também terá integração com o futuro monotrilho.

O trem elevado também será conectado à linha 9-esmeralda, da CPTM, que passa por parte da marginal Pinheiros. 

A integração vai ocorrer na estação Morumbi, próxima ao shopping homônimo. 

http://www.jornalfloripa.com.br/brasil/index1.php?pg=verjornalfloripa&id=29299 

Arquivo INFOTRANSP