27 agosto 2011

Venezuela: Governo proíbe entrada de armas em transportes públicos

Caracas, 25 ago (Lusa) - O ministro das Relações Internas da Venezuela, Tareck El Aissami, anunciou hoje que os cidadãos passam a estar proibidos de entrar com armas nos transportes públicos, uma medida que pretende combater a insegurança no país.

"Foi aprovada uma resolução interministerial para proibir o porte de armas e munições nos terminais de passageiros, transportes urbanos, suburbanos e interurbanos, no sistema do Metro e no sistema ferroviário", disse o governante.
Segundo aquele responsável, a resolução foi aprovada pela Comissão Presidencial para o Controlo de Armas, Munições e o Desarmamento e tem como propósito "liberar estes espaços da violência".

http://sicnoticias.sapo.pt/Lusa/2011/08/25/venezuela-governo-proibe-entrada-de-armas-em-transportes-publicos

Jornal: desejo de sedes pode encarecer projetos de mobilidade

Sedes da Copa de 2014, Salvador (BA) e Cuiabá (MT) desejam substituir projetos de mobilidade que já estavam definidos, deixando mais cara a realização destas obras.
 
Contudo, segundo o jornal O Estado de S. Paulo, a presidente Dilma Rousseff já se manifestou contra a ideia, uma vez que, além encarecer as operações, as mudanças poderiam colocar em risco os prazos para o Mundial que será disputado no Brasil.
 
No caso de Salvador, a intenção é substituir o projeto de corredores rápidos de ônibus (BRT), cujo financiamento de R$ 541 milhões foi aprovado pela Caixa há quase um ano, pelo metrô, que custaria R$ 3 bilhões.

Além de mais caro, o metrô cobriria apenas 22 quilômetros, enquanto o BRT abrangeria 78 quilômetros. Já em Cuiabá, o objetivo é trocar o BRT por Veículo Leve sobre Trilhos (VLT.)

http://esportes.terra.com.br/futebol/brasil2014/noticias/0,,OI5313949-EI10545,00-Jornal+desejo+de+sedes+pode+encarecer+projetos+de+mobilidade.html

Como é viver em Porto Alegre, a capital do pleno emprego

Com salário de R$ 4 mil, azulejista perdeu as contas das vezes em que teve de parar o serviço para recusar ofertas de trabalho


Chamado pelo chefe no meio do serviço, Claiton Silva Vargas desceu contrariado nove lances de escadas do prédio em construção, no centro de Porto Alegre. Desde que assinou a carteira com uma construtora em dezembro, com salário mensal de até R$ 4 mil, o azulejista de 28 anos perdeu as contas do número de vezes que teve de parar o serviço para negar ofertas de trabalho. “Já estava pensando o que falaria desta vez”, disse, aliviado, ao saber que não precisaria inventar desculpas ao encontrar a reportagem do iG.


 
O azulejista Claiton: assédio diário de empregadores

Como Claiton, o assédio é corriqueiro sobre os trabalhadores da construção civil, um dos setores responsáveis por manter o desemprego da região metropolitana de Porto Alegre entre os menores do País. Segundo a última pesquisa mensal de emprego do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com dados de julho, a capital gaúcha aparece com um índice de 4,7%, ao lado de Belo Horizonte.

O resultado de Porto Alegre é 1,3 ponto percentual inferior à média nacional. O desemprego da metrópole gaúcha e dos 32 municípios dos seus arredores foi o menor nos primeiros seis meses do ano, colocando a cidade próxima da condição do pleno emprego - conceito utilizado por economistas para definir locais onde praticamente grande parte da população economicamente ativa está ocupada.

Segundo especialistas, o Brasil teria pleno emprego quando os indicadores de desemprego ficarem na faixa entre 5% e 6%.

Em dezembro, quando Claiton deixou a vida de autônomo e viu sua renda mensal dobrar com o novo emprego, o índice de Porto Alegre havia atingido 3%.

Foi a menor taxa de desocupação alcançada entre as seis regiões metropolitanas pesquisadas desde que a série começou a ser feita na década de 1980. “Estamos próximos de um cenário de pleno emprego, no qual as taxas de desemprego são consideradas friccionais (quando o trabalhador fica fora do mercado de trabalho por um curto período)”, diz o economista Flávio Fligenspan, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

O desemprego friccional é considerado uma condição natural, uma vez que sempre existirá um nível de desocupação na economia por conta dos trabalhadores que estão trocando de função ou em busca de novas oportunidades. “É inegável que se trata de uma situação muito privilegiada em termos históricos”, diz Fligenspan.

Uma conjunção de fatores conjunturais e estruturais torna a região metropolitana mais meridional do país um dos símbolos da fatura de emprego – alguns deles com características muito singulares.

Além de aproveitar o bom momento da economia brasileira, o Rio Grande do Sul tem polos industriais espalhados pelo Estado e não concentrados ao redor da metrópole.

Ao contrário de outros Estados, os movimentos migratórios em busca de emprego no Rio Grande do Sul não miram a capital e arredores, mas outras regiões como a serra gaúcha e o Norte.

O município de Caxias do Sul, na Serra, é o campeão em atração de novos migrantes, segundo dados do IBGE. Por isso, segundo economistas, a situação do pleno emprego da cidade é tão particular. Sem os migrantes e os desempregados que rondam zonas industriais das demais capitais brasileiras, Porto Alegre e região apresentam maior equilíbrio entre a oferta de trabalho e a demanda por emprego.

Governo do DF lança obras de VLP

O governo do Distrito Federal lançou, na quinta-feira, as obras do VLP (Veículo Leve sobre Pneus), que ligará Brasília às cidades satélite de Gama e Santa Maria.

As obras estão orçadas em R$ 530 milhões e ficarão prontas até junho de 2013, quando será realizada em Brasília a Copa das Confederações, considerada evento teste para a Copa do Mundo de 2014.

A expectativa é que VLP reduza o tempo de viagem das duas cidades-satélite até o Plano Piloto de 90 para 40 minutos. “É um transporte seguro, confortável e rápido, que no horário de pico vai levar 20 mil passageiros por hora”, destacou o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz.

VLP

O Corredor Eixo Sul ligará as regiões administrativas de Santa Maria, Gama e Park Way, além do Entorno Sul, ao Plano Piloto. Nesses locais estão localizadas as consideradas cidades de maior concentração populacional do DF.

Estão previstas linhas de ônibus expressas (sem interrupções) e linhas com estações de embarque e desembarque, integradas ao Metrô-DF na Estação Terminal Asa Sul. O projeto compreende, além do corredor exclusivo, um centro de controle operacional, 15 estações, 15 passarelas e dois terminais.

Os ônibus circularão em faixas exclusivas, criadas nos canteiros centrais ao longo de quase 42km de corredors. O novo sistema terá ramais no Gama (8,7km de extensão) e em Santa Maria (5,3km). O trecho se tornará único a partir de um ponto de encontro na BR-040, a 27,8km de dois pontos de desembarque no Plano Piloto.

Minha vida sem carro pela primeira vez

Caros leitores,

viajo daqui a pouco para fazer uma reportagem sobre o mundão da Festa do Peão de Barretos que será publicada na revista "Brasileiros". Volto no domingo.

Por este motivo, peço um pouco de paciência porque não sei quando será possível fazer a moderação e atualização do Balaio.

Abraços,
Ricardo Kotscho
***
Numa época em que muita gente sonha em comprar seu primeiro carro, eu só pensava em vender o meu último. Pensava, pensava e, na hora, desistia.

Desde o dia em que completei 18 anos, nunva vivi um dia sem carro próprio. Tinha acabado de entrar na faculdade, e ganhei o primeiro da minha mãe, que trabalhava na DKW-Vemag , tirava carro com desconto.
Sou de uma época e de uma geração em que as pessoas não podiam imaginar a vida sem ter um automóvel na garagem. Quem podia comprava carro muito antes de pensar na casa própria.

Hoje, será meu primeiro dia literalmente  a pé. Na tarde desta quinta-feira, 25 de agosto, cinquentenário da renúncia do Jânio, entreguei minha TR-4 2008, novinha, só com 15 mil quilômetros rodados, ao Nico, amigo de um dos meus genros, que tem uma loja de automóveis na famosa boca da Barão de Limeira velha de guerra, onde ficam a "Folha" e os muitos bares da vida por onde andei quando trabalhei lá.

O Nico até estranhou ao vê-lo porque, embora já tenha três anos de uso, parecia ter acabado de sair da revendedora. Até os pneus estão novos.

O leitor poderá me perguntar: e eu com isso? Está querendo me vender teu carro? Não, apenas queria deixar aqui este registro para que vocês também pensem na possibilidade de viver sem carro. É a única forma de São Paulo sair deste sufoco de congestionamentos e poluição.
Estou fazendo a minha parte. Fui deixando o carro aos poucos, mais parado no estacionamento do que andando, um tanto por preguiça de dirigir, e também por medo, confesso.
Depois de viver algum tempo fora, na Alemanha, em Curitiba e Brasília, não consegui mais me acostumar com o trânsito cada vez mais maluco desta cidade, os motoboys enlouquecidos, sem lugar para estacionar, todo mundo nervoso, malacos rondando os cruzamentos, faróis quebrados, assaltos e aquilo tudo que os paulistanos enfrentam todos os dias.
Acostumei-me a fazer a maior parte das coisas de que preciso a pé e descobri que é possível, sim, viver sem carro. Em último caso, pego um táxi ou chamo a ambulância. Tenho 35 mil motoristas à minha disposição em São Paulo, sem falar em ônibus, metrô...
Nos últimos tempos, só tirava o carro da garagem para sair de São Paulo, ir para o sítio ou a praia. Não me conformava com o desperdício de dinheiro _ impostos, taxas, estacionamento, etc _ sem quase utilizar o dito cujo.
Agora que estou livre dele me sinto mais leve.

http://noticias.r7.com/blogs/ricardo-kotscho/2011/08/26/minha-vida-sem-carro-pela-primeira-vez/

Antuérpia: antigas estações de metro e esgotos abandonados transformadas em museu?


Os longos quilómetros de túneis esquecidos de Antuérpia, na Bélgica, poderão ser transformados, nos próximos anos, em museus arqueológicos, caso a proposta de Jon Martin, da Universidade do Nebraska, seja agarrada pelo município.

Na verdade, a proposta é meramente académica, visto o projecto fazer parte da tese de mestrado de Martin, mas poderá fazer sentido para uma cidade famosa pelos seus túneis subterrâneos, desde esgotos abandonados e passagens de metro encerradas.

De acordo com Martin, este projecto é inspirado no livro Austelitz, de W.G. Sebald, e explora as fundações arquitectónicas de Antuérpia, a sua arqueologia e cinema.

O livro baseia-se na arquitectura como uma narrativa – aqui começa a inspiração de Martin para o projecto. O arquitecto propõe-se a transformar os túneis abandonados por baixo da estação central de Antuérpia num Museu da Auto-Arqueologia. Aí, os visitantes do museu podem circular de um lado para o outro, perto de uma piscina, e entram na primeira galeria.

Esta – um longo túnel com três caminhos diferentes – lida com o tema do obscuro. No final desta primeira galeria, os visitantes chegam à galeria principal, cujo tema principal é a arqueologia.

Aqui, os visitantes poderão perceber melhor a história da arquitectura da cidade através da narrativa da sua fundação.

Depois da galeria principal, os visitantes viajam até um túnel com uma tela cinematográficas que projecta acontecimentos históricos. Aí, podem entrar noutro longo túnel, recheado de arquivos históricos, até regressarem à entrada.

O Inhabitat diz que transformar os túneis esquecidos de Antuérpia num museu “revive o passado da cidade e ilumina os seus residentes e visitantes”. E torna útil “um espaço abandonado”.

http://www.greensavers.pt/2011/08/26/antuerpia-antigas-estacoes-de-metro-e-esgotos-abandonados-transformados-num-museu/

25 agosto 2011

Revista dos Transportes Públicos (ANTP)

Revista dos Transportes Públicos (ANTP)


http://portal1.antp.net/site/bbtc/rtp/default.aspx

24 agosto 2011

Coleta assinaturas por tarifa zero no transporte em São Paulo é iniciada

Lei de iniciativa popular se baseia em projeto da gestão da prefeita Luiza Erundina

São Paulo - O Movimento do Passe Livre (MPL) iniciou campanha para reunir 500 mil assinaturas a favor de um projeto de lei de iniciativa popular que defende a tarifa zero nos ônibus municipais da capital paulista. A apresentação do texto aconteceu na sexta-feira (19) à noite, com a participação da deputada federal Luiza Erundina (PSB) e de Mauro Zilbovicius, co-autor da redação da proposta.

O MPL pretende fazer ações para divulgar o projeto e recolher assinaturas. Mais detalhes são apresentados no site oficial da campanha. A iniciativa se baseia em um projeto adotado na gestão de Erundina na prefeitura de São Paulo (de 1989 a 1992). A atual deputada mostrou-se emocionada com o entusiasmo dos jovens em relação a seu projeto, elaborado há quase 20 anos.

Ela lembrou que a ideia ousada foi um desafio, mas não pode ser aplicada em sua gestão. A ex-prefeita explicou que essa política de transporte foi amplamente discutida com a população, por meio de audiências públicas e plenárias populares.

O projeto foi elaborado pelo então secretário de transporte de sua gestão, Lúcio Gregori, e envolvia custear o transporte coletivo de maneira indireta, por meio de um fundo composto a partir de parte da arrecadação do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Erundina disse que vai lutar pela causa em âmbito federal, com uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para que o transporte seja considerado um direito social.

"O IPTU é um dos únicos impostos que o poder local pode modificar", justifica a deputada. "Não foi um aumento grande o que propusemos: o mais rico iria pagar mais e quem não tivesse propriedade não ia pagar nada. O projeto era viável, mas tínhamos minoria na Câmara e não foi aprovado", relembra a ex-prefeita.

O professor da Universidade de São Paulo (USP), Mauro Zilbovicius, explica que, hoje, a tarifa atrapalha até na circulação dos corredores de ônibus em São Paulo. Segundo ele, o fato de muitas linhas circularem nas principais vias com destino a locais diferentes sobrecarrega o sistema. Se a tarifa não existisse o ônibus poderia circular de uma maneira parecida com o metrô, com linhas que ligassem as periferias ao centro em sua total extensão fazendo com que as pessoas embarcassem no primeiro carro disponível que lhes servisse, fazendo quantas conexões fossem necessárias – atualmente, o bilhete único permite, no máximo, tomar quatro carros em até três horas.

Atualização


O projeto atual, do MPL, também defende a criação de um fundo dos transportes, reunindo todos os recursos da área e o repasse da arrecadação de impostos de forma progressiva (os mais ricos pagariam mais). O MPL pretende entregar o projeto à Câmara dos Vereadores apenas depois de reunir as assinaturas necessárias. Seria uma forma de mostrar o apoio popular à gratuidade do transporte.

Para Nina Capello, integrante do MPL, o projeto quer mostrar à população uma nova maneira de pensar a mobilidade urbana. "Os ônibus hoje vão da periferia para o centro e vice-versa; como se as pessoas só precisassem ir de casa para o trabalho.

Muita gente não conhece a cidade de verdade." O MPL e outros movimentos sociais colocaram a questão do transporte em pauta em 2011 com pelo menos 10 manifestações nas ruas contra o aumento de R$ 2,70 para R$ 3, promovido pela administração do prefeito Gilberto Kassab (ex-DEM, rumo ao PSD) em janeiro deste ano.

Após três meses de protestos, um diálogo inédito foi estabelecido entre os poderes Executivo e Legislativo paulistano até a realização de uma audiência pública com o secretário de Transportes e algumas rodadas de negociação. Sem resultados concretos, o vereador Ítalo Cardoso (líder do PT na Câmara) chegou a entrar com pedido de revisão da tarifa, julgado nesta semana em favor da prefeitura.

Depois de realizar protestos no início do ano contra aumento da tarifa, movimento organiza coleta de assinaturas para projeto de lei que garantiria o passe livre

Nova linha Amarela abre espaços comerciais.

Até 2014, serão 200 novos pontos em novas estações.


Em São Paulo, a nova linha do metrô abre espaços comerciais. Hoje, ter uma loja instalada numa estação significa ter ponto estratégico para um público alvo definido. Os passageiros, na maioria das vezes, compram por impulso.

São 3,7 milhões de usuários por dia no metrô de São Paulo. Montar um pequeno negócio no local é a chance de começar pensando grande. Afinal, esse é ou não o sonho de qualquer empresário: um exército de consumidores em frente da loja, fazendo fila para comprar?

O metrô de São Paulo tem hoje 62 estações. Nelas, há negócios de todos os tamanhos e tipos. Vendem roupas, livros, bijuterias, relógios, sapatos e lanches rápidos. “Essas lojinhas estão em um ponto estratégico. A gente chega de metrô, vai pegar o ônibus, para para um lanchinho rápido, né?”, diz Cinthia Bettoi Pais, professora.
Mas nem sempre consumidor passando na frente é igual a venda. É preciso dar um empurrãozinho para ele entrar. A dica de uma loja de bolsas e sapatos é pendurar produtos bem na frente e caprichar na iluminação da vitrine.

Quem quiser ter um negócio no metrô precisa participar de uma licitação pública. Os editais são publicados pelos jornais de grande circulação, no Diário Oficial Empresarial e no site www.metro.sp.gov.br.

A proposta a ser encaminhada deve partir dos preços mínimos estabelecidos pelo metrô. Os aluguéis variam, conforme o tamanho do espaço e a estação. Uma pequena máquina de autoatendimento paga a partir de R$ 800 por mês. Uma loja de quatro metros quadrados custa a partir de R$ 2.100.

O metrô recebe as propostas lacradas e faz a abertura em data marcada, na presença dos interessados. É como um leilão, ganha quem oferece o maior valor. “E esse aluguel é versátil. A pessoa pode participar de uma licitação, e assinar um contrato de dois anos, renováveis por mais dois anos. Mas ela também pode obter uma carta de autorização de uso para ficar um mês, às vezes até 24 horas para fazer algum evento numa estação”, afirma Sérgio Avelleda, presidente do Metrô.

Mas para a nova linha Amarela, que está sendo inaugurada, não há necessidade de licitação. A negociação é direta com a concessionária do percurso, a Via Quatro. A preferência é por produtos práticos e baratos.

“Então é um negócio que seja de rápido acesso, semi-pronto. Então um pão de queijo, um café. Também pode ser uma revista, um livro ou algo que permita ele deixar de manhã e pegar de tarde, exemplo de lava roupa, fazer ajuste em uma determinada roupa, concertar um sapato, coisa dessa natureza”, afirma Luis Valença, diretor da Via Quatro.

Quem já montou um negócio no metrô, nem pensa em sair. Uma loja de noivas, por exemplo, apostou com tudo no espaço. De um lado, a loja fica em frente a uma rua. Dentro, continua por toda a estação. Na verdade, a empresa alugou e uniu cinco lojas numa só, e fez uma das maiores vitrines que já se viu no metro. São 30 metros quadrados de extensão, até chegar ao outro lado da estação, que dá para outra rua. É visibilidade para todos os lados, e a empresa não precisa nem fazer muita propaganda do negócio, é só caprichar na vitrine, que consumidor passando e olhando, tem o dia inteiro.

O empresário Caio Capelletti montou a loja de noivas em 2005. Ele mostra que o campo de visão é estratégico. “Nove a cada dez pessoas que sobem as escadas viram à direita, e aí elas tem a visão da minha vitrine. Um ponto totalmente estratégico”, diz.

Com a loja no metrô, o empresário fez um golaço nos concorrentes que ficam numa famosa rua de noivas a três quarteirões do local. “Com essa loja, nós somos os primeiros a poder mostrar nossa qualidade e nosso produto para as noivas”, diz. A loja fatura R$ 90 mil por mês.

“A gente já desce do metrô e já tem acesso à loja, não precisa procurar estacionamento nem precisa vir de carro porque o metrô facilita”, diz a consumidora Rosana Pereira da Silva.
Também é possível alugar espaços inteiros na rua, que ficam do lado da estação e pertencem ao metrô. É o caso da estação República, no centro, onde a empresária Cinthia Capela montou uma loja de bijuteria. Cyntia paga aluguel alto, de R$ 8.530 por mês, mas garante que vale a pena. “Você tem uma garantia muito alta de retorno de investimento, porque gente passando na frente da sua loja você vai ter sempre”, diz.

Segundo a empresária, o publico de metrô tem pressa. Por isso, ela investe em atendimento. A loja tem cinco funcionárias treinadas para atender com rapidez. “Você tem que investir muito em qualidade de atendimento, em rapidez de atendimento, porque senão a pessoa desiste da compra, mesmo porque ela vai comprar ou indo para o trabalho, ou voltando, ou na hora de almoço”, diz.

Hoje, o metrô de São Paulo tem 81 lojas abertas. Até 2014, serão inaugurados mais 200 pontos comerciais em novas estações. Oportunidade para bons negócios com público certo.



 

Japão faz estudo de transportes para a capital de Moçambique

Maputo, Moçambique, 22 Ago – A Agência Japonesa de Cooperação Internacional (JICA) vai efectuar um estudo destinado a estabelecer um plano-director de transportes para o Maputo, foi anunciado oficialmente na capital de Moçambique.

O estudo avaliado em 2 milhões de dólares será suportado, integralmente, pelo Japão pretende encontrar soluções para minimizar a falta d transporte no Maputo.

Segundo a JICA o estudo prevê ainda fazer o levantamento das rotas para a circulação e faixas dedicadas a autocarros de transporte semi-colectivos de passageiros.

O presidente da Câmara Municipal do Maputo que assinou o documento com a JICA referiu que nos planos do estudo está a criação do metro que permitirá reforçar o sistema d transporte de pessoas


http://www.macauhub.com.mo/pt/2011/08/22/japao-faz-estudo-de-transportes-para-a-capital-de-mocambique/

Agência francesa vai investir em projetos de mobilidade pública no Rio de Janeiro

O Governo do Estado do Rio de Janeiro e a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) deram mais um passo em direção a uma parceria que vai gerar investimentos da ordem de 500 milhões de euros em projetos de mobilidade pública no Rio.
Representantes da entidade francesa tiveram um encontro com o secretário de Transportes, Julio Lopes, e o secretário de Fazenda, Renato Villela, para conhecer os detalhes dos projetos de mobilidade urbana desenvolvidos pelo Governo do Estado.
As negociações entre o Estado e a AFD começaram em julho, em Paris, numa reunião com o governador Sérgio Cabral. No encontro da última sexta- feira foi confirmada a intenção do investimento, que deve priorizar a construção da Linha 4 do metrô do Rio, obra que beneficiará 240 mil pessoas diariamente.
– A reunião foi um sucesso. O governo está muito otimista e confiante no andamento da parceria com a Agência Francesa. A oportunidade foi importante para esclarecer o cronograma de obras da Linha 4, que está com um mês à frente de seu planejamento de execução.

Ao final, os representantes franceses ficaram muito satisfeitos com o que viram – afirmou o secretário Julio Lopes.
O próximo passo será a vinda de técnicos franceses ao Brasil. Eles estarão no país em setembro para fazer uma análise macroeconômica do cenário brasileiro. Na ocasião, os técnicos aproveitarão para conhecer de perto os avanços desenvolvidos pelo Governo do Rio no setor de mobilidade pública.


http://www.jb.com.br/rio/noticias/2011/08/22/agencia-francesa-vai-investir-em-projetos-de-mobilidade-publica-no-rio-de-janeiro/

Portas em plataformas podem demorar

Metrô informa que não há prazo para instalação de portas nas estações da Linha 3, a mais movimentada do sistema

O Metrô de São Paulo ainda não tem prazo para instalar as portas nas plataformas das estações da Linha 3-Vermelha, a mais movimentada do sistema.

A Companhia do Metropolitano de São Paulo alega que a empresa que venceu a licitação passa por dificuldades financeiras e, por isso, corre o sério risco de quebra de contrato.

A necessidade das portas nas plataformas surgiu nas estações da Linha 4-Amarela, devido ao sistema driverless, no qual os trens não têm operador. No entanto, a ideia passou a ser aplicada também no ramal convencional.

Atualmente, além das estações em operação na Linha 4-Amarela, também contam com o dispositivo as estações Vila Prudente, Tamanduateí e Sacomã, da Linha 2-Verde.

Metrô quer ampliar Linha 4 até o Pari


Ainda em fase de projeto, ligação só deve acontecer daqui a 9 anos. Linha Amarela passa a operar em horário normal no próximo mês

A Linha 4-Amarela deve ser estendida. Projetada inicialmente para terminar na estação da Luz - com inauguração prevista para o fim do mês que vem –, a linha deve ser ampliada até o Pari, ideia existente em projetos iniciais da rede.

Segundo o Metrô, o projeto da obra deve ficar pronto no ano que vem. Mas a ampliação só deve ser concluída em 2020, daqui a nove anos.

O Metrô não confirma, mas a ligação com a futura parada no Pari provavelmente utilizará um túnel de 447 metros que sai da Luz. A ideia é estender a passagem até a nova estação.

A partir do mês que vem, com as inaugurações das estações República e Luz, o túnel servirá para manobras e estacionamentos de trens.

Além das novas estações, no próximo mês, o Metrô diz que a Linha Amarela vai funcionar em horário normal, das 4h40 à 0h.

Projeto de extensão da Linha 4-Amarela ficará pronto no ano que vem  / Arquivo/ AE

http://www.band.com.br/noticias/transito-sp/noticia/?id=100000451278

Empresas questionam opção pelo metrô em Salvador


E querem reverter resultado do PMI da mobilidade, em favor de outro sistema: monotrilho ou BRT


A construtora Queiroz Galvão, que propôs a implantação do monotrilho, e a Metropasse (Associação Baiana de Transportes Metropolitanos), que sugeriu construir BRT no corredor entre Lauro de Freitas e a Rótula do Abacaxi (Acesso Norte), recorreram do resultado final do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) do governo do estado, que optou pelo metrô como modal para o trecho, informa hoje (23) o jornal A Tarde.

O questionamento, ainda na esfera administrativa, pode virar ação judicial caso a resposta do estado não agrade às empresas, que esperam mudar o resultado do PMI.

A secretaria de Planejamento tem até a quinta-feira (25) para dar uma resposta aos questionamentos. "Não concordamos com o parecer e achamos que nossa proposta não foi analisada como deveria", reclama o diretor comercial da Queiroz Galvão, Nelson Moura, ao jornal baiano. Segundo ele, o modelo  do monotrilho custa menos, é de construção mais rápida e transporta grande número de pessoas.

Nenhum representante da Metropasse deu declarações a respeito.


Novos trens do metrô soteropolitano (Estação do Acesso Norte) 
 
 
 

Transporte público no RJ deve ter planos de segurança

São Paulo - A Comissão de Transportes da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) requisitou em audiência, hoje, os planos de contingência de segurança do Metrô Rio e da Barcas S/A, que atua no transporte aquaviário.

A solicitação foi feita pelo deputado Marcelo Simão (PSB) durante reunião em que os deputados buscaram saber detalhes sobre o número de agentes de segurança e o tipo de treinamento oferecido pelas duas concessionárias.

Segundo Simão, a análise dos planos irá contribuir para o trabalho da comissão, que pretende fiscalizar e melhorar a segurança no transporte de massa.

Os planos serão analisados e, para aumentar a segurança dos usuários, sugestões de melhorias serão feitas para as concessionárias. Péricles Magalhães, coordenador de Segurança do Metrô Rio, falou sobre o episódio ocorrido em abril deste ano, quando um segurança agrediu um usuário acusado de pular a roleta na Estação Botafogo, zona sul do Rio. Magalhães classificou o episódio como "um caso isolado" e afirmou que o agente foi demitido.

Magalhães informou ainda que existem cerca de 400 agentes de segurança e 800 câmeras de monitoramento espalhadas pelas estações e que perto de 50 ocorrências são registradas por mês no metrô, a maioria envolvendo pequenos furtos e desentendimentos entre passageiros.
 
Já Hugo Quiroga, coordenador-geral da Barcas S/A, afirmou que a empresa conta com companhias terceirizadas de segurança e que nas embarcações a própria tripulação é treinada pela Marinha para atuar.

Bilhetes do Metrô passarão a ser emitidos na forma de cartão

O novo sistema de bilhetagem começou a ser implantado na Imbiribeira e será levado a todas as 36 estações do metrô


Um novo sistema passará a funcionar na bilhetagem do metrô do Recife. Os passageiros deixarão, gradualmente, de usar bilhetes de papel que serão substituídos por cartões parecidos com o VEM, utilizados nos ônibus da cidade.  O novo sistema de bilhetagem começou a ser implantado na Imbiribeira e será levado a todas as 36 estações do metrô.

A princípio, haverá cartões para uma viagem só, o de múltiplos de dez viagens e o personalizado, com foto. Até o final do ano, serão feitos cartões específicos pra idosos e pessoas com deficiência. Não haverá aumento de tarifa por conta da mudança.

O coordenador da implantação de bilhetagem no Metrô do Recife, Flávio Espindola, conta como está sendo a transição: “Nós começamos essa implantação com a estação da Imbiribeira. A próxima estação será a Antônio Falcão e a partir da daí todas as outras. Ate é 31 de dezembro de 2012, implantaremos a tecnologia e todas as estações“.

Reprodução / TV Globo
Foto: Reprodução / TV Globo

Reprodução / TV Globo
Foto: Reprodução / TV Globo

Reprodução / TV Globo
Foto: Reprodução / TV Globo

http://pe360graus.globo.com/noticias/cidades/transporte/2011/08/24/NWS,537889,4,239,NOTICIAS,766-BILHETES-METRO-PASSARAO-SER-EMITIDOS-FORMA-CARTAO.aspx

Metrô abole bilhetes de papel e adota cartões para usuários

vídeo:

Copa 2014: Dilma aprova construção do VLT em Cuiabá, diz governo


Governador do Mato Grosso diz que presidente teria autorizado mudança do modal


O governo de Mato Grosso afirma que a presidente Dilma Rousseff aprovou ontem (23) a mudança do projeto de mobilidade urbana para a Copa em Cuiabá.

Agora, para que o estado construa o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na capital mato-grossense, há necessidade apenas de um parecer técnico do Ministério dos Transportes. O governador Silval Barbosa está em Brasília para viabilizar o acordo.

O modal sobre trilhos substituirá um sistema de corredores rápidos de ônibus chamado BRT (Bus Rapid Transit). A construção do BRT para a Copa estava prevista desde janeiro de 2010 –as obras deveriam ter começado em dezembro.

Com a troca de governo no início deste ano, as pressões pela construção do VLT ficaram mais fortes. Os apoiadores do modal, que é uma espécie de bonde ou metrô de superfície, afirmam que o sistema é mais moderno, menos poluente e exige uma quantidade menor de desapropriações.

No entanto, o custo pode ser mais que o dobro do BRT, passando de R$ 1,1 bilhão. O governo de Mato Grosso ainda não apresentou estudos detalhados nem um orçamento para a implantação do VLT.

Para bancar a troca de projeto, o governo federal exige que as obras estejam prontas antes da Copa de 2014.

O governo mato-grossense teve que receber o aval da União para a troca de modais porque as obras de transporte da Copa estão inscritas no PAC da Mobilidade Urbana, com recursos garantidos pelo FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

Em reunião com os governadores da Copa em maio, Dilma exigiu que as obras comecem até dezembro. Caso contrário, perderão as condições privilegiadas de financiamento e entrarão nos projetos comuns do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

Para o Mundial, as 12 cidades-sede inscreveram 50 projetos de mobilidade urbana. O valor das obras chega a R$ 11,9 bilhões, sendo que R$ 7,8 bilhões virão de financiamento federal.


Modelo de VLT que deve ser adotado em Cuiabá
 

SuperVia promete aumentar número de trens ainda em setembro

Durante audiência pública da Comissão de Transportes da Assembléia Legislativa do Rio (Alerj) realizada nesta quarta-feira (24), o presidente da Supervia, Carlos José da Cunha, anunciou os planos de metas da empresa para a melhoria do sistema. Entre os objetivos apresentados estão o aumento de 70 mil vagas disponíveis para o tráfego diário até abril de 2012, graças a um novo sistema de intervalos, e a entrada em operação de novos trens. 
“O primeiro trem comprado na China está a caminho do Brasil e deve chegar já em setembro. Ele vai passar por um período de testes de cerca de 20 dias, e então outros 30 trens já comprados vão começar a chegar, numa média de 4 por mês a partir de novembro”, afirmou Cunha. 
Presidente da Comissão de Transportes, o deputado Marcelo Simão (PSB) considerou positivos os dados apresentados, e afirmou que pretende cobrar a consolidação de todas as metas apresentadas.  “Espero que com esta nova administração os investimentos aconteçam de fato. Queremos ver tudo isso funcionando, porque a população do Rio não aguenta mais ficar esperando”, declarou o deputado.
O presidente da empresa explicou que existem dois programas de metas, um de longo e outro de curto prazo. “Entre os investimentos de longo prazo estão a compra dos novos trens e a mudança no sistema de sinalização para um sistema automatizado, permitindo uma redução no intervalo entre as composições, que hoje é de oito a dez minutos no ramal de Deodoro, e vai ser reduzido para três minutos, um padrão de metrô de superfície”, pontuou. “Além disso, 73 trens da frota atual serão reformados, com a mudança interna e instalação de ar-condicionado”, anunciou. 
Segundo a concessionária, atualmente o sistema opera com base em horários de saída dos trens, e a entrada em operação do esquema baseado em intervalos vai permitir que sejam feitas 40 viagens a mais por dia, garantindo o aumento de vagas até abril do ano que vem. 

Segundo a companhia, as mudanças serão concluídas no ano de 2016, totalizando R$ 1,2 bilhões de investimento por parte da empresa. Membro da comissão, o deputado Alessandro Calazans (PMN) parabenizou a concessionária pelas metas apresentadas. “Eu vejo na Supervia a preocupação efetiva de melhorar o serviço. Percebo a vontade de se trazer uma melhora efetiva para o usuário, coisa que não observo no MetrôRio, por exemplo”, afirmou o parlamentar.


http://www.jb.com.br/rio/noticias/2011/08/24/supervia-promete-aumentar-numero-de-trens-ainda-em-setembro/

20 agosto 2011

Comissão aprova incentivo a transporte ferroviário de passageiros

A Comissão de Viação e Transportes aprovou na última quarta-feira (10) o Projeto de Lei 516/11, do deputado Leonardo Quintão (PMDB-MG), que estende para obras e serviços relacionados ao transporte ferroviário de passageiros os benefícios fiscais do Regime Tributário para Incentivo à Modernização e à Ampliação da Estrutura Portuária (Reporto), já aplicado ao transporte ferroviário de mercadorias.
 
Para o relator da proposta, deputado Giroto (PR-MS), os incentivos tributários devem facilitar a ampliação dos sistemas de transporte ferroviário de passageiros no Brasil. “Esse é o modal mais adequado para o transporte de massas populacionais nas grandes cidades e, certamente, contribuirá para a melhoria da mobilidade urbana em nosso país”, disse.

O Reporto (Lei 11.033/04) garante a suspensão do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI); da contribuição para o PIS/Pasep; da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e, quando for o caso, do Imposto de Importação para operações destinadas a carga, descarga e dragagem de portos e, também, para o transporte ferroviário de mercadorias.

O PL 516/11 equipara o transporte ferroviário de passageiros ao de cargas. Assim, além de tornar o transporte ferroviário de passageiros objeto da isenção fiscal, a proposta torna potenciais beneficiários do Reporto o concessionário e as empresas responsáveis pela construção da infraestrutura ou pela prestação do serviço de transporte de passageiros sobre trilhos.

Tramitação

A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Estudo aponta macrometrópole em SP com 29 milhões de habitantes

Macrometrópole (Foto: Editoria de Arte/ G1)
 
 

As 153 cidades concentram 82% do PIB de SP.
Governo aponta mobilidade urbana como principal problema a resolver.


O governo de São Paulo publicou no dia 9 estudo que identifica um conjunto de 153 cidades situadas no raio de 200 km da capital paulista que formam, segundo critérios internacionais, a macrometrópole paulista, descrita pelo secretário de Desenvolvimento Metropolitano de São Paulo, Edson Aparecido, como a quarta maior do planeta.  Ela concentra 72% da população e 82% do Produto Interno Bruto (PIB) do estado.

Com 96% da população em área urbana, essa megacidade sugere aos planejadores um primeiro desafio: articular políticas de integração que garantam maior mobilidade urbana, uma vez que seus habitantes trabalham em uma cidade, moram em outra, compram e se divertem em uma terceira.

A macrometrópole descrita no estudo realizado entre 2009 e 2010 pela Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano (Emplasa) e pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) tem números que impressionam: são três aeroportos (Cumbica, Congonhas e Viracopos), o Porto de Santos, principal da América Latina, e as principais rodovias e ferrovias do país. Ao lado da infraestrutura, destaca-se entre as macrometrópoles do mundo como a única que tem ativos ambientais, como as serras do Mar, da Cantareira e da Mantiqueira.

Cidades e regiões da macrometrópole
 
  
Aglomeração urbana de JundiaíCabreúva
Campo Limpo Paulista
Itupeva
Jarinu
Jundiaí
Louveira
Várzea Paulista
Aglomeração urbana  de PiracicabaÁguas de São Pedro
Analândia
Araras
Capivari
Charqueada
Conchal
Cordeirópolis
Corumbataí
Elias Fausto
Ipeúna
Iracemápolis
Leme
Limeira
Mombuca
Piracicaba
Rafard
Rio Claro
Rio das Pedras
Saltinho
Santa Gertrudes
Santa Maria da Serra
São Pedro
Aglomeração urbana  de SorocabaAlumínio
Araçoiaba da Serra
Boituva
Capela do Alto
Cerquilho
Cesário Lange
Conchas
Iperó
Itu
Jumirim
Laranjal Paulista
Pereiras
Porangaba
Porto Feliz
Quadra
Salto
Salto de Pirapora
Sorocaba
Tatuí
Tietê
Torre de Pedra
Votorantim
 

Aglomeração Urbana
São José dos Campos

Aparecida
Caçapava
Cachoeira Paulista
Canas
Cruzeiro
Guaratinguetá
Igaratá
Jacareí
Lavrinhas
Lorena
Monteiro Lobato
Pindamonhangaba
Piquete
Potim
Queluz
Roseira
São José dos Campos
Taubaté
Tremembé
Microregião Bragantina
Atibaia
Bom Jesus dos Perdões
Bragança Paulista
Joanópolis
Morungaba
Nazaré Paulista
Pedra Bela
Pinhalzinho
Piracaia
Tuiuti
Vargem
Microregião São Roque
Araçariguama
Ibiúna
Mairinque
Piedade
São Roque
 
Região Metropolitana
da Baixada Santista
Bertioga
Cubatão
Guarujá
Itanhaém
Mongaguá
Peruíbe
Praia Grande
Santos
São Vicente
Região Metropolitana
de Campinas
Americana
Artur Nogueira
Campinas
Cosmópolis
Engenheiro Coelho
Holambra
Hortolândia
Indaiatuba
Itatiba
Jaguariúna
Monte Mor
Nova Odessa
Paulínia
Pedreira
Santa Bárbara d'Oeste
Santo Antônio de Posse
Sumaré
Valinhos
Vinhedo

Região Metropolitana
de São Paulo
Arujá
Barueri
Biritiba-Mirim
Caieiras
Cajamar
Carapicuíba
Cotia
Diadema
Embu
Embu-Guaçu
F. de Vasconcelos
Francisco Morato
Franco da Rocha
Guararema
Guarulhos
Itapecerica da Serra
Itapevi
Itaquaquecetuba
Jandira
Juquitiba
Mairiporã
Mauá
Mogi das Cruzes
Osasco
Pirapora do B. Jesus
Poá
Ribeirão Pires
Rio Grande da Serra
Salesópolis
Santa Isabel
Santana de Parnaíba
Santo André
São Bernardo
São Caetano do Sul
São L. da Serra
São Paulo
Suzano
Taboão da Serra
V.Grande Paulista
 
"Dentro daqueles critérios que internacionalmente constatam a constituição de uma macrometrópole, esse processo (de criação) está totalmente configurado, consolidado", disse ao G1 o secretário de Desenvolvimento Metropolitano de São Paulo, Edson Aparecido. "Essa nossa região constitui a quarta macrometrópole do planeta. Só ficamos atrás de Tóquio, Mombai, Cidade do México", afirmou.

Constatada a macrometrópole e a ideia de que ela disputa investimentos com outras macrometrópoles do mundo, o próximo passo, segundo Aparecido, é dar caráter institucional à região para facilitar o planejamento, financiamento e execução de projetos de integração.

Como por lei não cabe ao governo do estado criar uma macrometrópole (isso é tarefa do governo federal), o caminho escolhido foi oficializar as quatro aglomerações urbanas, duas microregiões e três regiões metropolitanas que a constituem. Aparecido afirmou que a institucionalização da macrometrópole depende da volta à tramitação, no Congresso Nacional, do Estatuto da Metrópole. "É fundamental que a gente avance na questão institucional."

O processo de formalização interna da macrometrópole segue agenda intensa. São Paulo contava no início do ano apenas com as regiões metropolitanas da Baixada Santista e de Campinas. Em junho, o governador Geraldo Alckmin sancionou o projeto de lei complementar nº 6, de 2005, que reorganizou a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). No próximo dia 15, Alckmin deverá dar posse ao Conselho de Desenvolvimento e assinar o decreto que cria o Fundo de Desenvolvimento da RMSP. O governador deverá enviar ainda um projeto de lei para a Assembleia Legislativa para criar a agência que fará os planos para a RMSP.

Na próxima terça-feira (16), a Assembleia Legislativa de São Paulo deverá votar o projeto que cria a Aglomeração Urbana de Jundiaí - a primeira deste tipo em São Paulo. Segundo Aparecido, até setembro, o governo deverá mandar para a Assembleia mais dois projetos de lei, um que institucionaliza a Região Metropolitana do Vale do Paraíba e outro que cria a Aglomeração Urbana de Piracicaba.

"A gente passou, em função da constatação da macrometrópole, a desenvolver agendas metropolitanas construídas de forma consensual entre o governo e os municípios de cada uma dessas regiões", disse Aparecido. Os compromissos resultam em pacotes de investimentos articulados entre o governo e os municípios. O governador anunciou investimentos de R$ 6,3 bilhões no ABC e de R$ 5,3 bilhões na Baixada Santista. Em novembro, deverá anunciar o pacote para Campinas.

Questionado sobre como pensa a macrometrópole paulista de 2050, Aparecido projetou: "Queremos uma macrometrópole onde as pessoas tenham qualidade de vida, onde a pobreza tenha sido reduzida de forma drástica, onde as oportunidades sejam mais iguais, onde você possa ter tal condição de vida que você possa agregar talentos, melhorar a vida das pessoas".

Conceito

Diretora de Planejamento da Emplasa, Rovena Negreiros disse que o estudo, iniciado em 2009 e concluído em dezembro de 2010, constatou mudanças observadas desde o início dos anos 1990. "Nos anos 90, já percebíamos que isso poderia estar acontecendo e agora com dados mais recentes, econômicos e de fluxo de população, vimos que isso se acentuou na última década. Ele agora está consolidado."

Rovena afirmou a conceituação do fenômeno e suas consequências. "Macrometrópole é uma marca, porque o conceito que está por trás é uma integração de redes de cidades que têm áreas de influência que se complementam. É um fenômeno urbano que tem escala metropolitana. Isso também traz problemas, porque exige demanda de infraestrutura brutal. Essa região representa 72% da população do estado e está em uma área que é só 16% do território do estado. Isso vai impactar em demanda por água, energia, telefonia, saneamento e transporte."

Segundo a técnica, a dinâmica econômica de São Paulo é tão grande que se espraia para outros territórios, ou de forma complementar ou de forma integrada. A produção econômica do estado, por exemplo, escoa pelo Porto de Santos. Toda a carga de exportação por aeroporto da América latina sai por Viracopos, em Campinas. Os insumos industriais derivados de petróleo são produzidos em refinarias de Paulínia (Campinas), São José dos Campos (Vale do Paraíba) e Cubatão (Baixada Santista).

"Isso faz com que as pessoas trabalhem em um lugar e morem em outro. Tem uma circulação de pessoas, bens e serviços dentro de um mesmo contexto econômico e urbano."

Rovena afirmou que também entram nessa dinâmica as regiões de Jundiaí, com sua função logística, São José dos Campos, com tecnologia avançada e aeronáutica, Sorocaba, que também tem polo industrial complementar à atividade econômica das metrópoles, e Piracicaba, que entrou recentemente como aglutinação de cidades.

"Se houver planejamento e gestão do território e se a economia conseguir se manter em um patamar bom de crescimento, teremos melhor qualidade de vida para o cidadão de hoje. Aquele que está morando em área precária e em área de risco, que terá sua área urbanizada. A população diminuiu o ritmo de crescimento.

Não temos mais aquela pressão que tínhamos até os anos 1970. Podemos agora recuperar o atraso daquilo que a economia não pode fazer frente quando a taxa de crescimento da população era alta."

Prefeitos se convencem de que VLT é mais viável na Grande Cuiabá



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Os prefeitos de Cuiabá e Várzea Grande estão  convencidos de que vale o esforço pela implantação do Veiculo Leve sobre Trilhos, o VLT, como principal investimento dentro do projeto de mobilidade urbana para a Copa do Mundo de 2014 em Cuiabá. Francisco Galindo, de Cuiabá, e Sebastião dos Reis Gonçalves, de Várzea Grande, anunciaram apoio ao projeto, principalmente por ter melhor custo benefício na tarifa.

 Os dois prefeitos se reuniram no final de semana com o presidente da Agência Executiva de Projetos da Copa do Mundo do Pantanal, Eder Moraes, e receberam todas as explicações sobre o projeto e sua comparação com o Bus Rapid Transport, o BRT, veículo articulado que conta com forte lobby junto ao Governo Federal. Moraes aproveitou o encontro e fez um balanço geral dos trabalhos da agência, atualizando os dois prefeitos.

Galindo disse que visualizou com  clareza as vantagens e benefícios para a população de Cuiabá e Várzea Grande, inclusive com relação a tarifas e operacionalização. “Sou favorável ao VLT. Me sinto convencido e passo a defender o VLT " declarou o prefeito de Cuiabá, que havia se queixado de ter ficado à margem dos debates sobre o sistema modal de transporte de massa.

"O governador Silval Barbosa ,caso autorize o VLT , vai dar um presente para Várzea Grande e Cuiabá e entrará para a história como um legado que beneficiará o nosso povo. Ele vai realizar o sonho dos usuários do sistema coletivo de ter um transporte de qualidade,"  reforçou o prefeito de Várzea Grande.

Segundo Moraes, a  reunião com Galindo e Zaeli foi produtiva e esclarecedora. “De forma muito transparente apresentamos as vantagens e desvantagens de um modal em relação ao outro e os prefeitos sentiram-se convencidos e demonstraram apoio total à possível mudança," disse Eder Moraes.

Após ter acompanhado o governador de Mato Grosso, Silval Barbosa, em Brasília (DF) em visitas a vários Ministérios, entre eles, Transportes, Cidades , Esporte e Casa Civil , o presidente da Agecopa cumpriu a determinação do governador. Diante da eminente possibilidade de mudança no modal de transportes para a Copa 2014, Silval Barbosa o incumbiu de expor os projetos detalhadamente aos prefeitos de Cuiabá e Várzea Grande.
http://www.24horasnews.com.br/index.php?tipo=ler&mat=380719

Governo do Rio dá início às escavações da estação do Metrô de São Conrado





Governador Sérgio Cabral em visita as obras do metrô na Barra da Tijuca

O Governo do Estado iniciou, nesta segunda-feira (15), uma das mais importantes fases da expansão do metrô para a Barra da Tijuca, a detonação para as escavações da estação São Conrado.

Os trabalhos em São Conrado estarão concentrados na execução do túnel de serviço, que terá extensão de 195 metros e profundidade de até 15 metros abaixo do nível da rua. Segundo o governador Sérgio Cabral, não há, no mundo, um túnel metroviário tão longo quanto o que será construído, com cinco quilômetros.

"É um sonho desafiador, de mobilidade, que vai ser um grande legado que as Olimpíadas deixarão para a população. Essa obra estava prevista há 13 anos e nós conseguimos tirá-la do papel. Quem vai ganhar com isso não é só o morador da Rocinha, de São Conrado, da Barra da Tijuca, de Ipanema e do Leblon, mas todo o Rio. Não há nenhum túnel metroviário com cinco quilômetros de extensão no mundo, e o túnel que vai ligar a Barra da Tijuca à estação São Conrado tem essa extensão.", disse o governador.

As detonações para as escavações acontecem de três a quatro vezes por dia, entre 8h e 18h. Duzentos operários irão trabalhar no local. Atualmente, o projeto da Linha 4 gera 1.500 empregos diretos e indiretos, número que chegará a 2.300 no pico das obras do trecho. Segundo o secretário de Transportes, Julio Lopes, está sendo feito o possível para que os transtornos sejam os menores para a população.

A previsão é que todo o túnel de serviço seja escavado até dezembro de 2011 e já em janeiro de 2012 sejam iniciadas as escavações do túnel de via. A expectativa da Secretaria de Transportes é de que, em um mês, as escavações avancem em média 5 metros ao dia, utilizando 500 kg de explosivos por detonação. Segundo um estudo de demanda realizado pelo Estado, a estação São Conrado receberá em média 36 mil pessoas por dia.

Linha transportará 240 mil passageiros por dia

Com a linha de 14 quilômetros de extensão, os cariocas levarão 35 minutos do centro do Rio à Barra da Tijuca. A Linha 4 terá seis estações, passando pelos bairros de São Conrado, Gávea, Leblon e Ipanema. Com a ampliação, o metrô do Rio poderá transportar 240 mil passageiros por dia. As obras, que custarão R$ 5 bilhões, serão entregues em 15 de dezembro de 2015.

Multas de trânsito financiarão programa para bicicletas no Brasil

O projeto de lei do Programa Bicicleta Brasil (PBB) foi aprovado pela Comissão de Desenvolvimento Urbano, quarta-feira, 3 de agosto. São destinados 15% do valor arrecadado em multas de trânsito para financiar o projeto, que visa atender municípios com mais de 20 mil habitantes.

De acordo com a proposta, o programa integra a Política Nacional da Mobilidade Urbana e deverá ser coordenado pelo órgão federal responsável por essa política – atualmente a Secretaria Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades.

A iniciativa também será financiada por dotações orçamentárias de todos os níveis de governo e por contribuições de organizações, pessoas físicas e jurídicas nacionais e estrangeiras.

O PBB tem como objetivo instalar bicicletários públicos, ciclovias e ciclofaixas em estados e municípios do Brasil. Segundo o programa, serão realizadas campanhas para a divulgação dos benefícios do uso da bicicleta como meio de transporte econômico, saudável e ambientalmente adequado.

O fato é que até então, o uso da bicicleta como meio de transporte não tinha recebido a devida atenção na formulação de políticas públicas no Brasil, torço mesmo para que esse lei “pegue”.

http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/blog-do-management/2011/08/16/multas-de-transito-financiarao-programa-para-bicicletas-no-brasil/

Edital abre caminho para estacionamentos subterrâneos


Empresa vencedora terá uma concessão de 30 anos para explorar os espaços públicos

Fortunati lançou ontem o edital de manifestação de interesse público
Fortunati lançou ontem o edital de manifestação de interesse público
 
Mais de 710 mil carros nas ruas de Porto Alegre. Praticamente um carro para cada dois habitantes. E a previsão indica que, muito em breve, esse número deve passar para um veículo a cada 1,6 morador da Capital. Para tentar enfrentar essa realidade, o prefeito José Fortunati assinou, na manhã de ontem, no Paço Municipal, o edital de manifestação de interesse público para receber estudos sobre a criação de vagas de estacionamento no subsolo da cidade.

Segundo Fortunati, esse processo de consulta pública é o primeiro passo para viabilizar a construção dos estacionamentos subterrâneos na Capital. A praça Parobé (próxima ao Mercado Público) e o parque Ramiro Souto (nas proximidades da Redenção) são os pontos mais indicados para as primeiras construções. Mas o prefeito não descarta a análise técnica e financeira para que outros locais da cidade como, por exemplo, a Estação Rodoviária, recebam este tipo de obra.

O coordenador do Gabinete de Assuntos Especiais (GAE), Edemar Tutikian, explicou como funcionará o processo de licitação das vagas de estacionamento no subsolo. “As empresas terão 60 dias para apresentar as propostas. Logo após, os estudos serão avaliados por uma comissão designada pelo prefeito”, detalha Tutikian. 

Esse grupo poderá escolher uma ou mais propostas, cujas informações servirão de base para a elaboração do projeto básico da licitação pelos técnicos do município.

Os estudos aproveitados receberão remuneração da empresa selecionada, por licitação, para construir os estacionamentos.

Durante a apresentação dos possíveis locais onde serão instalados os estacionamentos, Fortunati citou metrópoles que contam com esse tipo de projeto: Rio de Janeiro, São Paulo, Amsterdã, Buenos Aires, Madri e Tóquio, entre outros exemplos. Mencionou também o Museu Iberê Camargo, na Capital, que já conta com vagas no subsolo.

A obra não custará nada para os cofres públicos. Através de uma parceria público-privada, o Executivo cede o terreno, e a empresa vencedora da licitação adquire os diretos de exploração do estacionamento por 30 anos.

“Com a criação das vagas no subsolo da cidade, a ideia é tirar da superfície um grande número de veículos, para oferecer mais espaço e segurança para a mobilidade da população”, ressalta Fortunati. Um benefício apontado pelo prefeito é o fomento econômico no comércio de rua, que hoje sofre com a carência de vagas e com o alto custo dos estacionamentos particulares, principalmente no Centro da Capital.

O diretor-presidente da Empresa Pública de Transportes e Circulação (EPTC), Vanderlei Cappellari, apontou as dificuldades diárias que sua pasta enfrenta para a gestão do espaço físico da cidade. “Ao mesmo tempo em que precisamos dar fluidez ao trânsito, é necessário que desocupemos algumas vias”, observa. “Quando a EPTC teve que alterar o sentido na rua Ramiro Barcelos, dezenas de comerciantes foram até a prefeitura pedindo uma alternativa para melhorar o movimento, que havia caído consideravelmente”, exemplifica o diretor

Detalhes da parceria que vai viabilizar linha 4 do metrô estão sendo acertados


A parceria entre o Governo do Estado do Rio de Janeiro e a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFC) deu mais um passo em direção a parceria que vai gerar investimentos de cerca de 500 milhões de euros em projetos de mobilidade pública no Rio de Janeiro. 

Nesta sexta-feira (19), representantes da agência francesa e o secretário Estadual de Transportes,Júlio Lopes, e o  secretário Estadual da Fazenda, Renato Villela, se reuniram para acertarem detalhes da parceria que começou em julho.
Os investimentos devem priorizar a construção da Linha 4 do metrô (General Osório ? Jardim Oceânico), que beneficiará 240 mil pessoas diariamente

Sistema Virtual mostra localização de õnibus em Mauá

Os moradores de Mauá, que dependem de transporte coletivo, contam desde junho com uma ferramenta para facilitar o trajeto do dia-a-dia. Por meio do acesso da página da prefeitura na internet, o usuário poderá saber onde está o ônibus da linha e quanto tempo falta para ele chegar ao ponto.

Moradora do bairro Campo Verde, Vanessa Fernandes, 22, afirma que o sistema vai ajudar bastante, mesmo porque os horários dos ônibus são irregulares. “Principalmente na hora de sair do trabalho, vai dar pra saber o horário exato e não perder muito o meu tempo esperando”, afirma a estudante, que ainda desconhecia a novidade.

Todas as 42 linhas de ônibus da frota municipal possuem dispositivo GPS que enviam via satélite onde o veículo está e qual a velocidade. De acordo com o secretário de Mobilidade Urbana, Renato Moreira, o sistema de GPS nos ônibus existe desde 2009 e foi criado para ajudar na fiscalização, já que havia um grande número de reclamações por parte dos usuários.

“De posse dos mapas de localização situados em computadores, os fiscais podem saber se há ônibus atrasados e também perceber se algum veículo está circulando fora do limite de velocidade permitido”, afirma o secretário.

Ainda sem data determinada, a prefeitura prevê a instalação de telões no Terminal Central para informar os usuários em tempo real sobre os horários dos veículos. “O desafio agora é fazer com que toda a população, em particular os usuários que tenham acesso à internet, conheçam esse serviço”, explica o secretário.

Como acessar

O serviço está disponibilizado por meio do link Da Hora, situado à direita da página da prefeitura www.maua.sp.gov.br. O internauta também pode acessá-lo diretamente na página www.maua.sp.gov.br/onibus/.


http://www.reporterdiario.com.br/Noticia/304403/sistema-virtual-mostra-localizacao-de-onibus-em-maua/

RJ: novo sistema de ônibus na zona sul começa no sábado

Corredor exclusivo de Ipanema e Leblon passa a funcionar e 13 linhas mudam trajetos
 
A partir deste sábado, entra em funcionamento - das 6h às 21h em dias úteis e das 6h às 14h aos sábados, exceto feriados - o corredor exclusivo para ônibus (BRS) de Ipanema e Leblon, que ligará a av. Ataulfo de Paiva e a Rua Visconde de Pirajá ao sistema de Copacabana, implantado em fevereiro.
 
O novo sistema, que promete melhorar o fluxo nos bairros, muda também o trajeto de 13 linhas de coletivos: 8 deixarão de passar pelas vias com corredor expresso e outras 5 que tinham outro itinerário passarão a trafegar pela faixa preferencial.
 
Os pontos de ônibus foram separados em três grupos - BRS 1, BRS 2 e BRS 3 - onde vão parar linhas pré-determinadas.
 
Num primeiro momento ainda sem data para terminar, os motoristas serão só advertidos e receberão orientação, mas tão logo passageiros e condutores estejam habituados com o corredor, a desobediência às restrições de tráfego no BRS será punida com R$ 53,20 e três pontos na carteira de motorista.
 
Veículos com autorizações específicas, transporte escolar e táxi com passageiro também têm direito a andar na faixa dos ônibus. Demais veículos só poderão circular no corredor por um quarteirão para fazer conversão à direita, entrar em garagem ou parar em baias de serviços.
 
As baias do lado direito das vias deixarão de servir como vaga para automóveis e serão só parada de táxi, local de carga e descarga e estacionamento de motos.
 
10,6% menos ônibus nas duas vias

Ao todo, o BRS terá 16 pontos, seis no Leblon e dez em Ipanema, distantes cerca de 250m entre si. Após a experiência de Copacabana, a expectativa é que o corredor contribua para a redução de engarrafamentos nos bairros diante da redução de 10,6% da frota de coletivos que circulam na Ataulfo de Paiva e na Visconde de Pirajá.

O BRS também vai mudar 3 pontos dos ônibus do Metrô. A Estação N. S. da Paz vai para o nº 431 da R. Visconde de Pirajá; a antiga Estação Garcia D¿Ávila ficará no 577 da Visconde de Pirajá e a antiga Estação Jardim de Alah vai para o 221 da Ataulfo de Paiva, em frente ao Rio Design Leblon.
 
Coletivo novo só abrirá porta no ponto

Além de prometer dar mais fluidez ao trânsito, o BRS Leblon/Ipanema terá uma outra novidade. Quarenta novos veículos, que começarão a circular a partir de setembro, contarão com sensores que só permitem a abertura da porta em locais demarcados, pondo fim ao hábito de embarcar e desembarcar fora do ponto.

O novo ônibus, batizado de Mega BRS, também é equipado com piso mais baixo, na altura do meio-fio, para melhorar o acesso dos passageiros, motor na parte traseira e moderno sistema de amortecedores.
 
De acordo com a Secretaria Municipal de Transportes, os veículos deverão circular no corredor exclusivo com farol baixo de dia e à noite. Já o estacionamento nas baias existentes do lado esquerdo do sentido do tráfego deverá obedecer à sinalização existente.
 
Em setembro, a Rua Prudente de Morais e a Avenida General San Martin também deverão receber faixas exclusivas para ônibus. No mês seguinte, a tendência é de que o Centro seja beneficiado com corredores similares: as avenidas Presidente Vargas e Rio Branco deverão ganhar os seus BRS. Já a implantação no Méier, Tijuca e em Vila Isabel, na Zona Norte, e Botafogo, na zona sul, deve ocorrer até o início de 2012.

Confira as linhas que não vão mais passar na Avenida Ataulfo de Paiva:
438 e 439
Itinerário alterado para Praça Atahualpa, Av. Visconde de Albuquerque, Av. Bartolomeu Mitre e R. Jardim Botânico
522
Trajeto alterado para Av. Niemeyer, Av. Visconde de Albuquerque, Av. Bartolomeu Mitre, Rua Jardim Botânico
512 e 574
Rota mudada para Av. Gal. San Martin, Av. Bartolomeu Mitre, Rua Jardim Botânico
591 e 593
Percurso muda para Avenida General San Martin, Av. Bartolomeu Mitre. Não passarão mais pela Av. Ataulfo de Paiva sentido São Conrado (sentido Leme continuam passando)
503
Itinerário alterado para Av. Gal. San Martin,Rua Rainha Guilhermina, Avenida Visconde de Albuquerque. Não passará mais pela Av. Ataulfo de Paiva sentido Alto Leblon
Alteração no itinerário da Linha Barra Expresso via Ipanema/General Osório, a 525. Confira:
Sentido Barra: não passará mais na orla de Ipanema, mas pela Prudente de Morais, Gal. San Martin, Afrânio de Melo Franco e Delfim Moreira. Após a orla do Leblon, o trajeto rumo à Barra segue como antes.
Sentido Ipanema: Não passará mais pela R. Vinícius de Morais e seguirá da Av. Delfim Moreira para a Epitácio Pessoa, passando pela Visconde de Pirajá até a Estação General Osório

Concluída a escavação do Túnel da Grota Funda




A obra considerada a mais importante das atuais intervenções viárias da Prefeitura foi inciada há oito meses, consumiu 380 toneladas de explosivos e está orçada em R$ 550 milhões de reais

O prefeito Eduardo Paes esteve na manhã desta quinta-feira, dia 18, na Grota Funda, na Zona Oste, para acompanhar a última perfuração do túnel da Transoeste - corredor expresso que vai ligar a Barra da Tijuca a Santa Cruz e Campo Grande.

Com isso, foi concluída a abertura completa do túnel de 1.100 metros, com a união dos emboques das duas galerias que faz a ligação do Recreio dos Bandeirantes com o bairro de Guaratiba. A Transoeste é um dos três corredores que compõem o projeto de preparação viária da cidade para a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, ao lado da Transcarioca e da Transolímpica.

Acompanhado do secretário municipal de Obras, Alexandre Pinto, o prefeito comentou sobre a importância desta obra para a cidade:

- Essa cidade tem tantos túneis so agora conclui o primeiro do maciço da Pedra Branca, numa área tão importante do Rio. Ou seja, era uma parte da cidade que, literalmente, tinha uma barreira.

Então, é muito bom poder trazer para a Zona Oeste uma ligação direta. É o primeiro túnel que a Zona Oeste recebe e sem dúvida nenhuma isso aqui vai melhorar muito o fluxo de veículos na região. Mas, mais importante de tudo é que a gente vai ter aqui o primeiro BRT da cidade do Rio de Janeiro, que é um transporte de alta capacidade com características de metrô, com todo o conforto e onde o Bilhete Único vai poder ser utilizado também.

A abertura do maciço foi iniciada pelo emboque do túnel na altura do Recreio dos Bandeirantes. Foram consumidas ao todo 380 toneladas de explosivos, ao longo de oito meses de trabalho, com cerca de dois a três avanços por dia. Concluídas todas as explosões, a Secretaria Municipal de Obras inicia a preparação do túnel para instalação dos sistemas de segurança, ventilação e iluminação, além de execução de drenagem para prevenção de possíveis infiltrações nas abóbodas.

O secretário municipal de Obras, Alexandre Pinto, explicou quais serão os próximos passos da Transoeste:

- Hoje temos 65% da Transoeste concluída. Nesse túnel especificamente falta fazer a implantação das drenagens, o sistema de segurança de combate a incêndio, ventilação e o próprio pavimento.

Em relação ao restante da Transoeste ainda temos algumas áreas para executarmos o pavimento, algumas áreas de aterro, que estão faltando aqui no trecho de Guaratiba, e os viadutos que estão sendo finalizados, tanto na ponte sob o Canal de Sernambetiba, quanto aqui no lado da Ilha de Guaratiba.

Parte do material proveniente da explosão foi triturado e está sendo utilizado para terraplanagem na execução das obras de alargamento da Avenida das Américas, previstas no escopo da construção da Transoeste, sendo um importante caráter sustentável, já que há a reutilização de materiais - evitando a exploração de pedreiras e saibreiras - e redução no transporte de entulho.

A abertura do túnel da Grota Funda faz parte do segundo lote da obra, orçado em R$ 550 milhões - toda implantação do Transoeste possui investimento estimado em R$ 800 milhões, dividida em cinco lotes.

Este segundo lote abrange a implantação das pistas laterais da Avenida das Américas, entre a Avenida Salvador Allende e Canal de Sernambetiba. Também está sendo executada a duplicação da ponte sobre o canal e da pista da Avenida das Américas entre a Alceu de Carvalho e a Estrada do Pontal.

Estão sendo construídas alças de acesso à Guaratiba, readequando as vias, tanto para as entradas de Ilha de Guaratiba quanto para as de Barra de Guaratiba. O trecho das Américas depois do túnel da Grota Funda também será duplicado até a Estrada da Pedra, em Guaratiba.

Durante todo processo de abertura do túnel a Serra da Grota Funda continua aberta ao tráfego, assim como após o término da obra da Transoeste, quando a pista passará a ser uma via alternativa ao corredor expresso, que não terá pedágio.

A Secretaria Municipal de Obras iniciou em julho de 2010 as obras da Transoeste - corredor expresso de 56 quilômetros que vai ligar o Jardim Oceânico a Campo Grande e Santa Cruz. A Prefeitura estima que o investimento total das obras seja de R$ 800 milhões, beneficiando cerca de 220 mil pessoas por dia.
As obras serão concluídas no primeiro semestre de 2012 - hoje 65% da intervenção já está finalizada.

O traçado, dividido em cinco lotes, inicia no lote 0 (na altura dos shoppings Downtown e Cittá América), que será licitado ainda em 2011. Os lotes 1, 2, 3 e 4 - cujas obras estão em andamento - já foram contratados e licitados.

O sistema é totalmente segregado do tráfego geral, composto por linhas expressas e paradoras. O corredor central conta ainda com linhas alimentadoras dos bairros periféricos. O viaduto Orlando Raso, entre as avenidas das Américas e a Salvador Allende, já foi inaugurado, permitindo melhora no tráfego da região

http://www.portalguaratiba.com.br/2011/noticias/190801_concluida_a_escavacao_do_tunel_da_grota_funda.html

Metrô de SP registra recorde de passageiros em um único dia


O metrô de São Paulo registrou no último dia 12 o maior número de passageiros em um único dia.
Ao todo, foram transportadas 4,1 milhões de pessoas, superando o recorde anterior, que era de 3,91 milhões, em 8 de outubro do ano passado.
Também foram contabilizados no total de passageiros transportados os usuários da linha 4-Amarela, operada pela ViaQuatro. Todas as outras linhas são operadas pela Companhia do Metrô.
A média diária de passageiros transportados pelo metrô é de 3,7 milhões de usuários por dia.
A linha mais carregada é a linha 3-Vermelha. Apesar disso, o metrô informou que a linha que teve o maior crescimento no número de passageiros foi a 2-Verde no último ano.

http://www.tosabendo.com/conteudo/noticia-ver.asp?id=121546

Arquivo INFOTRANSP