26 janeiro 2011

Conheça a diversidade gastronômica que São Paulo oferece


Na cidade, basta pegar o metrô para ir a vários bairros da cidade. Além de conhecer diferentes lugares, é possível comer pratos de cozinhas diversas, como a brasileira, a japonesa e a grega.
Você já imaginou provar vários tipos de comida, apenas pegando o metrô, como se fizesse uma volta ao mundo? Pois na São Paulo que comemora 457 anos, isso é possível. Veja o vídeo.
http://www.jornalfloripa.com.br/brasil/ver_info_jornalfloripa.asp?NewsID=9643

RJ: mapa digital faz diagnóstico do trânsito para intervenções

mapa trânsito digital geogit. Foto: Reprodução/O Dia
Cada ponto vermelho no mapa representa um acidente, com data e hora e até motivo registrados pela PM

Um programa de computador é, desde o início deste mês, novo aliado da Secretaria Municipal de Transportes do Rio de Janeiro para planejar melhorias no trânsito da cidade. O "Geogit" reúne o histórico de acidentes nas vias do Rio, proporcionando um diagnóstico que orientará futuras intervenções, como instalação de sinais, diminuição de fluxo de veículos em alguns trechos e aumento de guardas municipais em determinadas vias.
 
O sistema consiste em um mapa digital onde cada ocorrência vira um ponto vermelho. Ao clicar em cada ponto, os técnicos da CET-Rio conseguem ver dia e horário daquela colisão, se houve vítimas e, em alguns casos, até mesmo o motivo da batida. "Não é apenas um sistema para fazer diagnóstico. Mas também para auxiliar a implementar medidas e acompanhar o que for feito a partir do que descobrirmos com o cruzamento de informações", explicou o diretor de Desenvolvimento da CET-Rio, Ricardo Lemos.
 
Detalhes nas ruas

O banco de dados do sistema é abastecido pelo Instituto de Segurança Pública (ISP), que repassa mensalmente todas as informações registradas pelos policiais militares nas ruas. A tecnologia do software permite, ainda, o recorte de situações específicas, como descobrir quantos acidentes ocorreram no entorno de escolas e creches municipais, em um dia de temporal na cidade ou em determinada rua. "Pode fazer um estudo, por exemplo, focando o Rock in Rio, levantando dados para saber se nas saídas dos shows houve aumento de acidentes", informou Lemos.

A cada três meses, os dados ficarão à disposição de técnicos da Gerência de Informações de Trânsito. "Usamos o sistema este ano. Fazemos ajustes, mas em breve já teremos diagnósticos", diz a gerente de Informações de Tráfego da CET-Rio, Cláudia Baptista.
 
Três vias recordistas de acidentes, na Barra e Centro

Mesmo ainda sem o estudo fechado, três vias já encabeçam a lista das recordistas de acidentes: as avenidas Ayrton Senna e das Américas, na Barra da Tijuca, e Presidente Vargas, no Centro. Nas duas primeiras, o problema se deve a alto volume de tráfego, problemas de sinalização e ao fato de serem vias de mão dupla.
Já no caso da Presidente Vargas, as ocorrências quase sempre estão ligadas à imprudência de pedestres.
 
"Você tem ali uma série de pólos que as pessoas vão buscar: trem, metrô, terminal de ônibus. Há uma quantidade muito grande de gente, de veículos, e uma via com várias pistas a serem vencidas, o que resulta num grande número de atropelamentos", disse Cláudia.
 
As ocorrências de 2008 até 2010 já estão no banco de dados do Geogit. As atualizações de 2011 são feitas sempre no fim de cada mês. "A implementação da Lei Seca foi fator determinante de redução de vítimas. Mas nossa meta é sempre reduzir os números", afirmou Ricardo Lemos.
 

Quase 171 milhões utilizaram Metro de Lisboa em 2010

  • Metro de Lisboa 
O Metro de Lisboa registou uma subida de 3,51% no volume de passageiros transportados em 2010, em comparação com o ano anterior, anunciou esta quarta-feira a empresa.

Durante o ano passado, o metropolitano transportou quase 171 milhões de passageiros, mais precisamente: 170.986.256.

Em comunicado citado pela Lusa, Cardoso dos Reis, presidente do Conselho de Administração da transportadora, sublinhou que o aumento «reflecte uma maior utilização do transporte público em detrimento do transporte individual».

A empresa espera que a tendência continue no futuro.


http://diario.iol.pt/sociedade/lisboa-metro-metropolitano-passageiros-transportes-tvi24/1228748-4071.html

Metrô: licitação de estudo de impacto ambiental da Linha 4 tem nova data

RIO - A Secretaria estadual da Casa Civil publicou nesta quarta-feira em Diário Oficial o aviso de uma nova licitação para a realização do estudo de impacto ambiental das obras do trecho Gávea-Ipanema da Linha 4 do metrô, que fará a ligação com a Barra da Tijuca. O certame anterior havia sido lançado no dia 7 de dezembro do ano passado e a previsão inicial era que o resultado saísse este mês. A abertura das propostas da nova concorrência só será ocorrerá no dia 14 de março.

De acordo com a assessoria de imprensa da Casa Civil, o adiamento do certame ocorreu porque "o Tribunal de Contas do Estado (TCE) pediu algumas alterações no edital. Entre as mudanças estão um maior detalhamento dos requisitos técnicos e alteração da proporção de técnica e preço, de 70% e 30% para 60% e 40%".

O valor estipulado para o projeto é de R$ 1,3 milhão. Além do estudo de impacto ambiental, a empresa vencedora ficará responsável pelo plano ambiental básico e pela assessoria técnica do licenciamento ambiental no trecho Gávea-Ipanema.

Enquanto inicia os preparativos para o trecho Zona Sul, o estado já realiza as obras na Barra da Tijuca. No dia 4 de janeiro, começaram as escavações no túnel de via, por onde passarão os trens .

http://oglobo.globo.com/rio/mat/2011/01/26/metro-licitacao-de-estudo-de-impacto-ambiental-da-linha-4-tem-nova-data-923611866.asp

Novo sistema deve melhorar índices em 20%

A expectativa da nova gestão do Metrô é que a velocidade média e o intervalo entre os trens voltem a apresentar melhora ainda neste ano. A companhia pretende concluir até dezembro a instalação na Linha 2-Verde de um novo sistema de sinalização - que vai possibilitar que as composições trafeguem mais próximas umas das outras. A previsão é que o tempo de espera seja reduzido em 20%.

A nova diretoria do Metrô assumiu no início deste mês, dias após a posse do novo secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes. O cenário encontrado atualmente na companhia é de uma rede em expansão e com novos trens - deixados pela última gestão. Por outro lado, será preciso trabalhar para reverter a piora de índices em que o Metrô paulistano sempre esteve entre os melhores do mundo, como o intervalo entre os trens.

"A instalação do CBTC (sistema de sinalização) vai proporcionar uma redução no intervalo entre os trens na casa de 20%. Vamos concluir ainda neste ano a implementação total na Linha 2-Verde e depois nas outras", diz o diretor de Operações do Metrô, Mário Fioratti Filho. O novo sistema já funciona no trecho entre as Estações Tamanduateí e Vila Prudente.

O sistema de sinalização é um modo de segurança que impede que os trens colidam. Ele cria um espaço imaginário entre as composições, que não pode ser invadido. Sempre que um trem se aproxima desse limite, a velocidade é reduzida e chega a parar. O sistema CBTC encurta essa distância para 20 metros e possibilita que os trens andem mais próximos e mais rapidamente.

Outra aposta da companhia para melhorar os índices é a ampliação do horário de operação da Linha 4-Amarela e das novas estações da Linha 2-Verde (Tamanduateí e Vila Prudente ainda funcionam em horário reduzido). "Com isso, teremos mais pontos de transferência e vai reequilibrar e aliviar algumas linhas", diz Fioratti. A previsão é que haja uma redução no número de passageiros em estações como Brás, Luz, Paraíso e Sé.

E essa queda também pode diminuir a quantidade de problemas no embarque, que muitas vezes prolongam o tempo de viagem. Outra medida é o uso de novo sistema de freios na Linha 3-Vermelha, que não diminui a velocidade quando chove.

Colisão com trem mata bancário

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Cena do acidente: a locomotiva arrastou a Hilux por cerca de 200 metros até parar. Desastre acabou em morte

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Jornal publicou matéria, no último dia 17, citando os riscos nas passagens de nível em vários pontos da cidade

A colisão de um trem de passageiros com uma Hilux, na passagem de nível da Linha Norte (Fortaleza-Caucaia), na Avenida Filomeno Gomes, bairro Jacarecanga, terminou, na tarde de ontem, provocando a morte de um passageiro do veículo. Outros dois ocupantes ficaram feridos e foram retirados dos destroços da Hilux por soldados do Núcleo de Busca e Salvamento (NBS) Major Rosana Busson, do Corpo de Bombeiros Militar.

O homem morto foi identificado como sendo o bancário José Didier Machado, 45, que era gerente da agência do Bradesco da Avenida Bezerra de Menezes. Segundo informações colhidas no local pela Polícia Ferroviária Federal (PFF),os feridos foram Carlos Edson Moreira Mapurunga, 66, que guiava a Hilux; e Diogo Saúde da Silva Castro, 24.

Colisão

Testemunhas contaram que o trem, tracionado pela locomotiva de prefixo 2211, procedia do Município de Caucaia em direção à Estação Professor João Felipe, no Centro. Relataram que a cancela havia sido acionada e estava baixada, enquanto o sinal sonoro funcionava normalmente. Pelo menos, dois veículos estavam parados aguardando a passagem do trem, quando surgiu a Hilux.

A caminhoneta, de cor preta, placas NVE-1414 (CE), teria ultrapassado os dois carros e tentado cruzar a passagem de nível, quando foi colhida de lado pelo trem. A composição ferroviária, mesmo estando em baixa velocidade, ainda arrastou a Hilux por cerca de 200 metros. O impacto da colisão concentrou-se no lado direito, exatamente na porta do carona, onde estava o bancário José Didier Machado.

Rapidamente, a Polícia Ferroviária foi acionada e entrou em contato com o Corpo de Bombeiros. O bancário estava em estado grave quando foi retirado das ferragens da Hilux. Levado para o Instituto Doutor José Frota (IJF-Centro), ele faleceu pouco depois na Emergência. Os feridos foram transportados para um hospital particular.

Advertiu

Na edição do último dia 17, o Diário do Nordeste publicou matéria destacando os perigos para os guiadores que precisam cruzar passagens de nível em Fortaleza. Várias delas estão com a sinalização precária ou mesmo sem funcionar completamente. A reportagem citou, como exemplo, a passagem de nível localizada na Avenida Borges de Melo, onde a cancela está sem funcionar há cerca de um mês e meio. Outro ponto muito perigoso é a passagem de nível existente na Rua Germano Franck, no bairro Itaoca.

Velocidade média do Metrô-SP cai até 7% em um ano

Os usuários dos trens da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) estão demorando mais para chegar a seus destinos finais. Isso acontece porque a velocidade média caiu até 7% em apenas um ano - entre 2009 e 2010. Além disso, também houve aumento no intervalo entre a passagem de cada trem, o que significa que a espera nas plataformas está maior.

A queda na velocidade foi registrada em todas as linhas da rede. A maior redução foi na Linha 2-Verde, justamente a que já apresentava um desempenho inferior. Nesse ramal as estações são mais perto uma da outra e por isso o trem não consegue alcançar altas velocidades. A média, de 29,4 km/h em 2008, chegou a aumentar para 29,6 km/h no ano seguinte, mas caiu para 27,5 km/h em 2010, uma redução de 7%. A Linha 3-Vermelha foi a que teve a segunda maior redução na velocidade média. O índice passou de 34,4 km/h para 33,9 km/h e depois para 32,7 km/h, queda de 4%.

"O Metrô está operando no limite de sua capacidade. E um sistema no limite é prejudicado com o atraso no fechamento das portas, o que prolonga o tempo de viagem", diz o superintendente da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), Marcos Pimentel Bicalho. "Houve também uma série de incidentes operacionais neste último ano e falhas que contribuíram para a queda na velocidade média."

O Metrô afirma que a queda no desempenho dos ramais que têm trechos em superfície - principalmente as Linhas 1-Azul e 3-Vermelha (que transportam 1,4 milhão de pessoas por dia cada) - deve-se ao aumento no número de dias chuvosos. A velocidade dos trens é automaticamente reduzida nesses casos por questões de segurança. Os dados da companhia apontam que houve um aumento de 137 para 143 dias com picos de chuva - entre 2008 e 2010.

http://www.estadao.com.br/noticias/geral,velocidade-media-do-metro-sp-cai-ate-7-em-um-ano,671270,0.htm

Linha de trem é liberada após acidente com vagões no Centro de BH

Outra linha ainda não foi liberada.
Quatro vagões tombaram no início da noite desta terça-feira (5).

A circulação de trens próxima a Praça da Estação, no Centro de Belo Horizonte, foi restabelecida na manhã desta quarta-feira (26). As informações são da assessoria de imprensa da Ferrovia Centro Atlântica (FCA). Quatro vagões de trem carregados de milho tombaram no início da noite desta terça-feira (5).
 
Vagões de trem de carga que transportava milho tombam no centro de Belo Horizonte.
Vagões de trem de carga que transportava milho tombaram nesta terça-feira (25) em Belo Horizonte. (Foto: Carlos Roberto / Hoje em Dia / Agência O Globo)
 
Ainda segundo a assessoria da FCA, uma das linhas foi liberada e na outra o trabalho vai continuar para a retirada total dos vagões e da carga. Ninguém ficou ferido no acidente.As causas do acidente ainda são desconhecidas.

O acidente não prejudicou a chegada do trem de passageiros. Os usuários do metrô de Belo Horizonte também não tiveram o serviço afetado, segundo a assessoria da ferrovia.

Governo do Ceará promete inaugurar metrô ainda este ano

Após mais de uma década de espera, governador promete terminar obra até o final de 2011

Composições do metrô de Fortaleza aguradam no pátio (crédito: Arquivo)
 
Foram 12 anos de espera, mas finalmente o Metrô de Fortaleza (Metrofor) já apresenta os primeiros sinais de que começará a operar até o final de 2011. Aomenos foi o que garantiu o governador do Ceará, Cid Gomes (PSB).

“A obra nunca teve um ritmo tão acelerado como agora. "Nesse momento, há três mil pessoas trabalhando em duas frentes. Até o final deste ano vamos inaugurar a linha Sul do metrô, que liga o município de Maracanaú ao Centro de Fortaleza.”

O trecho da linha Sul tem 24 quilômetros, sendo 18 quilômetros na superfície, 3,8 quilômetros subterrâneos e 2,2 quilômetros em elevado. A Linha ligará a Estação Vila das Flores, em Pacatuba, na Região Metropolitana de Fortaleza, até a Estação João Felipe, no centro da capital cearense.

Testes
Os testes com o trem em movimento devem começar até o fim de março, mas os dois primeiros trens unidades elétricas (TUEs) que vão operar na Linha Sul estão passando por testes estáticos no Centro de Manutenção, em Pacatuba, região Metropolitana.

Segundo a assessoria do Metrofor, durante os testes estão sendo avaliados todos os sistemas, tais como de ar-condicionado, elétricos, de iluminação, de fechamento e abertura de portas.

Os dois equipamentos que estão no Centro de Manutenção fazem parte de um conjunto de 20 trens. No final serão 10 composições com 80 metros, cada uma capaz de transportar até 900 passageiros.

O valor investido pelo estado na compra dos trens foi de R$ 240 milhões. A projeção é que em 2014 aproximadamente 675 mil passageiros sejam atendidos.
 

Metrô de SP lança serviço de denúncia por mensagem de celular


O metrô de São Paulo coloca em funcionamento a partir dessa quarta-feira um novo serviço para que os usuários possam fazer denúncias de irregularidades flagradas no interior dos trens e nas estações. O contato poderá ser feito por mensagem SMS ao número 0/xx/11/7333-2252.

A mensagem enviada via celular será recebida diretamente pela central de monitoramento, que tem condições de acionar os agentes mais próximos do local para ação imediata. "O novo serviço garante anonimato aos denunciantes e mais agilidade no atendimento", afirmou o metrô em nota.

O metrô pede ainda que junto a denúncia, sejam informadas as características do infrator, a linha em que se encontra, o número do carro do Metrô, em qual sentido está o trem e a próxima estação.

Além da denúncia via SMS, o metrô ressalta que o usuário também tem à disposição o telefone 0800-7707722, da Central de Atendimento ao Usuário. O atendimento acontece todos os dias das 5h30 às 23h30. As denúncias recebidas neste canal também serão encaminhadas à área de segurança.

 
 

Metrô terá mais estações e poderá chegar ao Tancredo Neves

Começam em fevereiro as obras de construção de mais duas estações do Metrô de Teresina e na primeira quinzena de março entrarão em operação mais três trens, que vão elevar para 45 mil o número de passageiros transportados diariamente.

O anúncio foi feito na manhã desta quarta-feira (26), pelo presidente da Companhia Metropolitana de Transportes Públicos (CMTP), Marcos Silva, adiantando que está sendo viabilizado a ampliação da linha do metrô até o bairro Tancredo Neves, na zona Sudeste, beneficiando mais, cerca de, 3 mil famílias.

Segundo o presidente, também estão sendo elaborados os projetos que vão levar o trem aos bairros Saci, Promorar, Bela Vista e Lourival Parente. O governador Wilson Martins vai levar esses projetos à Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), no Rio de Janeiro, que deverá viabilizar os recursos para as obras junto ao Ministério das Cidades. A CBTU é o órgão do Governo Federal responsável pelos projetos de metrôs em todo o país.
 
As novas estações do metrô serão construídas nos bairros São João, na zona Leste, e Piçarra, na zona Sul, num investimento total de 920 mil, recursos de uma emenda parlamentar do deputado Alberto Silva, já falecido.

Com apenas um trem em funcionamento, de 6 horas às 20 horas, o metrô de Teresina chega a transportar 15 mil pessoas por dia e a passagem custa apenas R$ 0,50. “O preço vai continuar o mesmo com a entrada em operação dos novos trens, que são mais modernos, mais rápidos e econômicos”, acrescenta Marcos Silva.

Para ampliação da linha até o conjunto Tancredo Neves, nas imediações do Terminal Rodoviário Lucídio Portella, Marcos Silva garante que, por se tratar de uma área plana, as obras custarão pouco, já que não haverá necessidade de concretagem. “Vamos apresentar o projeto ao governador Wilson Martins”, concluiu

Senhora tenta contrabandear 44 iPhones 4 dentro de sua meia-calça


Oficiais de segurança do aeroporto internacional Ben-Gurion, em Israel, pararam uma senhora de 60 anos que estava andando de forma estranha pela área de segurança. Ela disse que estava passando mal. Mentirinha! Na verdade ela estava com 44 iPhones 4 enfiados em sua meia-calça.
De acordo com o Hareetz, de Israel:
Na última semana, uma contrabandista de smartphones estava usando roupas típicas da Geórgia e andando com dificuldades, chamando a atenção de oficiais do aeroporto. Quando eles abordaram a mulher israelense, ela afirmou que não estava se sentindo bem.
Eles concordaram em acompanhá-la ao ambulatório, mas disseram que ela deveria primeiro passar pelo scanner corporal. Os oficiais ficaram chocados ao descobrir que, por baixo dos panos da roupa tradicional, a mulher escondia nada menos do que 44 iPhones em sua meia-calça. Mais tarde, ela foi liberada e uma decisão será tomada esta semana sobre a possibilidade de indiciá-la ou enviar o caso à comissão que determina multas

http://www.gizmodo.com.br/conteudo/senhora-tenta-contrabandear-44-iphones-4-dentro-de-sua-meia-calca/

Empresa coreana estuda áreas para fábrica de implantação do TAV

Executivos da Hyundai discutiram parcerias e avaliaram locais para futura instalação



Uma comitiva com dez executivos da Hyundai Rotem, empresa sul-coreana especializada na fabricação de vagões de veículos de alta velocidade e maquinário pesado, visitaram nesta quarta-feira (26) áreas potenciais para a instalação de uma fábrica em Campinas. A empresa participa da licitação brasileira de concessão do Trem de Alta Velocidade (TAV) entre Campinas e Rio de Janeiro, passando por São Paulo.

Segundo o vice-presidente executivo da empresa, Gil-Young Chung, o projeto envolve a contratação de aproximadamente 500 empregos de mão de obra especializada nas áreas de engenharia, tecnologia e outras indústrias locais.

A prefeitura apresentou o guia de investimentos e as áreas possíveis para a instalação de indústria pesada, que corresponde a uma área de 21 milhões de metros quadrados, aproximadamente 3% da área do município. Os executivos visitaram a região próxima ao aeroporto de Viracopos, onde terá uma estação do trem-bala. O local, Pólo 3 do Centro Tecnológico de Campinas, com 1,7 milhão de metros quadrados, será ampliado para futuras instalação industrial de setores tecnológicos e de serviços.

Para a construção da fábrica, a Hyundai prevê a construção de uma planta de 40 mil metros quadrados em uma área de 200 mil metros quadrados. O prazo para envio de pedido de esclarecimentos sobre o projeto termina até as 18 horas do dia 10 de março de 2011.

TAV

O leilão do trem-bala será realizado em 29 de abril. A estimativa de investimento é de R$ 33,1 bilhões, com o prazo máximo de cinco anos para construção e 40 anos para exploração de serviço. Empresas dos países como China, EUA, Japão, Coreia e Espanha têm interesse em participar do leilão para construção do veículo.

A presidente Dilma Roussef conversou no início do mês com ministros da Coreia do Sul e do Japão, em São Paulo, sobre o TAV. No primeiro prazo, entre os dias 14 de julho e 16 de novembro de 2010, foram protocoladas 100 manifestações na Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) com diversos questionamentos sobre o edital e contrato.

China

Em abril de 2010, o cônsul-geral da China em São Paulo, Sun Rongmao, fez uma visita diplomática para estreitar as relações comerciais e culturais entre Campinas e o país oriental.

Estados Unidos

A representante do escritório de Investimentos e Comércio Internacional do Estado do Colorado, Stephanie Garnica, visitou Campinas, também em abril, com a proposta para buscar oportunidades de negócios entre a cidade e Denver, a capital do Colorado.

Japão

Representantes do governo japonês conheceram a região em agosto e comunicaram o interesse em participar do processo seletivo para escolha da concessionária que realizará as obras do trm-bala. Em março deste ano, o prefeito Hélio de Oliveira Santos deve viajar para conhecer a experiência do Japão na área tecnológica.

Coreia

Por indicação da Associação Nacional dos Transportes Públicos (ANTP), uma equipe de 15 coreanos avaliaram a infraestrutura da cidade em abril de 2010.

Spa na Itália tem trem-sauna


Criado por empresa de transporte, trem fica em resort no norte da Itália.
Vagão mantém todas as características de um comboio original.
A empresa especializada em transporte público QC Termemilano criou para um resort no norte da Itália o trem-sauna, segundo a edição inglesa do jornal Metro.
O vagão possui todas as características de um comboio original, exceto pelo fato de ser mais amadeirado, quente e abafado por dentro.
26_01_2011 Spa na Itália tem trem-sauna.jpg Imagem do interior do trem-sauna divulgada pelo jornal Metro (Foto: Reprodução)
O trem vem completo, com bancos e aquecimento à carvão, assim como a logomarca da empresa no teto e janelas com uma bonita vista do local. Segundo os criadores, a ideia é passar ao público a ideia de que o transporte público não precisa necessariamente ser estressante. “As pessoas ficam muito estressadas viajando para as grandes cidades. Este design inovador mostra a elas que o transporte público nem sempre é frustrante. Pode ser um lugar para relaxar”, disse um porta-voz da empresa ao Metro. O histórico modelo Carelli também pode se mover sobre trilhos de verdade.
http://www.jornalfloripa.com.br/mundo/ver_info_jornalfloripa.asp?NewsID=4511

25 janeiro 2011

Smartphone vai controlar satélite no espaço

Celulares com sistema Android serão usados para baratear pesquisas espaciais


Ilustração mostra órbita dos satélites
Ilustração mostra órbita dos satélites: uso de celulares para controlar pesquisas espaciais permitirá que mais pessoas acessem a tecnologia

São Paulo – Pesquisadores do Reino Unidos desenvolvem nano-satélite que será controlado por um smartphone.

O objetivo do STRaND-1 (Surrey Training, Research and Nanosatellite Demonstrator) é demonstrar os avanços da tecnologia de construção rápida de satélites.

Para isso, os pesquisadores da Universidade de Surrey e da Surrey Satellite Technology Limited (SSTL) desenvolveram um chamado nano-satélite, equipamento de apenas 4kg que será colocado em órbita no final do ano.

A ideia da equipe liderada pelo Dr. Chris Bridges é minimizar custos de produção e permitir que mais pessoas tenham acesso à tecnologia espacial. Eles partiram do princípio que os smartphones carregam muitos componentes, como sensores, câmeras de vídeo, sistemas de GPS e rádios Wi-Fi que funcionam muito bem e custam uma fração do preço dos mesmos componentes usados em sistemas convencionais de satélites. Além disso, o celular pesa muito menos.

Outro ponto positivo é que muitos smartphones funcionam com sistemas operacionais gratuitos, o que permite que desenvolvedores possam criar apps especiais para satélites.

No momento, testes estão sendo feitos para ver se o aparelho agüenta as condições espaciais dentro da cápsula especialmente projetada para ele. Imagens e mensagens do telefone serão reenviadas à Terra por um sistema de rádio e, quando todos os testes forem completados, o smartphone será usado para operar partes do satélite.

A equipe acredita que, se bem sucedida, a missão abrirá portas para exploração do espaço. Para este primeiro satélite, eles estão usando um smartphone com Android. O modelo não foi divulgado.

Gasto com transporte é igual a despesa com alimentação, diz Ipea



Em 2010, despesa do brasileiro com este serviço chegou a 20,1%. á o gasto com alimentação caiu de 21,1% para 20,2% em 10 anos
 
O Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS) sobre Mobilidade Urbana, divulgado nesta segunda-feira (24), em São Paulo, mostra que o gasto do brasileiro com transporte público cresceu nos últimos anos e que, atualmente, é praticamente igual a despesa com alimentação.

Em 2000, o gasto com transporte público abocanhava 18,7% das despesas do cidadão, em média. Em 2010, chegou a 20,1%, enquanto a alimentação caiu de 21,1% para 20,2% no mesmo período.

Este dado citado na apresentação do estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) foi retirado da Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o IBGE, entre 2002 e 2003, o brasileiro gastava mensalmente R$ 423,20 com alimentação. Em 2008/2009, a despesa com comida caiu para R$ 421,70. Já com transporte, o gasto médio passou, no mesmo período analisado, de R$ 375,90 para R$ 419,20.

A pesquisa sobre mobilidade urbana indica que 44,3% da população brasileira tem no transporte público seu principal meio de deslocamento. Na região Sudeste, o percentual chega a 50,7%. Apesar da importância desse tipo de transporte, a quantidade de ônibus em circulação no Brasil cresceu menos, de 2000 a 2010, que a quantidade de veículos particulares.

Atualmente, há um ônibus para cada 427 habitantes, e, em 2000 era um para 649 pessoas. Em relação aos carros, a proporção hoje é de um automóvel para cada 5,2 habitantes, enquanto há dez anos era de 8,5.

Insatisfeitos

Em contrapartida, a qualidade do transporte público foi avaliada como ruim por 19,2% das pessoas pesquisadas e muito ruim por outros 19,8%. O percentual de insatisfeitos, desta forma, atinge 39% da população brasileira. Para 26,1%, o transporte público é bom e para apenas 2,9%, muito bom, em um total de 29%. O transporte público é considerado regular para 31,3% da população.

Para Marcio Pochmann, presidente do Ipea, o SIPS revela também os contrastes nos tipos de transporte de cada região brasileira. Quase 50% das pessoas que andam de ônibus no país estão na região Sudeste, enquanto 45,5% daqueles que utilizam bicicleta moram na região Nordeste. Da mesma forma, 43,4% dos motociclistas também estão no Nordeste.

“Houve uma mudança de ponto de vista da composição da frota. Em 2000, os automóveis eram 62,7% do total de veículos no Brasil. As motos eram 13,3%. Agora, em 2010, os automóveis são 57,5%, contra 25,2% das motos”, afirmou. “Para cada ônibus novo surgido colocado em circulação nos últimos dez anos, apareceram 52 automóveis”, completou.

Congestionamentos

O estudo traz também dados sobre a quantidade de pessoas afetadas por congestionamentos em cada região do Brasil. No geral, 69% dos cidadãos disseram que enfrentam engarrafamentos nas cidades. Surpreendentemente, 26,2% dos entrevistados da Região Norte afirmaram que enfrentavam congestionamentos mais de uma vez por dia, índice superior ao da Região Sudeste, com 21,6%, e da Sul, com 21,9%. No Brasil, a média é de 20,5%.

“O congestionamento, fator que compromete a ida e vinda dos cidadãos para o trabalho, é percebida com similaridades nas cinco regiões do País, revelando as consequências da qualidade precária dos meios de transportes públicos em conglomerados urbanos”, afirma estudo em sua conclusão.

Pochmann concluiu que a expansão da frota brasileira na última década se deu especialmente por meio de motos e automóveis. “Houve crescimento no transporte coletivo, mas não na mesma proporção. A população tem interesse em usar o transporte público, mas ainda precisa identificá-lo mais com características de rapidez, melhor preço e segurança. Há espaço para ação em matéria de políticas públicas”, disse.
 

São Paulo: especialista defende cidade mais vertical e compacta

Repensar a cidade de São Paulo é o que logo vem à mente de quem lida com as questões urbanas do maior município da América Latina, que nesta terça-feira completa 457 anos. As ideias para melhorar a condição de vida da população podem se conflitar, mas é senso comum que os principais problemas a serem enfrentados são os efeitos de um crescimento desordenado.

Para João Crestana, presidente do Sindicato da Habitação (Secovi), entidade que reúne 40 mil empresas do setor imobiliário e condomínios do Estado de São Paulo, transformar áreas degradadas em edifícios multifuncionais pode ajudar a reduzir o déficit habitacional e ser uma solução para o caos da mobilidade.

Ele afirma que o ideal é morar ao lado do trabalho, de áreas de lazer, cultura e de estabelecimentos que ofereçam boas opções gastronômicas, produtos e serviços da rede varejista, a exemplo do que se encontra no Conjunto Nacional, existente na avenida Paulista.

Mas qualquer plano nesse sentido passa antes, conforme observou, por uma revisão do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT). O sindicalista faz parte de um grupo de líderes empresariais que estará discutindo ao longo deste ano propostas para alterar ou aprimorar a norma de ocupação urbana. Para se ter um ideia da complexidade do assunto, ele contou que em 1880 a capital tinha 60 mil habitantes, número que saltou para 11 milhões, espalhados por 1,5 mil quilômetros quadrados.

"Passados 130 anos, houve uma multiplicação por 60, 70 vezes (no número de habitantes). É muita coisa, a cidade cresceu demais. E se gente incluir os demais municípios da região metropolitana são 20 milhões (de pessoas)", afirmou.

Na opinião do presidente do Secovi a falta de planejamento na ocupação urbana está vinculada às raízes culturais. "Nossa cultura italiana, portuguesa, libanesa não é muito de programar, ao contrário do americano, do anglo-saxônico,do inglês. Nova Iorque, por exemplo, saiu de 2 milhões de habitantes entre 1880 para 8 milhões de habitantes. Multiplicou por 3 ou 4 e, mesmo assim, de maneira programada".

No entanto, reconhece alguns nomes de estrategistas que souberem enxergar a capital paulista além de seu tempo, entre eles os urbanistas João Teodoro e Prestes Maia, além do engenheiro Figueiredo Ferraz. Ele falou ainda na participação de Marta Suplicy pelo fato de ter surgido, durante a gestão dela à frente da Prefeitura, o PDOT. Embora seja um crítico do modelo criado, afirma que pelo menos existe um ponto de partida.

Em São Paulo muitas pessoas preferiram morar em condomínios distantes do centro, em Granja Viana, ao sul, em Alphaville, a oeste e na Serra da Cantareira, ao norte. "Enquanto no centro da cidade existem 40 empregos por habitante, em Itaquera, por exemplo (bairro da periferia da zona leste) há 20 habitantes por emprego, resultado do espalhamento o que é uma perversidade com o trabalhador que chega a demorar três horas para chegar ao trabalho ou voltar para a casa".

Crescimento vertical


Crestana defende ser consenso em todo o mundo que o melhor modelo de ocupação é o feito de maneira compacta, densa, e mais vertical. "Só que verticalizada com inteligência, com arquitetura bonita, área verde, com obras de drenagem para evitar as enchentes", completou.

Entre as áreas que considera passíveis de mudanças estão os velhos galpões da avenida Presidente Wilson, que começa na região do ABC Paulista e termina no bairro da Mooca, na zona leste. "São mais ou menos 10 milhões de metros quadrados e dos cerca de 300, 400 galpões, apenas uns 20 têm valor histórico como o ex-moinho Santo Antônio".

O superintendente da organização não governamental (ONG) Associação Viva o Centro, Marco Antonio Ramos de Almeida, também defende que adensar mais a população com presença mais compacta na região central pode propiciar melhor condição de vida. "A função habitacional do centro deve ser estimulada porque, em relação a outros países, a densidade é muito baixa. A cidade se espalhou demais, o que torna a área urbana ineficiente, pois as pessoas têm de deslocar de muito longe sem contar (para isso) com um sistema de transporte eficiente".

Ele afirma que na região central há uma característica multifuncional, pois concentra boas ofertas de escolas, comércio, além da presença de vários órgãos públicos e de pontos culturais como o Banco do Brasil e a Biblioteca Mário de Andrade, que será reaberta nesta terça-feira depois de permanecer fechada para reforma desde 2007.

Almeida reconhece ser impossível que todos passem a morar na região central, mas vê a chance de um aproveitamento maior desse espaço e do entorno. Ele acredita que o fato de 2012 ser um ano de eleição municipal, isso ajudará na adoção de um novo PDOT, que venha a direcionar caminhos não apenas para solucionar os problemas atuais, mas pensando na cidade daqui a 20 ou 30 anos.

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4909649-EI8139,00-Sao+Paulo+especialista+defende+cidade+mais+vertical+e+compacta.html

Sonda que irá a Mercúrio passa por "simulador infernal"

Redação do Site Inovação Tecnológica -

Sonda que irá a Mercúrio passa por
O módulo MMO da sonda BepiColombo, dentro do Grande Simulador Espacial.[Imagem: ESA/JAXA]
Os principais componentes da sonda Mercury BepiColombo, da Agência Espacial Europeia, foram testados em um autêntico "simulador do inferno".

O Grande Simulador Espacial (LSS) - Large Space Simulator), instalado na Holanda, é o mais poderoso simulador do mundo e o único capaz de reproduzir o ambiente infernal de Mercúrio para uma nave espacial em escala real.

Energia do Sol

Os engenheiros referem-se à potência do Sol em unidades chamadas "constante solar". Esta é a quantidade de energia recebida do Sol, por segundo, em um metro quadrado, à distância da órbita da Terra.

"O LSS já tinha sido capaz de simular uma ou duas constantes solares. Mas ele foi sendo atualizado e agora pode produzir um valor de 10 constantes solares," afirma Jan van Casteren, responsável pelo projeto da ESA.

As melhorias foram conseguidas de duas formas: as lâmpadas do simulador foram levadas à potência máxima e os espelhos que focam o feixe de luz foram ajustados.

Em vez de produzir um feixe de luz de 6 metros (m) de comprimento, a luz é agora concentrada em um cone de apenas 2,7 m quando atinge a nave espacial.

Isso cria um raio tão forte que teve de ser instalado um novo escudo, com uma maior capacidade de refrigeração, para "captar" a luz que escapa da nave espacial e evitar que as paredes da câmara aqueçam demais.

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A BepiColombo é formada por duas sondas espaciais que irão orbitar Mercúrio em diferentes altitudes. [Imagem: ESA, C. Carreau]


Sonda BepiColombo

O componente Mercury Magnetospheric Orbiter (MMO) sobreviveu a uma viagem simulada até o planeta mais interior do Sistema Solar. O instrumento octogonal, que é a contribuição do Japão para a BepiColombo, e a sua proteção solar suportaram temperaturas superiores a 350° C.

Foi uma boa noção do que a sonda espacial deve esperar: a BepiColombo vai enfrentar uma radiação 10 vezes mais forte do que a recebida por um satélite em órbita da Terra, exatamente o valor que foi simulado agora.

A BepiColombo é constituída por módulos separados. O MMO (Mercury Magnetospheric Orbiter ficará em uma órbita longa e investigará o campo magnético do planeta. O MPO (Mercury Planetary Orbiter) ficará em uma órbita baixa e vai estudar o próprio planeta.

Além do módulo MMO, foi testado também o escudo protetor que deve manter a sonda espacial em temperatura agradável.

"O teste do escudo foi bem-sucedido. Foi demonstrada a sua função protetora da MMO durante a viagem," diz Jan.
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Aqui a sonda MMO aparece coberta com o seu "protetor solar". [Imagem: ESA/JAXA]
Escudo espacial

Em Mercúrio, a maior parte do terrível calor do Sol será impedida de penetrar na BepiColombo por mantas térmicas especiais.

Estas mantas consistem em múltiplas camadas de material, incluindo uma camada externa de cerâmica branca e várias camadas metálicas, que refletem o máximo calor possível de volta para o espaço.

"Os testes permitiram-nos medir o desempenho da manta térmica. Os resultados permitem-nos fazer alguns ajustes para os testes da Mercury Planetary Orbiter, no próximo ano," diz Jan.

Além de ter que aguentar uma temperatura permanente de 350 °C, a Mercury Planetary Orbiter (MPO) irá aonde nenhuma nave espacial chegou: a uma órbita baixa elíptica em torno de Mercúrio, entre cerca de 400 km e 1.500 km acima da superfície escaldante do planeta.

Nessa proximidade, Mercúrio é pior do que um prato quente no fogão, liberando radiação infravermelha para o espaço. Ou seja, a MPO terá que enfrentar calor de todos os lados, o calor solar e a radiação que emana do próprio planeta.

De carona no descaso do transporte urbano

O transporte público é o meio de transporte mais usado pelos brasileiros dentro das cidades. Segundo a Pesquisa do Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS), divulgada ontem pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 43,4% da população usa ônibus, metrô ou outros meios coletivos para se locomover. No entanto, uma histórica falta de estrutura no sistema faz com que parte da população opte por andar em seus próprios veículos.

O publicitário Ronaldo Santos usa ônibus ou metrô diariamente para ir de sua casa, em Taguatinga, Brasília, até o trabalho no Setor Comercial Norte. Mesmo morando perto de uma estação de metrô e com a dificuldade que há para estacionar na Asa Norte, ele pretende comprar um carro até maio e se juntar aos cerca de 1,3 milhões de veículos que já circulam no Distrito Federal. ´Hoje, vejo que a saída é pagar por estacionamento. Colocando na balança, vale a pena gastar mais para vir de carro do que enfrentar chuva, sol e demora de ônibus`, compara.

Para o diretor-superintendente da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), Marcos Bicalho dos Santos, falta no país uma política de mobilidade urbana que dê prioridade ao transporte público. Segundo Bicalho, uma série de medidas tomadas no Brasil ao longo dos últimos anos incentivou o uso dos automóveis. ´Nós tivemos subsídio ao preço da gasolina, depois ao preço dos veículos, das motocicletas, que causou essa explosão na frota, sem que o sistema viário das cidades tivesse condições de suportar esse aumento`, explica.

O crescimento da frota de veículos particulares afeta a qualidade do serviço de transporte público, principalmente de ônibus, segundo Bicalho. Ele defende que a maior quantidade de carros nas ruas, sem a preparação viária adequada, acaba causando mais congestionamentos e reduz a produtividade das empresas. ´Uma viagem que se fazia em 10 minutos passa a durar duas horas. Para manter o mesmo intervalo exige-se um aumento da frota, de motoristas, cobradores. Com isso, os custos sobem mais do que em processos inflacionários normais`.

Rapidez, variedade de horários e pontualidade são fatores importantes para a escolha dos usuários. A Região Sudeste, segundo os dados do Ipea, é a única do país em que mais da metade dos entrevistados (50,7%) usa transporte público como principal meio para se deslocar. E os números mostram que a escolha dos usuários pode estar relacionada à qualidade do serviço prestado, uma vez que a região é, também, a que tem a maior porcentagem de pontualidade apontada pelos passageiros: 51,5% afirmam que o transporte está no horário.

O país tem, hoje, 46 cidades com mais de 500 mil habitantes que precisam ter resolvidos os problemas crônicos de transporte. Em 12, está sendo implantado o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da modalidade urbana, devido à Copa do Mundo de 2014, com projetos de mobilidade brasileiros usados em 80 países, mas não foram desenvolvidos aqui. ´Temos experiências da década 1970, por exemplo, em Curitiba, onde há o BRT (Bus Rapid Trans) com o objetivo de priorizar o transporte coletivo. Agora o governo federal acordou, após praticamente duas décadas ausente no setor. Acredito que é apenas um primeiro passo para reverter essa crise`, diz Bicalho. 





http://www.diariodepernambuco.com.br/2011/01/25/brasil6_0.asp

Burocracia emperra trem turístico

Com recursos depositados em conta na Caixa Econômica Federal, o Trem dos Pampas esbarra na burocracia para a locomotiva e os vagões entrarem nos trilhos entre Rio Pardo a Cachoeira do Sul.

A liberação do dinheiro para a implantação do projeto turístico é aguardada desde 2005. Mas a proposta não avançou mais depois da suspensão do repasse de dinheiro do setor, até que o Tribunal de Contas da União (TCU) conclua a avaliação de todos os convênios firmados pelo Ministério do Turismo com entidades privadas durante a gestão do ex-ministro Walfrido dos Mares Guia, nos anos de 2005 e 2006. A medida ocorreu diante da constatação de supostos repasses de verbas que atenderam a interesses privados, sem relação direta com o turismo.

O presidente do Movimento Civil de Preservação Ferroviária (MCPF), Mauro Back, afirma que todo final de ano faz a renovação do contrato com o Ministério de Turismo para a liberação dos recursos destinados ao projeto. Ele calcula que o valor corrigido gire em torno de R$ 1,4 milhão. O dinheiro será aplicado nas adaptações dos trilhos, reforma de equipamentos, nas obras para a manobra do trem nas estações de Ramiz Galvão, em Rio Pardo, e de Cachoeira do Sul. O dirigente da entidade responsável pelo projeto diz que nos próximos meses pretende iniciar um “novo calvário” atrás de auxílio para tirar a proposta do papel. Uma das ideias é agender uma audiência com a nova secretária de Turismo do Estado, Abgail Pereira, para solicitar apoio.

O secretário de Turismo e Cultura de Rio Pardo, Ronaldo Pinto Gomes, afirma que o município tem total interesse na implantação do projeto. Explica que pretende fazer contato com a equipe do MCPF para avaliar uma forma de conseguir colocar a proposta em prática, pois a administração municipal tem bom relacionamento com o meio político dos governos federal e estadual.

Proposta


O Movimento Civil de Preservação Ferroviária (MCPF), formado por pessoas de Rio Pardo, Cachoeira do Sul e Santa Cruz do Sul, recebeu em agosto de 2004, da diretoria da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), a outorga para a prestação não regular de serviços de transporte ferroviário de passageiros, com finalidade turística e cultural.

Pelo projeto do MCPF, o trem percorrerá o trajeto de 59 quilômetros em aproximadamente duas horas, ligando Rio Pardo a Cachoeira do Sul, durante os finais de semana e feriados. A viagem inclui a passagem por cinco estações, sendo quatro em Rio Pardo, iniciando por Ramiz Galvão, a central da cidade, Pederneira, Bexiga e finalizando em Cachoeira do Sul.

Metrô: testes com trem em movimento devem começar em abril


TrensA partir de abril, os primeiros trens da Linha Sul do Metrô de Fortaleza devem começar os testes dinâmicos. Esta é a segunda fase após os testes estáticos pelos quais já estão passando os dois primeiros trens unidades elétricas (TUEs) que vão operar no sistema. Os trens vão ser testados em movimento num trecho de dois quilômetros entre as estações Rachel de Queiroz (antiga Pajuçara) e Virgílio Távora (antiga Novo Maracanaú).
Nos testes dinâmicos, ainda não haverá o transporte de passageiros. Durante esta fase, serão testados a aceleração dos carros, a frenagem, o circuito da cadeia de tração e outros itens. A previsão é que em outubro, o Metrô inicie a operação assistida, período em que os trens vão circular com passageiros, mas ainda sem cobrança de passagem e em um período de tempo reduzido. Nesta etapa, que tem previsão de durar seis meses, serão feitas as aferições restantes e a adaptação dos passageiros ao novo serviço.
O presidente da Companhia Cearense de Transportes Metropolitanos - Metrofor, Rômulo Fortes, explica que a operação assistida vai assegurar as condições de confiabilidade necessárias para que o trem comece a operar comercialmente, ou seja, já cobrando tarifa. "Vamos assegurar que o trem que vai entrar em operação é o trem de melhor qualidade para o usuário", diz.
Os dois primeiros TUEs que estão Ceará fazem parte de um conjunto de 20 trens, que formarão 10 composições de 80 metros, cada. Cada composição é formada por três carros: duas caixas com cabine nas extremidades (o que permite que o trem ande nas duas direções sem precisar fazer retorno) e uma caixa só para passageiro no centro. O valor investido pelo Governo do Estado na compra dos trens foi de R$ 240 milhões.
Após a implantação da Linha Sul, o Metrô de Fortaleza, com a integração plena entre os modais de transporte, terá capacidade de transportar cerca de 350 mil pessoas por dia numa primeira etapa. A projeção é que em 2014 sejam beneficiados 675 mil passageiros.

http://www.ceara.gov.br/index.php/component/content/article/2583/2583

24 janeiro 2011

Especialistas propõem soluções para o trânsito de São Paulo

O já tradicional congestionamento na região do túnel que liga as Avenidas Paulista e Dr. Arnaldo
O já tradicional congestionamento na região do túnel que liga as Avenidas Paulista e Dr. Arnaldo
Dayanne Sousa


"Vai chegar o dia em que andar de carro será impossível e que o metrô será tão caro que só os ricos vão se locomover". Num exagero bem-humorado, o professor Witold Zmitrowicz alerta para o que São Paulo mais precisa na semana em que ela completa 457 anos. Zmitrowicz é ex-diretor de planejamento da prefeitura, e, junto com outros especialistas, comentou para Terra Magazine o que pode tirar da Paulicéia a fama de caótica.

Este ano, começa um plano da prefeitura em conjunto com a Universidade de São Paulo (USP) para planejar como a cidade deve ser em 2040. O ponto crítico e repetido por todos: as pessoas não podem mais passar horas para ir de casa ao trabalho.

Atualmente, a maioria da população paulistana vive na Zona Sul (em bairros como o Campo Limpo e Parelheiros): mais de dois milhões de habitantes segundo dados da SEADE (Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados) de 2009. No centro vivem pouco mais de 340 mil pessoas, mas é em seus arredores que há a maior oferta de equipamentos públicos e empregos. Uma viagem do Campo Limpo à Sé usando ônibus e metrô chega a durar cerca de duas horas nos horários de pico.

"Hoje São Paulo não tem apenas um centro concentrador, temos vários", argumenta Domingos Pires, diretor da São Paulo Urbanismo, ligada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano. São grandes avenidas como a Paulista ou a Faria Lima que concentram a maior parte dos escritórios. O objetivo para os próximos 30 anos, conta, é tornar cada bairro um espaço completo, com moradia, lazer e emprego. "Mais do que fazer as pessoas morarem perto do local de trabalho, precisamos humanizar os bairros e dar qualidade de vida", pondera o professor James Wright, coordenador do projeto para 2040 que a USP levará à prefeitura.

Lições do passado

O novo plano para daqui a 30 anos chega ao mesmo tempo em que o prefeito Gilberto Kassab diminuiu metas que ele mesmo criou para sua gestão. Reduziu de 120 mil para 85 mil o número de famílias a serem beneficiadas pelo programa de urbanização de favelas, por exemplo.

Da sua experiência de mais de 25 anos na gestão pública, Zmitrowicz sustenta: "muitas vezes esses planos ficam para trás diante das vantagens financeiras e políticas do momento". Ele conta que uma série de projetos criados nos anos 70 para agilizar a locomoção na cidade não foram em frente por conta da especulação imobiliária.

Uma das ideias envolvia um anel que ligasse uma série de vias importantes da cidade. "Seria como uma rodovia cortando a Avenida Brasil", conta. Mas se optou por ligações apenas por meio de avenidas porque elas permitem mais espaço e atenção a comerciantes e a novos negócios. Isso explica o porque a ligação de zonas mais distantes com o centro foi feita de forma periférica, a partir das marginais dos Rios Tietê e Pinheiros. "As marginais foram o que permitiu a interligação de áreas distantes, o problema são as enchentes, nem os piscinões dão conta mais".

Para James Wright, a pressão que um plano de longo prazo como o para 2040 causará nos administradores deve impedir esse tipo de decisão que política que muda a cada administração, mas que deixa suas marcas na cidade.

"O que nós precisamos é do controle das coisas e os políticos não gostam muito disso", critica Zmitrowicz. Professor do prefeito Kassab na Escola Politécnica da USP, ele prefere ser otimista.

- O melhor para a cidade é o planejamento racional. Enquanto estiverem a política de um lado e o dinheiro do outro, a racionalidade vai para o brejo. Eu acredito na racionalidade.

Metrô do Cariri é finalista em prêmio nacional de sustentabilidade


O Metrô do Cariri é um dos 10 finalistas do Prêmio GreenBest. A eleição, promovida pela empresa Greenvana, reconhece empresas, instituições, projetos, produtos e serviços em seus setores que mais se destacaram no consumo ou em iniciativas sustentáveis. O empreendimento cearense está concorrendo no Grupo Inovação, Tecnologia e Infraestrutura, na Categoria Transportes.

Haverá dois vencedores em cada categoria: um escolhido através de votação popular e outro por votação do júri oficial formado pela Academia GreenBest, composta por especialistas em cada tema. Os votos passaram a ser computados a partir do último dia 17 de janeiro no site www.greenbest.com.br. Os vencedores receberão o troféu GreenBest e diploma em cerimônia de premiação a ser realizada em 17 de maio deste ano.

O Metrô do Cariri foi inaugurado no dia 1º de dezembro de 2010 e é o primeiro projeto do Governo do Ceará de requalificação do transporte ferroviário de passageiros no interior do Estado. O sistema liga Juazeiro do Norte ao Crato ao longo de 13,6 quilômetros e é operado com veículos leves sobe trilhos (VLTs), que estão ganhando o mundo como uma solução inteligente na área de transporte e de menor impacto ambiental.
Os VLTs que operam no Cariri usam uma tecnologia local, visto que são fabricados pela Empresa Bom Sinal de Barbalha. A fabricação das composições estimulou a indústria ferroviária nacional, que não produzia novos trens desde a década de 1970.

Pesquisa do Ipea revela que congestionamentos afetam 66,6% dos brasileiros

SÃO PAULO - Um estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) comprova que apesar de o transporte público ainda ser o principal meio de mobilidade no Brasil, utilizado por 44,3% da população, o avanço na frota de veículos causa congestionamentos que já afetam, ao menos uma vez por mês, 66,6% dos brasileiros. Entre 2000 e 2010, a frota de automóveis cresceu 83,5%, passando de 20 milhões para 36,7 milhões. A baixa qualidade dos transportes públicos, aliada à melhora de renda da população, resulta em um crescimento galopante na frota de veículos particulares.
Engarrafamentos, ônibus lotados, pouca ou nenhuma interligação entre meios de transporte, custo elevado e baixo conforto são características bastante conhecidas pelos usuários de transporte público no Brasil. A pesquisa do Ipea comprova esta percepção ao mostrar que 70% dos brasileiros qualifica o transporte público como regular, ruim e muito ruim.
" O estudo revela que os avanços econômicos desta década foram convergentes com decisões de transporte individuais "

- O estudo revela que os avanços econômicos desta década foram convergentes com decisões de transporte individuais. O transporte coletivo cresceu bem menos que a aquisição de veículos. No entanto, a população mostra-se interessada em usar o transporte público. Opta pelo transporte individual pela falta de qualidade. No curto prazo, a ênfase no transporte individual pode ser menos onerosa ao poder público. Mas no longo prazo representa um custo elevado, inclusive de qualidade de vida e produtividade - avalia Marcio Pochmann, presidente do Ipea, que defende a elaboração de uma política nacional de transporte coletivo, cujo foco seja trem, metrô e VLT (veículo leve sobre trilhos).
Outro dado interessante revelado pelo estudo é que, numa média mensal, cada cidadão gasta com transporte o mesmo que gasta com alimentação no dia a dia.
Apresentado pelo presidente do Ipea, Marcio Pochmann, o Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS) de mobilidade urbana revela também os contrastes nos tipos de transporte de cada região brasileira. Quase 50% das pessoas que andam de ônibus no país estão na região Sudeste - onde 50,7% da população têm no transporte público seu principal meio de deslocamento - enquanto 45,5% daqueles que utilizam bicicleta moram na região Nordeste. Da mesma forma, 43,4% dos utilizadores de motocicleta também estão no Nordeste.
- Houve uma mudança de ponto de vista da composição da frota. Em 2000, os automóveis eram 62,7% do total de veículos no Brasil. As motos eram 13,3%. Agora, em 2010, os automóveis são 57,5%, contra 25,2% das motos, afirmou Pochmann. - Para cada ônibus novo surgido colocado em circulação nos últimos dez anos, apareceram 52 automóveis, continuou o presidente do Ipea.
Um dos dados citados na apresentação do estudo, retirado da Pesquisa de Orçamento Familiar (POF), revelou o crescimento dos gastos com transporte no País. Passou de 18,7% no ano 2000 para 20,1%, enquanto a alimentação caiu de 21,1% para 20,2% no mesmo período.
Em relação à segurança, 32,6% declararam que não se sentem seguros nunca ou se sentem apenas raramente no meio de transporte que mais utilizam.
Pochmann concluiu que a expansão da frota brasileira na última década se deu especialmente por meio de motos e automóveis.
- Houve crescimento no transporte coletivo, mas não na mesma proporção. A população tem interesse em usar o transporte público, mas ainda precisa identificá-lo mais com características de rapidez, melhor preço e segurança. Há espaço para ação em matéria de políticas públicas, disse.
http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/01/24/pesquisa-do-ipea-revela-que-congestionamentos-afetam-66-6-dos-brasileiros-923591646.asp

Cidades mais limpas do mundo, conheça o ranking




Cidades mais limpas do mundo foi divulgada pela empresa de consultoria Mercer. Nenhum município latino-americano integra o levantamento. A seleção é composta por:

1º Calgary (Canadá)
Cidades mais limpas do mundo
Centro financeiro e comercial, onde estão localizadas as sedes das principais empresas petrolíferas do Canadá, Calgary ocupa a primeira posição desta lista. Diante de uma rápida expansão económica e populacional, a cidade reformulou o seu sistema de saneamento nos últimos dois anos com o programa Too Good to Waste, que procura diminuir a quantidade de resíduos enviados para aterros. Esforços adicionais estão a ser feitos para reduzir os resíduos de construção civil e demolição, por meio do aumento da reciclagem de materiais (como madeira, asfalto, gesso e telhas), bem como incentivo financeiro e programas de educação ambiental.

2º Honolulu (Havaí – EUA)
Cidades mais limpas do mundo
A paradisíaca Honolulu é a segunda cidade mais limpa do mundo, segundo ranking da Mercer. A capital do Havaí e principal porto das ilhas havaianas possui exuberantes áreas verdes, praias de águas cristalinas e a melhor qualidade de ar dos Estados Unidos. E mais: em Honolulu, a água é filtrada através de rochas vulcânicas, sendo conhecida por ser livre do gosto de cloro comum em abastecimentos de outras cidades.

3º Ottawa (Canadá)
Cidades mais limpas do mundo
Ottawa não é apenas a capital do Canadá, mas um dinâmico centro cosmopolita de cultura e inovação tecnológica, com uma inigualável qualidade de vida. O sistema de transporte público é totalmente integrado, dispondo de uma eficiente malha de rotas de autocarros e um sistema de metro de superfície. Muitas vias públicas estão dedicadas exclusivamente ao tráfego de autocarros, bicicletas e pedestres. A sede do governo canadense conta ainda com uma qualidade de água notável. Em 2009, todas as fontes de água potável da cidade obtiveram classificação máxima.

4º Helsinque (Finlândia)
Cidades mais limpas do mundo
Capital da Finlândia e maior cidade do país, Helsinque leva em conta as condições e as oportunidades do ambiente natural no seu planeamento e incentiva a conservação da natureza, com ações de educação ambiental. Apesar das pressões por novas construções residenciais e comerciais, a cidade consegue preservar, de maneira comprometida, as suas áreas verdes e de lazer. No seu site, Helsinque disponibiliza relatórios que apontam um redução das emissões de gases de estufa por estações de energia, indústria e sistemas de aquecimento de residências, graças ao uso de tecnologias eficientes e combustíveis mais limpos, o que melhora o ar da cidade.

5º Wellington (Nova Zelândia)

Cidades mais limpas do mundo
Moderna e bem estruturada, Wellington ergue-se entre encostas de morros com vistas para a exuberante Baía de Port Nicholson, de águas transparentes, apesar do grande volume de navios que ancoram por ali. O Ministério de Meio Ambiente da Nova Zelândia atribui o bom ar local ao isolamento da cidade, baixa densidade populacional e à proximidade do mar. A poluição dos veículos também é controlada. Para se ter uma ideia, em 2009, as concentrações de monóxido de carbono foram em sua maioria classificadas como “excelentes”, devido à melhoria das tecnologias.

6º Mineápolis (EUA)

Cidades mais limpas do mundo
A qualidade do ar em Mineápolis está entre as melhores dos Estados Unidos e do mundo, quando comparada com a de outras grandes cidades. O bom desempenho atmosférico foi conseguido graças a um controle constante de poluentes ao longo dos anos. A cidade também aposta na iluminação pública mais eficiente com a adoção de lâmpadas fluorescentes, que duram mais tempo que as convencionais e garantem uma economia de energia e dinheiro.

7º Adelaide (Austrália)

Cidades mais limpas do mundo
Adelaide pode ser considerada um exemplo de desenvolvimento económico e preservação ambiental. Localizada ao Sul da Austrália, a cidade é sede de plantas industriais da General Motors Holden e Mitsubishi – praticamente metade dos carros produzidos na Austrália são de Adelaide, além de fábricas de equipamentos hospitalares e componentes eletrónicos. Parte da receita oriunda das intensas atividades industriais e comerciais é aplicada no desenvolvimento sustentável da cidade. Segundo o estudo, a região tem se afastado da dependência de aterros sanitários como parte do seu Plano Estratégico 2007, e não mede esforços para reduzir a geração de resíduos e incentivar a reciclagem.

8º Copenhaga (Dinamarca)

Cidades mais limpas do mundo
Copenhaga tem sido repetidamente reconhecida como uma das cidades com melhor qualidade de vida do planeta. Não é por menos. A capital da Dinamarca foi a primeira cidade no mundo a promover o empréstimo público de bicicletas. Cerca de 40% de sua população pedala diariamente entre idas e vindas de casa ao trabalho, da escola para o cinema, e em outros deslocamentos quotidianos. Mas os sistemas alternativos de transporte são apenas uma parte do planeamento urbano sustentável da cidade. Anfitriã de convenções internacionais, Copenhaga é elogiada pelos esforços desenvolvidos na última década para manter as águas do seu porto limpas e seguras – tão seguras que é possível até nadar nelas.

9º Kobe (Japão)

Cidades mais limpas do mundo
Localizada junto a um dos maiores portos comerciais do mundo, a cidade japonesa de Kobe é conhecida pela beleza do seu meio ambiente e pela variedade de entretenimento na área urbana da cidade, cuja paisagem é realçada pelo Monte Rokko. Quando o assunto é qualidade de vida, Kobe apresenta desempenho invejável, com elevadas taxas de expectativa de vida e alfabetização quase 100%. Em termos de limpeza, a cidade orgulha-se do seu sistema de drenagem de águas residuais, separadas de modo que as fortes chuvas não afetam o tratamento de resíduos. Outro ponto a favor da atmosfera, clean, são os viários sistemas projetados para manter o tráfego em movimento constante, garantindo menor emissão de poluentes ocasionados por congestionamentos.

10º Oslo (Noruega)

Cidades mais limpas do mundo
Nada das tradicionais indústrias, avenidas congestionadas, barulho ou ar poluído. O que se vê na capital e, a maior cidade da Noruega é uma paisagem rodeada de colinas e florestas densas, repleta de lagos, parques naturais e casas coloridas. Sem grandes fábricas em seu território (de apenas 454 quilómetros quadrados), Oslo garante aos seus moradores uma boa qualidade de ar, apesar dos veículos, e reduzidas emissões de gases efeito estufa. A fim de seguir uma sólida estratégia de gestão de resíduos sólidos, os restos orgânicos produzidos no centro urbano são desviados para tratamento numa unidade de biogás, sendo transformados em combustível para os autocarros locais. Além disso, o gás metano proveniente do aterro sanitário é coletado e convertido em eletricidade.

Mais de 23% têm carro como principal meio de transporte

Na região Centro-Oeste índice dos que utilizam automóvel é de 36,5%. No Brasil transporte público é o mais usado, com 44,3%


O estudo Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS): Mobilidade urbana, realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), e divulgado nesta segunda-feira aponta que 23,8% dos brasileiros já têm o carro com o principal meio de transporte. Se considerada apenas a região Centro-Oeste do País este número sobe para 36,5%. Na região Sul são 31,7% e, na Sudeste, 25,6%. O Nordeste é que o tem o menor índice, com 13%.

O transporte público - incluindo ônibus, trem e metrô - ainda é o mais utilizado pela população, sendo o principal meio de locomoção para 44,3% dos entrevistados. Na região Sudeste atinge 50,7%.

O estudo aponta uma grande variação em relação às regiões. No Norte, por exemplo, 17,9% da população diz ter a bicicleta como principal meio de transporte, superando, inclusive, os automóveis, que têm 17,6%. No Nordeste o índice também é bastante superior ao restante do Brasil, com 11,3%. Já no Sul, a bicicleta só é usada por 2% dos moradores e, no Sudeste, por 3,8%.

A pesquisa também indica variação do meio de transporte conforme o grau de escolaridade do usuário. Entre aqueles que têm até a 4ª série do 1º grau completa, 49,9% dizem utilizar o transporte público. Já no gurpo dos que possuem ensino superior incompleto, completo, ou pós graduação este índice cai para 29.4%. Ao mesmo tempo, o carro passa de 13,6% no grupo dos menos escolarizados para 52,4% no daqueles com mais anos de estudo.

http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/mais+de+23+tem+carro+como+principal+meio+de+transporte/n1237967305943.html

Ferrovias turísticas recebem investimento de R$ 2,3 mi

O Sebrae irá desenvolver até 2012 uma série de ações com o objetivo de valorizar e revitalizar 24 itinerários turísticos feitos por trens, além de tornar mais competitivas cerca de 700 micro e pequenas empresas e empreendedores individuais, presentes nas proximidades ou nas estações desses destinos. Para isso, serão investidos R$ 2,3 milhões. O projeto será feito em parceria com a Associação Brasileira de Trens Turísticos e Culturais (Abott). A informação é da Agência Sebrae de Notícias.

As ações serão desenvolvidas em dez Estados – Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Santa Catarina, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul – e fazem parte do projeto “Desenvolvimento da Competitividade e Gestão dos Operadores e Empreendimentos de Trens Turísticos”. Entre os mais conhecidos estão o Trem do Corcovado (RJ), Trem do Pantanal (MS), Trem do Forró (PE) e o Trem da Serra do Mar (PR).

O convênio das duas entidades teve início em fevereiro de 2010. Desde então, ações passaram a ser implementadas, entre elas a realização de um planejamento estratégico com a participação de representantes das operadoras de trens turísticos, micro e pequenas empresas, unidades locais do Sebrae, prefeituras, secretarias de turismo, entre outros parceiros.

A partir do próximo mês, cerca de 480 empreendedores e empresários serão capacitados, segundo informou o consultor do Projeto Trem é Turismo, Luiz Carlos Barboza. “Metade desse público é informal. Eles receberão orientações de como se formalizar e passarão por um diagnóstico inicial, capacitação, consultoria direta, além de oficinas para troca de informações”, explica Barboza. As principais atividades do público são, principalmente, venda de souvenirs e gastronomia.

Foram realizadas 24 oficinas, uma em cada destino. Cada um desses roteiros também conta com um agente local, responsável por mobilizar empresários locais e parceiros e fazer agendamento das oficinas e consultorias. “Embora estejamos falando de uma atividade da época imperial, o projeto é inovador. O próximo passo é implantar centrais de negócio, visando foco no mercado”, afirma o coordenador nacional de Turismo do Sebrae, Dival Schmidt.
 

Ipea indica que 39% da população está insatisfeita com transporte

Cerca de 85 milhões de brasileiros utilizam o transporte público como principal meio de locomoção


São Paulo – Mais de um terço da população brasileira (39%) considera o transporte público muito ruim ou ruim, segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgado nesta segunda-feira (24). A pesquisa Sistema de Indicadores de Percepção Social: Mobilidade Urbana entrevistou  2.770 brasileiros em todos os estados e no Distrito Federal.

Nacionalmente, 31,3% acham o transporte regular  e somente 2,9% consideram muito bom, ao passo que 26,1% o consideram bom - 0,7% não souberam ou não quiseram opinar. A região Sudeste tem o menor percentual de entrevistados que acham o transporte muito bom, 1,8%, ao mesmo tempo em que conta com uma das piores avaliações: 45,9% de reprovação. No Norte há a melhor aprovação, com 7,6% que consideram o transporte público muito bom.

Os meios de locomoção coletivos são utilizados por 44,3% da população. São cerca de 85 milhões de brasileiros, que estão preocupados com a rapidez, o custo e a disponibilidade de mais de uma forma de se deslocar. O uso de carros aparece em segundo lugar, com 23,8%, e o de motocicletas em terceiro, com 12,6%. O percentual de pessoas que se locomovem a pé é de 12,3%, e a bicicleta aparece como última opção, com 7%.

Para o presidente do Ipea, Márcio Pochmann, o resultado da pesquisa indica uma discrepância de avaliação do transporte público. "As pessoas de menor renda que têm o transporte público como principal deslocamento o valorizam muito mais. Enquanto os de maior renda tendem a valorizar mais o individual, não percebendo o público como uma alternativa de deslocamento".

Crescimento do transporte individual

Ônibus lotados, pouca ou quase nenhuma interligação entre os meios de transporte e o custo elevado resultaram no crescimento da frota de veículos individuais. "Por ter um custo menor que o do automóvel, ela é escolhida e acaba sendo a alternativa para a população de menor renda que opta pelo transporte individual", observa  Pochmann.

Em percentuais, também fica evidente a preferência pelo individual. As frotas de automóveis e motocicletas aumentaram, respectivamente, 83,5% e 284,4% de 2000 a 2010. No mesmo período, o número de ônibus cresceu 70,6%. "Pela proporção, para cada ônibus novo colocado em circulação, apareceram 52 automóveis", exemplificou Pochmann.

Um outra consequência do aumento do transporte individual é o crescimento do número de congestionamentos e do tempo de deslocamento das pessoas pelas cidades. As regiões Sul e Sudeste são as que apresentam mais problemas. Na Sul, 21,9% dos entrevistados disseram enfrentar mais de um congestionamento por dia. Já na Sudeste, o percentual foi de 21,6%.

Transporte e escolaridade

O estudo mostra que quanto maior a escolaridade mais insatisfação em relação à qualidade do transporte. Somente 20,1% das pessoas com nível superior completo ou incompleto e com pós-graduação acham o transporte muito bom e bom. Mais da metade desse público de maior escolaridade, cerca de 52%, opta pelo automóvel como forma de substituição ao transporte público. Em contrapartida, 34,9% dos entrevistados que têm até a quarta série do primeiro grau dividem a mesma opinião. Na parcela da população com menor escolaridade, até a quarta série do primeiro grau, temos 49,9% utilizando o transporte público e 20,7% usando moto como seu principal meio de deslocamento.

Para Pochmann, há espaço para políticas públicas que visem à redução do peso do custo do transporte, o que representaria um ganho de renda para as famílias, principalmente as de baixa renda. "A população mostra-se interessada em usar o transporte público, mas opta pelo transporte individual pela falta de qualidade. No curto prazo, a ênfase no transporte individual pode ser menos onerosa ao poder público. Mas no longo prazo representa um custo elevado, inclusive de qualidade de vida e produtividade", avalia.
O presidente do Ipea defende também a elaboração de uma política nacional que direcione investimentos para metrô, veículo leve sobre trilhos (VLT) e trem.


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