17 agosto 2011

Metrô é anunciado como nova opção de transporte em Salvador

Metrô vai ser construído na Avenida Paralela e custará mais de R$ 2 bilhões.


Enquanto anúncio era feito, população se manifestava na Avenida Bonocô.


Foi anunciado na tarde desta quinta-feira (11) o metrô como novo modelo de transporte que vai ser construído na avenida Paralela, em Salvador. Construção deve o custo de R$ 2,4 bilhões com previsão de entrega para 2014.
Enquanto representantes faziam o anúncio, populares se manifestavam em outro ponto da cidade, na avenida Bonocô, em protesto pela demora na conclusão do outro metrô, que já está há quase 12 anos em obras.
MANIFESTAÇÃO 12 ANOS DE METRÔ (Foto: Reprodução TV Bahia)
 
Enquanto representantes faziam anúncio, populares
se manifestaram em protesto pela demora na
conclusão do outro metrô
 
O projeto foi apresentado por representantes da Prefeitura Municipal de Salvador e Governo do Estado. A construção do novo metrô na avenida Paralela vai ser feito com o Poder Público e privado. Serão 22 km de metrô entre Lauro de Freitas e Rótula do Abacaxi.

O transporte das vias de acesso das avenidas Gal Costa e Pinto de Aguiar até este novo metrô ainda não ficou definido. Pode ser, por exemplo, ônibus articulado, o BRT, ou o comum.

O projeto do metrô na Paralela é mais caro do que o apresentado em agosto de 2010. Na época o então presidente Lula veio a Salvador e assinou o projeto de construção de corredores exclusivos, neste mesmo trecho, para os ônibus articulados com um custo de R$ 570 milhões.

De acordo com o presidente da Casa Civil da Prefeitura Municipal de Salvador, João Leão, o governo da Bahia resolveu fazer uma modificação e adotar o PAC Mobilidade Urbana. “Esse R$ 570 milhões é PAC Copa. O governo da Bahia resolveu fazer uma modificação e adota o PAC Mobilidade Urbana, que é o metrô na Paralela. Esses R$ 570 milhões só poderão ser salvos se entrarem na mobilidade urbana de Salvador no PAC Copa”, disse.

No mês passado o Ministério das Cidades informou que qualquer mudança no projeto inicial seria vetada e Salvador e Cuiabá teriam que seguir a opção assinada pelo então presidente Lula.

Mesmo assim, houve a mudança. O secretário de Planejamento Zezéu Ribeiro disse nesta quinta-feira que não precisou de autorização do ministério para mudar o projeto.

“Não houve veto do Ministério das Cidades a coisa alguma. O que pode existir pelo Ministério das Cidades é a não aceitação de um outro modo para um contrato que ele referendaria. Eu posso fazer um outro contrato com a Caixa [Econômica Federal] com outro objetivo, com outra coisa. Então nós temos um contrato com a Caixa, com esse objetivo respaldado e consagrado pelo Ministério das Cidades para o PAC Copa”, explicou o secretário.

Um estudo feito pela Ivepar, Empresa de Infraestrutura revelou que o trecho não tem um número suficiente de passageiros que justifique a escolha pelo metrô. Para o assessor da secretaria de Planejamento, o projeto é pensado em longo prazo. “Agora é que a Paralela começa a ser ocupada.

Essa é uma solução que garanta não apenas a atender a demanda de 2011, mas atender a demanda de 2036, 2040, 2050”, disse Antônio Valença.

Em nota, o presidente da Câmara Municipal de Salvador, Pedro Godinho, lamentou que a decisão pelo metrô tenha sido tomada sem ter sido discutida com os vereadores e a população.

O secretário de Planejamento do Governo do Estado informou que as obras começam em 2012 e que devem estar prontas em junho de 2014, mesmo mês do início da Copa do Mundo.

http://g1.globo.com/bahia/noticia/2011/08/metro-e-anunciado-como-nova-opcao-de-transporte-em-salvador.html

Gisele Bündchen faz campanha inspirada em metrô

Gisele Bündchen gravou a nova campanha da marca de calçados Grendene em um estúdio da cidade de São Paulo. De acordo com a assessoria de marca, a locação foi inspirada em um ambiente de metrô. Ela foi para o trabalho acompanhada pela irmã gêmea e empresária, Patrícia. Seu filho, Benjamin, de 1 ano e 8 meses, ficou no hotel com a babá.

http://revistaquem.globo.com/Revista/Quem/0,,EMI258193-8197,00-GISELE+BUNDCHEN+FAZ+CAMPANHA+INSPIRADA+EM+METRO.html

Alckmin promete entregar em oito anos o Metrô prometido para quatro

Governador garante que mais 32 quilômetros de rede serão inaugurados até 2014, e mostra que José Serra, também do PSDB, entregou um quarto do que prometeu

O que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, classifica como “mudança de paradigma” na área de transportes é, na realidade, mais uma chance para cumprir uma meta antiga. Na segunda-feira (15), o político do PSDB anunciou a construção de 24 estações e 32 quilômetros de metrô até 2014, quando a cidade de São Paulo passaria a ter, enfim, 100 quilômetros desta modalidade de transporte – menos da metade do que possui a Cidade do México.

O que está previsto no Plano Plurianual (PPA) de 2012 a 2015 não tem diferença significativa em relação ao que estava planejado no plano para o período de 2008 a 2011. Das duas, uma: no novo PPA, ou Alckmin admite que o governo de seu partido avançou muito lentamente nas obras, ou joga a culpa para seu antecessor, José Serra, do mesmo partido, de quem se sabe ser rival político. 

“Os investimentos do Metrô têm foco na expansão de sua rede, que deverá ser acrescida, em relação à rede atual, em 35,2 quilômetros até 2014, por meio das ampliações das Linhas 2 e 5 e construção da Linha 4”, anotava o documento apresentado por Serra à Assembleia Legislativa em 2007.

Segundo relatório do próprio Metrô, foram entregues 9,4 quilômetros ao longo dos quatro anos do último governo. 

Fazendo as contas, o governo do PSDB ficou devendo 25,8 quilômetros para o novo período.
Por esses números, em suma, Alckmin pretende, em quatro anos, construir seis novos quilômetros – o restante é apenas compensação do mandato anterior de seu partido, que controla o Palácio dos Bandeirantes desde 1995.

Para cumprir a meta de quatro anos em oito, vale também colocar no cálculo os monotrilhos, que não são a mesma modalidade de transporte.

A esta altura, segundo a versão anterior do PPA, São Paulo teria uma situação radicalmente diferente da que assiste diariamente. As linhas deveriam estar menos lotadas, em processo inverso ao que se nota. Já se deveria contar integralmente com a Linha 4 – Amarela do Metrô. A construção da primeira parceria público-privada do país contabiliza nove mortes e três anos de atraso.

Estão abertas, neste momento, as estações Butantã, Pinheiros, Faria Lima e Paulista – em horário reduzido, apenas de segunda a sexta-feira, e até às 21h. Mais duas paradas devem ser entregues até o fim do ano, e as demais restam como uma absoluta incerteza.

A Linha 5 – Lilás deveria haver chegado em 2010 a 19,8 quilômetros de extensão. Seriam dez novas estações, conectando-se à Linha 1 – Azul pela parada Santa Cruz e à Linha 2 – Verde pela parada Chácara Klabin. A realidade é diferente: são seis estações e 8,4 quilômetros interligando Capão Redondo e Largo Treze, na zona sul paulistana, com apenas 132 mil usuários ao dia. 

Outros projetos de mobilidade urbana não foram cumpridos. O Expresso ABC, trem que Alckmin anunciou há poucas semanas para ligar a capital paulista às cidades de Santo André, São Bernardo, São Caetano e Diadema, deveria beneficiar 670 mil pessoas todos os dias a partir de 2010, segundo o prometido em 2007.

O Expresso Aeroporto e o Trem de Guarulhos, proposta que o governador afirma entregar até 2014, no papel estariam em operação no ano passado, com 106 mil passageiros diários.


O PPA de 2012 a 2015 será dado a conhecer na íntegra nos próximos dias, quando será enviado ao Legislativo. Alckmin promete no novo plano quadruplicar a velocidade de execução das obras do metrô, de dois quilômetros ao ano para oito. Como se vê, não é algo em que se possa fiar. Entre o papel e a prática, vai uma distância. 

Metrô de São Paulo já percorreu o equivalente a 492 viagens ida e volta à Lua

Ao todo, foram 378.617.401 km rodados durante a operação comercial

A frota de trens do Metrô de São Paulo percorreu, em 36 anos de operação comercial, o equivalente a 492 viagens ida e volta à lua ou 3,4 viagens de ida e volta a Marte. Ao todo, foram 378.617.401 km. Só no primeiro semestre de 2011, os trens completaram 9.316.112 km.

Entre todos os carros da frota, o A46 (antigo A11) é o exemplar com maior rodagem: 4.229.96 km. Ele pertence à Linha 1-Azul (Jabaquara-Tucuruvi) e está até hoje em circulação.

Já a unidade mais velha tem 38 anos e 10 meses e opera na Linha 1-Azul. Na mesma linha, há também o trem mais novo, que completou recentemente sete meses.
O A46 (antigo A11) do Metrô é o exemplar com maior rodagem: 4.229.96 km

Atualmente, o Metrô oferece 150 trens para os usuários, todos os dias. A Linha 1-Azul fica com 58, seguida da Linha 3-Vermelha que tem 57. Logo depois vem a Linha 2-Verde com 27 e a Linha 5-Lilás que possui oito.

Considerando apenas os dias úteis, a Linha 3-Vermelha (Corinthians/Itaquera – Palmeiras/Barra Funda) é líder no ranking das viagens diárias do Metrô, com 1.160, em média. A Linha 1-Azul (Jabaquara-Tucuruvi) é a segunda colocada, com 1.160. A Linha 2-Verde (Vila Prudente- Vila Madalena) ocupa o terceiro lugar do pódio com 918. Por fim, temos a Linha 5-Lilás, com 526.
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse nesta segunda-feira (15) que vai entregar 30 km de metrô e monotrilho até 2014, último ano de sua atual gestão. Ele prometeu ainda que outros 95 km serão deixados em construção. Apesar dos números, as obras não serão suficiente para cumprir a promessa feita em 1999 pelo ex-governador Mário Covas, do mesmo partido de Alckmin, o PSDB, de atingir uma malha metroviária de 284 km até 2020.

Mesmo se até o fim da década fiquem prontos os 30 km que Alckmin anunciou que entregará até o fim da sua gestão, mais os 95 quilômetros que anunciou que deixará em construção, somados à malha atual (de 70km) o total atingiria 195 km – longe da promessa de 284 km de 1999.

14 agosto 2011

Metrô: funcionários que vão trabalhar na operação da Linha Sul passam por treinamento

A Companhia Cearense de Transportes Metropolitanos – Metrofor iniciou o treinamento da sua segunda turma de funcionários que vão trabalhar na operação da Linha Sul do Metrô de Fortaleza. Atualmente, eles estão participando de um curso de formação pedagógica de instrutores e, no próximo domingo (14), embarcam para Recife onde receberão treinamento em operação metroviária na Superintendência de Trens Urbanos do Recife (METROREC).

O treinamento em Recife faz parte de um convênio assinado entre o Metrofor e o Metrorec. A primeira turma de treinamento já foi capacitada no Metrô de Recife. A segunda turma é formada por 17 funcionários: seis da área de manutenção, quatro agentes de estação, quatro maquinistas e três do Centro de Controle Operacional (CCO). O treinamento em Recife começa dia 15. O tempo de duração varia de acordo com a especialidade, podendo ser de três a seis semanas.

A diretora de Gestão Empresarial, Cissa Maia, explica que a ideia do treinamento é incutir a filosofia metroviária na mentalidade dos funcionários da Companhia. “Os funcionários vão vivenciar ferramentas de trabalho no trem elétrico que os capacitará para operar os novos trens da Linha Sul”, diz.

A Linha Sul é o primeiro estágio do Metrô de Fortaleza e vai ligar o centro de Fortaleza até o município de Pacatuba ao longo de 24,1 quilômetros. Serão 3,9 km em subterrâneo, 2,2 km em elevado e 18 km em superfície. Atualmente, mais de 90% das obras civis estão concluídas. A previsão é que a parte de obras civis seja concluída até o fim deste ano. Em 2012, o trecho Parangaba até a Estação São Benedito deve estar totalmente eletrificado para ser operado comercialmente. Em 2013, o resto do sistema deve começar a operar

Empresa recolhe 55 trens-bala na China por segurança

Uma empresa estatal chinesa disse nesta sexta-feira estar recolhendo 55 trens de alta velocidade usados na linha Pequim-Xangai, por motivos de segurança.

A medida foi anunciada um dia após o governo suspender a aprovação de novas linhas ferroviárias de alta velocidade. Uma colisão entre dois trens-bala no país, ocorrida no mês passado, levou o país a rever seus procedimentos de segurança.

O acidente que matou ao menos 40 passageiros causou revolta na China, com muitos no país acusando o governo de colocar os lucros à frente da segurança.

As linhas de trens de alta velocidade são consideradas um símbolo do prestígio nacional, mas críticos dizem que elas vêm sendo construídas muito rapidamente

Falhas que levaram a acidente ferroviário eram evitáveis

Segundo o investigador do caso, houve erros no projeto e na administração

Trem-bala que descarrilou na província de Zhejiang, na China. Ao menos dois vagões foram arremessados da ponte e caíram no rio próximo a linha (AFP)

O acidente ferroviário de alta velocidade que deixou 40 mortos em julho coloca em evidência falhas de projeto e de administração que poderiam ter sido evitadas, afirmou a imprensa chinesa nesta sexta-feira, citando um investigador do caso. Anteriormente, erros na tecnologia de sinalização já tinham sido apontados.

"Houve sérios problemas no desenho do sistema que conduziram à falha dos equipamentos", disse Luo Luin, ministro de Administração Estatal em Segurança do Trabalho da China, que está chefiando a investigação. "Ao mesmo tempo, isso expôs os problemas na resposta de emergência e na administração de segurança depois que as falhas ocorreram", disse Luo, segundo o Beijing Times. "Esse foi um grande acidente envolvendo culpabilidade e que poderia ter sido totalmente evitado", acrescentou.

Segurança - A segunda maior fabricante chinesa de trens-bala anunciou nesta sexta-feira o recall de 54 trens usados na nova linha Pequim-Xangai por motivos de segurança, em um novo golpe para o sistema ferroviário do país que já sofre de inúmeros escândalos. O recall dos trens pela China CNR Corp Ltd. ocorre três semanas depois do acidente, que provocou a fúria do público, recebeu uma rara e firme cobertura da imprensa e congelou as aprovações para novos projetos ferroviários.

O impulso chinês pelo transporte ferroviário em alta velocidade era mantido até recentemente como um troféu do poder tecnológico pelas autoridades do governo. Agora, tem se tornado um albatroz político, atraindo críticas de muitos cidadãos já bastante frustrados com o atrapalhado Ministério das Ferrovias.

Os sites de microblogs na China, em rápido crescimento, serviram para amplificar o descontentamento público, e o recall atraiu mais vaias no popular site Weibo, do portal de Internet chinês Sina.

http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/falhas-que-levaram-a-acidente-ferroviario-eram-evitaveis

Estradas de Ferro Russas terão trens de dois andares

Vagões serão construídos em conjunto por russos e franceses


O vice-presidente da companhia Estradas de Ferro Russas (RZD), Valentin Gapanovitch, aprovou o plano de desenvolvimento de trens com vagões de dois andares, que reforçarão o transporte regional da empresa.

Os vagões serão desenvolvidos pela russa Transmashholding, em conjunto com o consórcio francês Alstom (que detém 25% da Transmashholding), segundo informou a assessoria de imprensa da RZD. A produção deve ter início em 2014. A quantidade de composições ainda não foi negociada.

A informação é que as novas composições serão formadas por 6 ou 12 vagões para transporte de passageiros e duas locomotivas, uma em cada extremidade da composição. Esse tipo de trem deve circular nas linhas que ligam Moscou a Tver, Yaroslavl, Vladimir, Ryazan, Tula e Kaluga.

Os vagões serão divididos em três classes. Além disso, haverá no trem compartimentos VIP para duas pessoas, com poltronas modelo grand luxe, compartimento para cadeirantes com acompanhante, vagão-restaurante e espaço para grandes volumes.

Todos os vagões terão ar-condicionado, banheiros ecológicos, passagem hermética de um vagão para outro, bem como um sistema de câmaras de vigilância. A velocidade máxima prevista para esse tipo de trem é de 160 quilômetros por hora.

Metrô de Teresina passa por teste de velocidade; volta é para quarta

A CMTP continuará a troca dos dormentes, que serão colocados paralelamente ao funcionamento do metrô

Testes dinâmicos em locomotivas e vagões e nos 15 km da linha férrea foram iniciados nesta sexta-feira, dia 12 de agosto, pela Companhia Metropolitana de Transportes Públicos (CMTP). O metrô passa a ser mais uma opção de transporte para os teresinenses a partir da próxima quarta-feira, dia 17 de agosto.

Os testes dinâmicos possuem como finalidade garantir a estabilidade da linha e definir a velocidade em cada trecho. “Vamos determinar essa velocidade para que o trem circule com segurança na linha”, afirmou o diretor técnico da Companhia Metropolitana, Antônio Sobral, frisando que o metrô volta a circular no dia 17.
O trem irá transitar normalmente da Estação Engenheiro Alberto Silva, no Shopping da Cidade, à Estação do bairro Dirceu II, na zona Sudeste de Teresina. Nas primeiras semanas, o metrô funcionará apenas nos horários com maior fluxo de passageiros: manhã, meio-dia e tarde.

A CMTP continuará a troca dos dormentes, que serão colocados paralelamente ao funcionamento do metrô. A previsão é que até dezembro, sejam colocadas dez mil peças. Até o momento, já foram realizadas mais de quatro mil trocas. Junto com a mudança dos dormentes, foram feitas melhorias nas passagens de níveis, nos aparelhos de mudanças, no nivelamento e alinhamento da linha.

Metrô deve voltar a funcionar na quarta (17)

Metrô deve voltar a funcionar na quarta (17)

http://180graus.com/geral/metro-de-teresina-passa-por-teste-de-velocidade-volta-e-para-quarta-448425.html

Trem descarrila e deixa um morto na Polônia

Cerca de 40 ficaram feridos no acidente que ocorreu no trajeto entre a cidade de Katowice à capital Varsóvia


 

 
Acidente com trem ocorreu no trajeto entre Katowice e Varsóvia

Um descarrilamento de trem deixou um passageiro morto nesta sexta-feira no centro da Polônia. De acordo com a Associated Press, cerca de 40 pessoas ficaram feridas no acidente em Baby, perto da cidade de Piotrkow Trybunalski.

O número de mortos foi revisado pelas autoridades polonesas, depois da informação inicial de que quatro passageiros haviam morrido e 30, ficado feridos.

O acidente ocorreu às 16h15 locais (cerca de 11h15 em Brasília) no trajeto do trem que ia de Katowice à capital Varsóvia. De acordo com o canal polonês TVN 24, cerca de 280 estavam a bordo.
Ao canal TVN24, a passageira Marcin Chlebowski disse ter sentido a velocidade do trem diminuindo e, de repente, um choque.

Equipes de resgate foram enviadas ao local, segundo a empresa estatal responsável PKP, assim como seis helicópteros dos serviços de resgate.

Os feridos foram encaminhados para hospitais da região.

As causas do acidente ainda não foram esclarecidas. Aparentemente, de acordo com o porta-voz da PKP Lukasz Kurpiewski, não havia nenhum obstáculo no trajeto do trem.
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/trem+descarrila+e+deixa+um+morto+na+polonia/n1597138975368.html

CPTM recebe 1 queixa ao dia contra pregação em trens de SP

Passageiros dos trens da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) enviam uma queixa por dia à empresa contra a pregação religiosa nos vagões.

A estatal recebeu 177 reclamações de janeiro a junho deste ano, sendo que foram 261 queixas ao longo de 2010.

A CPTM coíbe a prática, o que, segundo a empresa, "não se confunde com os direitos assegurados na Constituição", mas se baseia na ideia de que "o Estado é laico e pela própria Constituição ninguém tem o direito de impor sua fé ao outro, notadamente em ambiente fechado como é o caso dos trens".

Quando um pregador é removido do vagão, ele perde o direito da viagem, informou a CPTM. As informações são do Jornal da Tarde.

"A maioria das pessoas gosta de ouvir", garante o analista de informática Agostinho Ferreira da Silva, 46 anos, qua há oito anos evangeliza nos vagões da Linha 12-Safira. O operador de logística Vanderlei Aparecido Luiz, 38 anos, usa a Linha 10-Turquesa (Luz/Rio Grande da Serra), a que tem mais denúncias.

Ele diz sentir-se incomodado. "Às vezes, eles chegam a gritar. Atrapalham as pessoas que tentam voltar dormindo de um dia cansativo." Ele chegou a ver um evangelizador sendo expulso por passageiros revoltados. "Em uma estação, seguraram a porta e falaram que o trem só andaria se ele saísse." Uma determinação judicial proíbe a prática desde 2009 no Rio de Janeiro, em ação proposta pelo Ministério Público.

Painéis nas linhas da Supervias avisam até sobre a possibilidade de cessação coercitiva de práticas dessa natureza, com o apoio da polícia.

Urbanista aponta caminhos da mobilidade urbana

Luc Trottier defende a ocupação do centro das cidades e o uso intensivo do transporte público

Imagine uma cidade praticamente sem carros particulares rodando pelo seu centro, com ruas de calçada larga e em que quase todos andam de trem ou ônibus.
 
É assim que, pelo menos em parte, o arquiteto e urbanista suíço-canadense Luc Trottier, especializado em arquitetura sustentável e mobilidade urbana, pensa como seria o ideal para ser viver. "Eu sei que é praticamente impossível viver sem carro, mas isso seria ótimo em vários sentidos", ponderou Luc, durante entrevista realizada na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).
Pós-graduado na França, Luc Trottier veio a Natal em companhia da esposa e acabou aceitando o convite do Departamento de Políticas Públicas da UFRN, para proferir a palestra, que superlotou um auditório no Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) e mais uma sala de aula, que transmitia o encontro ao vivo, via internet.
 
 O estudioso se baseou na sua tese de mestrado, chamada "Arquitetura e mobilidade -repensar a composição urbana da ótica de uma mobilidade durável.

Inimigo da presença do carro particular nas cidades, durante a palestra e em entrevista concedida à reportagem de O Poti/Diário de Natal Luc trouxe à tona diferentes - e inovadores - conceitos sobre densidade e mobilidade urbana, defendendo exatamente o contrário do senso comum e do que ocorre na maioria das cidades de todo o planeta. "A solução para uma melhor mobilidade é encurtar distâncias, favorecendo o pedestre. Há de ser ter uma maior concentração populacional para promover qualidade de vida, além de uma melhora no trânsito.
 
Cidades como Paris, com mais de 20 mil habitantes por quilômetro, e Barcelona (16 mil habitantes por km²) são excelentes cidades para se viver, mesmo com a alta concentração de pessoas", explicou o arquiteto e urbanista.
 
O adensamento, no entanto, deve ser orientado, pois, de acordo com ele, a construção de arranha-céus não é o caminho e sim o investimento em quarteirões.

Partindo da lógica de que tendo tudo mais perto, aliado a preferência das ruas para o pedestre e não para o carro, o cidadão irá preferir andar, ao invés de usar o carro - o vilão, em vários sentidos, para Luc Trottier. "A aceleração da urbanização nas cidades nos últimos 50 anos criou uma fragilidade nas cidades e falta de uma reforma no setor de transporte, o único a não mudar na história recente, favoreceu a situação atual das cidades.
 
Este setor é o único que continua em um gasto crescente de energia, enquanto todos os outros consomem menos a cada ano", afirma Luc. Segundo ele, a presença maciça do carro como transporte em todo o mundo causa enorme impacto tanto na ecologia como na economia, tornando-o um fator dominante nas cidades. 
 

Governador garante que trem VLT vai passar e que moradores vao ser recompensados de forma justa



Durante a visita de ontem, 6a.feira (12/08), no Castelão, o governador Cid Gomes, disse que as famílias que moram às margens do trilho por onde passará o Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) Parangaba-Mucuripe “serão recompensadas de forma justa”. 

Cid disse que há três situações para a remoção das famílias do local. A primeira atinge os que não precisariam ser removidos. “Será feito um estudo e receberão o valor justo para reconstruir suas casas e permanecerem no local”, afirmou.

 A segunda situação é sobre as pessoas que serão removidas. Neste caso, quem tiver direito a uma indenização de até R$ 40 mil será transferido para o José Walter. “Até esse valor, as familias serão removidas aos apartamentos de 35m² do programa Minha Casa Minha Vida, mas não terão despesa alguma, já que o Governo estadual irá subsidiar tudo”.

Quem tiver a receber mais de R$ 40 mil também será transferido e terá que arcar com uma mensalidade de 50 reais do projeto. “Mas nós pagaremos a indenização ainda assim”, completa o governador.
No início do mês, Cid esteve na comunidade visitando os moradores. Sua presença gerou uma confusão entre os manifestantes contrários ao projeto e os membros do governo. Na ocasião, houve bate-boca entre Cid e o vereador João Alfredo, do Psol. 

08 agosto 2011

Índia: colisão entre trens deixa um morto

Dois trens colidiram e deixaram um morto e vários passageiros feridos nesse domingo no leste da Índia. O trem que viajava entre Guwahati e Bangalore descarrilou e colidiu com outro veículo no distrito de Malda, estado de Bengala Ocidental, 350 km ao norte de Calcutá.

De acordo com autoridades as locomotivas de ambos os trens pegaram fogo após a colisão e também que alguns carros caíram sobre os campos de arroz nas proximidades. "Alguns carros ficaram muito destruídos e muitos passageiros ficaram presos", afirmou Rajesh Sinha à AFP.

O acidente aconteceu três semanas depois que outro trem expresso que fazia a rota entre Calcutá e Nova Dhéli descarrilou no estado de Uttar Pradesh (norte), na ocasião 63 pessoas morreram.

No entanto, a rede ferroviária da Índia continua sendo a principal forma de viagem de longa distância em todo o país e transporta 18,5 milhões de passageiros por dia. O setor ferroviário tem mais de 1,4 milhão de trabalhadores, e 11 mil trens circulam diariamente.

Vários especialistas afirmam que o sistema, a segunda maior do mundo, tem uma necessidade urgente de investimentos para melhorar as medidas de segurança.

O pior acidente no país ocorreu em 1981, quando um trem caiu em um rio no Estado de Bihar (nordeste), matando 800 pessoas.

Acidente põe em destaque dívidas do setor ferroviário da China .

Atolado em dívidas, o Ministério das Ferrovias da China, sob ataque depois da fatal colisão de trens do mês passado, pode precisar do socorro financeiro do governo central e terá dificuldade para levantar novos fundos, preveem analistas — o que suscita ainda mais preocupação com o sistema de trens de alta velocidade do país.
CTRAIN
A construção de uma rede de trens velozes foi um pilar do plano de estímulo econômico da China para combater a crise financeira mundial. Liderada por empréstimos de bancos comerciais, a dívida do Ministério das Ferrovias chinês subiu para centenas de bilhões de dólares — dinheiro basicamente usado para acelerar a construção da rede de alta velocidade, que Pequim anunciou como de categoria mundial.

O drama da dívida do setor ferroviário é parte das sequelas maiores do pacote de estímulo que hoje começam a pesar sobre o governo chinês e poderiam colocar em dúvida a estrutura financeira — e não só padrões de segurança — de um setor que, esperava a China, poderia se tornar uma grande fonte de exportação.

Segundo analistas, a revolta pública causada pela colisão de dois trens de alta velocidade no dia 23 de julho — que matou 40 pessoas e deixou 191 feridas — provavelmente enfraqueceu o poderoso Ministério das Ferrovias, único órgão estatal chinês fora o Ministério da Fazenda com permissão para emitir títulos — aos olhos do próprio governo e de investidores. Isso, por sua vez, está nutrindo dúvidas sobre sua capacidade de levantar mais fundos para cobrir a dívida atual e para dar continuidade à construção da badalada rede de alta velocidade — e levando alguns a pedir a reestruturação do ministério ou sua abolição.

"Em vista da atenção que o acidente atraiu para as práticas de gestão [do Ministério das Ferrovias], pode levar um tempo para que [o ministério] possa voltar aos mercados de dívida", disse o economista do banco Standard Chartered num relatório de pesquisa. "Vai haver dificuldade de financiamento e, inevitavelmente, um aumento da pressão para o pagamento de juros".

Green disse duvidar que o fluxo de caixa de operações do ministério tenha folga suficiente para cobrir o pagamento de juros da dívida. Ele e outros analistas disseram que o Ministério das Finanças provavelmente terá de intervir a certa altura com uma injecção de capital.

O Ministério das Ferrovias da China não respondeu a um pedido de esclarecimentos.

Para o governo central, o drama do ministério veio agravar a preocupação com a dívida do plano de estímulo. Entidades especiais de financiamento criadas por governos locais também acumularam dívidas enormes — cerca de US$ 1,65 trilhão, ou 27% do PIB da China no ano passado, de acordo com estimativas de junho do Escritório Nacional de Auditoria do país. Em estimativas do setor privado, esse total é maior.

Embora poucos questionem a capacidade do governo de cobrir a dívida, analistas alertam que a carga poderia desviar fundos de outras prioridades fiscais e onerar bancos estatais chineses com empréstimos ruins.

Vazamento de gás suspende circulação de trens

A circulação de trens no trecho entre Gramacho e Saracuruna, na Baixada Fluminense, foi interrompida

A SuperVia suspendeu a circulação de trens no trecho entre Gramacho e Saracuruna, devido ao vazamento de gás em empresa no bairro de Campos Elíseos, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
A área foi vistoriada por equipe de seguranças da concessionária.

Na manhã desta terça-feira, moradores da região se assustaram com forte cheiro de gás, que chegou até as casas.

Os bombeiros informaram que o gás vazou da tubulação da Nacional Gás, localizada na Avenida Fabor, próximo a Refinaria Duque de Caxias (Reduc).

A fábrica foi evacuada e não foram registradas vítimas, assim como nenhum tipo de explosão ou incêndio no local.A Nacional Gás não divulgou nota sobre o incidente.

A situação só foi normalizada no início da tarde, depois de duas horas de vazamento. Três quarteis dos Bombeiros da Baixada Fluminense foram mobilizados na ocorrência.

http://correiodobrasil.com.br/vazamento-de-gas-suspende-circulacao-de-trens/277210/

Palestras contra depredação de trens serão intensificadas com a volta às aulas

Após o retorno das aulas, a Companhia Cearense de Transportes Metropolitanos – Metrofor -  vai intensificar as palestras educativas do Projeto Metrô e Cidadania para coibir atos de vandalismos contra os trens urbanos. O principal público são os alunos de escolas localizadas às margens da Linha Oeste, que liga o centro de Fortaleza a Caucaia.
O ouvidor da Companhia, Fernando Mota, explica que a ideia é conscientizar os jovens, principalmente aqueles usuários do sistema de transporte ferroviário, sobre seu papel na preservação dos trens e das estações.  “O Governo do Estado fez um esforço em reformar todos os trens da Linha Oeste. Agora, a população tem que nos ajudar a manter esse equipamento”, apela.
Em junho deste ano, o governador Cid Gomes entregou pessoalmente 31 carros de passageiros e quatro locomotivas totalmente reformados. Os carros ganharam pisos novos, janelas reforçadas, bancos com acentos individuais, melhorias na iluminação e acionamento de portas e ar condicionado. Foram investidos em recursos próprios mais de R$ 12 milhões.
No conjunto de obras de melhoria da Linha Oeste, também foram recuperados 17 quilômetros de via permanente e duplicados outros 2,5 quilômetros, reformadas nove estações e foi realizado o trabalho de sinalização das passagens de nível. Também foi concluído o viaduto rodoviário Visconde de Cauípe, em Caucaia. Todo o projeto teve um investimento total de mais de R$ 124 milhões.
Fernando Mota acrescenta que a segurança dentro dos vagões e nos espaços pertencentes à Companhia também foi reforçada. Atos de vandalismos, pedradas e qualquer tipo de depredação estão sendo coibidos. As palestras educativas também conscientizam sobre a proibição de colocar lixo e entulhos na linha férrea.
No início deste ano, a Companhia Cearense de Transportes Metropolitanos – Metrofor - , em parceria com a Prefeitura de Caucaia, retirou cerca de 90 caçambas de lixo entre as estações de Jurema e de Araturi. “Não dá pra fazermos nosso trabalho e a população continuar sujando. Ela tem que colaborar”, diz Fernando Mota.
Além de escolas, as palestras do Projeto Metrô e Cidadania também são realizadas em centros comunitários, igrejas, sindicatos e outras entidades coletivas.

Monotrilho Manaus

Para implantação do projeto de mobilidade urbana, Scomi Engineering, uma das empresas que compõem o consórcio Monotrilho Manaus, quer mão de obra local
[ i ] Construção do monotrilho em Manaus vai dar oportunidade para empresas do setor de tecnologia e energia da cidade.
  Construção do monotrilho em Manaus vai dar oportunidade para empresas do setor de tecnologia e energia da cidade.

Manaus - A classificação da proposta de preço do Consórcio Monotrilho Manaus para a elaboração do projeto executivo, construção, fornecimento e implantação de sistema monotrilho em Manaus, anunciada nesta semana pela Comissão Geral de Licitação do Governo do Amazonas, proporcionará avanços significativos na área de mobilidade urbana, frente às necessidades da população, ao mesmo tempo em que possibilitará a abertura de mercado de trabalho com foco nas áreas de Engenharia e Tecnologia.

Para a fábrica de montagem que a Scomi Engineering, uma das empresas que compõem o consórcio Monotrilho Manaus, irá instalar na capital ainda esse ano, profissionais de níveis Técnico e Superior com experiência em montagem e solda e engenheiros terão a oportunidade de ser recrutados para somar esforços na produção dos componentes do monotrilho, na nova obra em Manaus.

Para os cargos de ‘supervisores de áreas de montagem’, a empresa está recrutando engenheiros elétricos, mecânicos e de software com experiência. “Esses profissionais precisam ser altamente qualificados para facilitar o treinamento”, disse o vice-presidente da Brasell, representante da Scomi para a América Latina, Halan Moreira.

Formado por dez a 20 profissionais, esse grupo de chefia receberá treinamento na sede da Scomi Internacional, na Malásia. “Tudo indica que o primeiro dos quatro trens, que irá para Manaus, será montado lá, nessa etapa do treinamento”, comentou. Essa equipe treinada no exterior será dividida em duplas, composta por um engenheiro e um técnico, e vai supervisionar outros grupos de trabalho.     

Com nível técnico, esses profissionais supervisionados irão desempenhar atividades como solda, elétrica, instalação de condicionadores de ar e montagem estrutural. “O treinamento desse pessoal vai acontecer em Manaus e irá durar de dois a quatro meses, dependendo da área”, explicou Moreira, que também é presidente da Associação Brasileira de Monotrilhos (Abramon).

Na etapa de seleção dos técnicos está sendo exigida qualificação, principalmente, em montagem e soldas. “O necessário é experiência em soldas em alumínio, que são mais avançadas, sofisticadas, mas iremos considerar profissionais experientes com solda de aço para serem treinados”, disse. Segundo o vice-presidente da Brasell, a preferência no recrutamento é para profissionais da cidade. “Publicaremos em breve, agora estamos estudando parcerias com fundações de Manaus”, explicou.

A Scomi Engineering irá contratar de 300 a 500 funcionários para a unidade fabril implantada em Manaus. “Isso vai depender da demanda, do prazo de entrega que teremos que cumprir”, comentou. De acordo com Halan Moreira, quanto mais o curto prazo maior o número de trabalhadores empregados. De acordo com o executivo, a fábrica pode chegar a ter até três turnos.

Prefeitura do Rio lança consulta pública para implantação da Transolímpica

Obra terá início em 2012 e concorrência será em setembro deste ano

 barra
Transolímpica vai ligar a Barra da Tijuca a Deodoro; projeto prevê a construção de corredores de tráfego para a Olimpíada de 2016

 
 
A Prefeitura do Rio de Janeiro se prepara para as obras da Transolímpica, via que vai ligar os bairros da Barra da Tijuca a Deodoro, na zona oeste da cidade. A Secretaria Municipal de Obras publicou no Diário Oficial a consulta pública para concessão de implantação, operação, manutenção, monitoração, conservação e realização de melhorias para a via. O modelo adotado pela prefeitura para a construção será concessão precedida de obra pública. A obra faz parte dos projetos para os Jogos Olímpicos de 2016 e terá início em 2012. A concorrência será em setembro deste ano.

O valor estimado no edital é de R$ 1,6 bilhão e as construtoras interessadas poderão consultar a minuta no período de 5 a 22 de agosto. Para a construção da obra, serão necessários cerca de 40 meses.
A via, com aproximadamente 23 quilômetros de extensão, vai ligar os bairros do Recreio dos Bandeirantes à Deodoro, passando por Barra da Tijuca, Jacarepaguá, Curicica, Taquara, Jardim Sulacap e Magalhães Bastos.

O município se compromete a arcar com até R$ 1,1 bilhão na obra. Ganhará a concessão por 35 anos a empresa que calcular o menor volume a ser investido pela Prefeitura. No orçamento, estão incluídos apenas os gastos diretos nas obras da via expressa.

O projeto

A Transolímpica ligará a Vila dos Atletas e o Parque Olímpico do Rio, no Riocentro, ao Parque Radical do Rio (que vai sediar as provas de pentatlo moderno, esgrima, tiro e montain-bike da Olimpíada de 2016), em Deodoro.

Serão construídas duas pistas com três faixas para veículos e faixas exclusivas para BRT (Bus Rapit Transit), permitindo a conexão com as vias da Transcarioca, na Taquara, em Jacarepaguá; e com a Transoeste, na avenida das Américas, na altura do Recreio dos Bandeirantes, além de interligar com os trens da SuperVia (concessionária responsável pelos trens no Rio) na estação Deodoro e com a Transbrasil.

Também serão construídas ciclovias nas duas laterais do corredor, nos bairros de Jacarepaguá, Barra da Tijuca e Deodoro, e nas paradas das estações BRT, incentivando o uso deste sistema de transporte.

Avenida Salvador Allende será ampliada
A obra ampliará a avenida Salvador Allende, por onde passam atualmente 59 mil veículos por dia. Dos atuais 30 metros de largura e quatro faixas de rolamento (duas por sentido), a via passará a ter 80 metros de largura e dez faixas (cinco por sentido).

As faixas centrais serão reservadas ao sistema de transporte por ônibus articulados BRT. O município vai assumir os custos desta reurbanização, cujo investimento pode chegar a R$ 100 milhões. Apesar de estar fora da concessão, a via será o principal acesso à Transolímpica pela Barra.

Como será o corredor
O traçado prevê a abertura do maciço da Pedra Branca com um túnel de 1.800 metros no Parque da Pedra Branca. Também serão construídos 12 viadutos e pontes.

A Transolímpica terá três faixas por sentido e o limite de velocidade será de 80 quilômetros por hora, sendo que as faixas centrais são exclusivas para o BRT. A partir da Taquara, será aberta uma nova via que cortará a Colônia Juliano Moreira, transpondo através de pontes e viadutos algumas estradas da região, como a do Rio Grande e da Boiúna.

A nova via terá a capacidade de receber mais de 52 mil veículos por dia. Por ser uma concessão, a Transolímpica terá pedágio, cujo valor será o mesmo já praticado na linha Amarela: R$ 4,30.


http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/noticias/prefeitura-do-rio-publica-consulta-publica-para-implantacao-da-transolimpica-20110808.html

Biarticulados deixarão de existir com a chegada do metrô

Com a chegada do metrô, as linhas de biarticulado que hoje transitam nas canaletas vão deixar de existir. Sendo assim, o projeto prevê que a área, antes utilizada para o tráfego dos ônibus, seja inteiramente revitalizada. O novo espaço abrigará ciclovia, calçadão para pedestres, arborização e equipamentos de lazer, se transformando num verdadeiro parque em meio à cidade. "Com certeza, essas novas áreas vão mudar a cara da cidade", confirma o presidente do IPPUC.

Nas estações, além das bilheterias e demais estruturas necessárias para o funcionamento do metrô, serão implantadas áreas de convivência e quiosques comerciais para os usuários. Também está no projeto a construção de estacionamentos em algumas estações para que as pessoas possam deixar os seus carros e ir ao trabalho utilizando o metrô. "Nosso objetivo é realizar um projeto moderno e usual, sem ideias grandiosas. Queremos oferecer o necessário para o usuário sem extrapolar o bom senso para tornar o metrô curitibano um meio de transporte ágil e prático", conclui Almeida.

Profundidades variadas
Devido à topografia de Curitiba, a profundidade das estações do metrô vai variar conforme sua localidade. Segundo dados do IPPUC, as escavações serão feitas entre 12 e 23 metros na primeira fase. Já na segunda etapa, as profundidades aumentam, já que a parte norte da capital é mais alta e com o terreno mais acidentado.

A maioria das estações será subterrânea, sendo o acesso realizado por meio de escadas fixas e rolantes e, quando necessário, por meio de elevadores. Poderão ser com plataforma central (em ilha) ou com plataforma lateral, o que será definido pelo projeto operacional. As bilheterias e demais estruturas necessárias ao funcionamento das estações serão construídas no nível do Parque Linear, junto aos quiosques comerciais.

Primeira fase terá 13 estações
De acordo com o IPPUC, a primeira fase do metrô curitibano contará com 13 estações ao longo dos 14,2 km entre a CIC-Sul, próximo ao Ceasa, e a Rua das Flores, no centro da capital. Os primeiros 2,2 quilômetros da Linha Azul, partindo do Terminal CIC-Sul, serão percorridos em superfície - será o único trecho que passará por cima do solo.

Um viaduto será construído para que o metrô passe por cima da Linha Verde. O trajeto continua seguindo pela Rua Winston Churchill, onde passa pela Estação Terminal Pinherinho, Estação Santa Regina, Estação Terminal Capão Raso e Estação Hospital do Trabalhador. Já na Avenida República Argentina, o metrô terá mais quatro estações.Terminal Portão, Morretes, Santa Catarina e Água Verde. Em seguida, o trajeto segue na Avenida Sete de Setembro e percorrem as estações Bento Viana, Oswaldo Cruz, Eufrásio Correia e por fim a Estação Rua das Flores, onde termina a primeira fase do metrô.

O coração do metrô curitibano, onde será feito todo o controle e manutenção do sistema metroviário, ficará situado no Terminal CIC-Sul. La haverá um complexo administrativo e operacional onde os trens vão "dormir" para sofrer os reparos necessários. Há a possibilidade também de existir um dormitório na Estação Rua das Flores, para que as viagens iniciem a partir das duas estações.

Usuário vai ganhar tempo
Para atender todos os usuários da primeira fase do metrô curitibano, o projeto exige que seja adquirida uma frota com um total de 18 trens. Cada trem será composto por cinco carros e poderá transportar até 1.450 passageiros. De acordo com o IPPUC, o metrô vai passar a cada três minutos. Com isso, aumenta a capacidade, já que atualmente passa um biarticulado com capacidade para 230 pessoas cada 55 segundos.

O metrô tem a velocidade máxima de 80 km/h, mas vai trafegar a 35 km/h. Sendo assim, o trecho de 14,2 será cumprido em média em 25 minutos. Um biarticulado, que anda numa velocidade média de 15 km/h e ainda sofre interferências de semáforos e tráfego nos principais cruzamentos, faz o mesmo trecho em cerca de uma hora.

Cada vagão terá em seu interior um adequado conforto térmico e acústico para os passageiros e o condutor. Além disso será equipado com um sistema de ar condicionado para os salões de passageiros e cabines dos condutores, um sistema de iluminação eficiente e um projeto de comunicação visual e sonora que permita a perfeita orientação os passageiros.

http://www.parana-online.com.br/editoria/cidades/news/549547/?noticia=BIARTICULADOS+DEIXARAO+DE+EXISTIR+COM+A+CHEGADA+DO+METRO

BH desiste de obras de mobilidade urbana

Depois de informar que já não conta com a expansão do metrô para a Copa do Mundo de 2014, a prefeitura de Belo Horizonte agora desistiu também da implantação do BRT (do inglês Bus Rapid Transit) na avenida Pedro II. A via é uma das principais ligações do centro da capital mineira com a região da Pampulha, onde fica o Mineirão, estádio que receberá os jogos do Mundial.

O BRT era a principal obra para melhorar a mobilidade urbana em Belo Horizonte para a Copa de 2014, mas, segundo a prefeitura, o custo das desapropriações para sua implantação na avenida Pedro II inviabilizam os trabalhos. O projeto tinha orçamento de R$ 146 milhões, com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). As desapropriações teriam sido estimadas em R$ 83 milhões, mas uma nova avaliação definiu que seriam necessários R$ 153 milhões para a retirada de imóveis da avenida.

Segundo Ramon Victor Cesar, presidente da BHTrans, empresa responsável pelo gerenciamento do tráfego na cidade, os recursos devem ser realocados para a implantação do BRT nas avenidas Antônio Carlos e Pedro I, também de acesso à Pampulha, e Cristiano Machado, principal ligação do centro com o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na região metropolitana da capital. "A demanda (na Pedro II) é muito menor que nos outros corredores", disse o presidente da BHTrans.

De acordo com ele, ao invés de ter um BRT, a avenida passará por uma "adequação e melhoria" com a criação de pistas exclusivas para o transporte coletivo, usado por uma média de 150 mil passageiros por dia.

http://tribunadonorte.com.br/noticia/bh-desiste-de-obras-de-mobilidade-urbana/191423

Metrô de Curitiba deve sair do papel e virar realidade

Ao que tudo indica, o metrô curitibano está próximo de sair do papel e se tornar realidade. Em última visita ao Paraná, no último mês de julho, a presidente Dilma Rousseff declarou que Curitiba está muito bem cotada para receber recursos do Governo Federal para a construção do metrô.

O anúncio do PAC da Mobilidade, que estava previsto para acontecer nas últimas semanas de agosto, foi prorrogado e deve acontecer ainda em 2011.

Além da verba federal, o metrô curitibano contará ainda com recursos do governo estadual, da prefeitura municipal e de um investidor privado, que será escolhido através de licitação

Todo o planejamento e a captação de verba junto ao governo federal estão sendo feitos para a construção da primeira fase do metrô curitibano, e a capital sai na frente pelo fato dos estudos técnicos e ambientais já estarem prontos. "Curitiba tem o melhor e mais adiantado projeto e também temos pouquíssimos casos para desapropriação de terrenos.

Tudo isso nos coloca em vantagem em relação às demais cidades que disputam recursos do governo federal", afirmou o prefeito Luciano Ducci, durante apresentação do projeto em reunião Sinduscon-PR (Sindicato da Indústria da Construção Civil no Paraná).

Diante esse cenário, o assunto voltou à tona e o os curitibanos já querem saber o que de fato o novo meio de transporte da capital irá mudar em suas vidas durante e após as obras de construção. Para o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (IPPUC), a capital não irá sofrer grandes mudanças durante os quatro anos de obras da primeira fase do metrô. Segundo o presidente da instituição, Cléver de Almeida, o fato de o metrô ser construído exatamente abaixo traçado das canaletas dos biarticulados faz com que as obras gerem pouco impacto no dia a dia da cidade. "Como há espaço nas canaletas e ainda temos as vias marginais, quase não teremos grandes interferências no trânsito. Nos pontos de cruzamentos será possível a colocação de lajes sob as obras para que o trânsito flua normalmente. As canaletas nos dão uma grande vantagem", diz.

Pouco impacto
Em relação ao fornecimento de água, luz e gás nas regiões próximas à linha de metrô, Almeida afirma que haverá poucas interrupções nesses serviços. De acordo com ele, qualquer obra de grande porte exige planejamento das fornecedoras. "Empresas como a Copel e Sanepar estão acostumadas a fazer intervenções para que seus serviços não sejam interrompidos nas proximidades de qualquer obra. Além disso, elas já estão com o projeto do metrô em mãos. Então, creio que não teremos problemas neste sentido", confirma.

Sistema integrado
Apesar das grandes mudanças que causará na cidade, o Metrô será integrado ao atual sistema de transporte da capital. Desta maneira, o usuário continuará podendo se utilizar dos outros meios de transporte através dos terminais e pagando uma única passagem. Segundo o IPPUC, é impossível tentar determinar hoje o preço que será cobrado pela passagem do metrô, já que o valor depende de uma série de fatores, como inflação, preço de combustível e energia, além do custo operacional.

Preço do bilhete de metro e autocarro aumenta 50 por cento em Madrid

Preço do bilhete de metro e autocarro aumenta 50 por cento em Madrid
 
A partir de segunda-feira o bilhete único para metro e autocarros em Madrid vai passar a custar 1,50 euros, o que corresponde a um aumento de 50 por cento no preço da tarifa.

De acordo com as associações de consumidores, citadas pelo jornal espanhol Publico, com este aumento os transportes públicos de Madrid tornam-se os «mais caros de toda a Espanha».

O Ministério dos Transportes e Infraestruturas da Comunidade de Madrid explicou que este agravamento dos preços, aprovado no dia 29 de Julho, vai afectar «apenas os clientes ocasionais, que representam 4,5 por cento da totalidade de passageiros
 

Jovem entra em plantação para urinar e é atingido por fios de alta tensão

Acidente aconteceu na manhã deste domingo (7), em Ivatuba, no Paraná.

Homem parou na rodovia para consertar o motor do carro.Um rapaz de 21 anos sofreu queimaduras de terceiro grau depois de levar uma descarga alétrica de fios de alta tensão em um milharal, na manhã deste domingo (7), em Ivatuba, no Norte do Paraná.

A Polícia Militar (PM) informou que o rapaz teria parado à beira da PR-551 para consertar o motor do carro. Ele entrou na plantação de milho para urinar, foi quando a fiação alétrica cedeu e atingiu o jovem.

No local onde aconteceu o acidente, os fios de alta tensão estavam a menos de um metro do solo e praticamente não eram percebidos em meio à plantação, segundo os policiais.

Segundo os técnicos da Companhia Paranaense de Energia (Copel), o problema ocorreu porque o cabo de tração que sustenta o poste arrebentou, o que provocou o rebaixamento do fio.

O rapaz foi encaminhado em estado grave para o Hospital Metropolitano de Sarandi. Às 08h30 desta segunda-feira (8) o hospital informou que ele permanecia na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e que não havia previsão de alta.

http://g1.globo.com/parana/noticia/2011/08/jovem-entra-em-plantacao-para-urinar-e-e-atingido-por-fios-de-alta-tensao.html

Equipamentos serão distribuídos entre trens e estações das linhas Azul, Verde, Vermelha e Lilás

O Metrô planeja instalar 3,5 mil novas câmeras de vigilância até o final de 2014. Elas serão colocadas dentro dos trens e em pontos estratégicos das estações das linhas 1 - Azul, 2 - Verde, 3 - Vermelha e 5 - Lilás, já que a 4 - Amarela é administrada pela concessionária Via Quatro.

Atualmente, o Metrô possui quase 2 mil câmeras instaladas dentro dos trens e das estações, monitorando o movimento dos passageiros nas áreas onde há mais risco, como plataformas, mezaninos e as entradas.

Até o final do ano que vem, cerca de 1 mil novos equipamentos devem ser distribuídos por todas as estações. Por questões estratégicas, o Metrô não divulga quantas irão para cada estação, nem onde elas devem ser instaladas.

As cerca de 2,5 mil novas câmeras nos trens serão instaladas até 2014 nas linhas 1 - Azul e 3 - Vermelha (as mais antigas), conforme eles forem modernizados. Cada composição nova possuirá 26 câmeras dispostas pelos vagões. Atualmente, 35 dos 150 trens da frota dessas duas linhas já possuem as câmeras - desde o início do ano, dois deles já passaram pela modernização.

Na frota dos 27 trens da Linha 2 - Verde, 16 já possuem monitoramento. Na Linha 5 - Lilás, os oito trens da frota também passarão por modernização, mas ainda sem data prevista; as 26 novas composições anunciadas para a linha já terão câmeras. Todos os trens da Linha 4 - Amarela têm duas câmeras por vagão.

Casos de violência

Desde o início do ano, foram relatados três casos de ataques sexuais a mulheres dentro de estações - dois deles no mês passado. Os vagões lotados em horários de pico também contribuíram para casos de agressões. Até maio, foram 118 lesões dolosas (com intenção) e 32 culposas, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública.

Em 2010, o Metrô registrou uma ocorrência para cada milhão de passageiros transportados e, no primeiro semestre deste ano, afirma que esse índice caiu para 0,9 casos para cada milhão de pessoas que usam o serviço

Linha 3: financiamento pode vir do setor privado


O governo Sérgio Cabral pretende investir no financiamento privado para tirar a obra da Linha 3 do Metrô do papel e torná-la uma realidade.

A administração fluminense espera que o impacto que ela vai gerar na vida de cerca de 1,7 milhão de pessoas seja um fator para atrair empresas para o empreendimento. Por isso, a Secretaria de Transporte vem conversando com bancos nacionais e internacionais para financiar a obra no modelo Parceria Público Privada (PPP)...

http://www.osaogoncalo.com.br/site/pol%C3%ADtica/2011/8/8/29670/linha+3:+financiamento+pode+vir+do+setor+privado

Antes considerado moderno, metrô de Caracas sofre com problemas de gestão

Outrora considerado referência em modernidade e atualmente deteriorado pela falta de manutenção, o metrô de Caracas completa 34 anos entre críticas de seus usuários e tentativas do Governo de Hugo Chávez de impulsioná-lo sem renunciar às tarifas socialistas que fazem dele o meio de transporte mais barato da capital venezuelana.
 
Fundado pela Compañía Anónima Metro de Caracas e aberto ao público em 1983 como um exemplo de avanço tecnológico, conforto, civilismo e estética, esse meio de transporte logo se transformou em um serviço público pioneiro na região.
 
Contudo, em seu aniversário, nesta segunda-feira, o metrô se encontra em más condições, com falhas elétricas crônicas que paralisam o sistema durante horas, além de vagões e escadas rolantes em mau estado e aparelhos de ar-condicionado que não funcionam.
 
"Há 10 anos começou um processo de deterioração por causa da falta de compreensão deste Governo em relação aos fenômenos urbanos, já que diminuiu o nível de manutenção", afirmou à Agência Efe Omar Hernández, sociólogo especialista em planejamento urbano.
 
Para este professor aposentado da Universidade Simón Bolívar, o metrô nunca foi uma questão prioritária para o presidente Hugo Chávez, que retirou profissionais "experientes" por conflitos trabalhistas e os substituiu por funcionários "pouco capacitados".
 
Além disso, em 12 anos de gestão, o governante nomeou 10 presidentes à frente da companhia, dependente do Ministério de Transporte.
 
Após cinco anos com a passagem congelada em 0,50 bolívares (US$ 0,11), valor que mal cobre 10% dos custos totais, segundo números oficiais, o governo decidiu dobrar a tarifa em junho para investir em manutenção.
 
"Foi justo, ficou não sei quantos anos ficaram sem aumentá-la. O metrô é subsidiado. Se a passagem seguisse o esquema dos capitalistas, não poderíamos viajar", afirmou Chávez em 31 de maio, após aprovar um repasse de US$ 325 milhões para o sistema.
 
Em 2010, a Venezuela destinou cerca de US$ 355 milhões em programas de manutenção para este meio de transporte, acumulando US$ 3 bilhões desde 1999, quando Chávez assumiu o poder.
 
No entanto, este grande investimento não foi empregado em melhorias substanciais do sistema, segundo muitos usuários.
 
"O serviço está mediano, muito aquém para a Venezuela. Não está de acordo com o que deveríamos ter, já que somos donos do petróleo", disse à Agência Efe um homem de 59 anos que pediu para não ser identificado.
 
Mayerlin Mendoza, uma fisioterapeuta de 35 anos que viaja diariamente de Los Teques ao leste de Caracas para trabalhar, lamentou que o serviço não funcione "como antes", e afirmou estar "muito preocupada" com a insegurança.
 
Em 2010, foram registrados cerca de 80 crimes por mês, segundo o Governo, que, ciente do foco de criminalidade no metrô, decidiu implantar em setembro um plano de segurança com mais de 500 funcionários da Polícia Nacional Bolivariana (PNB).
 
Seis meses depois da aplicação do programa, a PNB prendeu 702 pessoas por roubo e desmantelou 35 gangues, e as ocorrências passaram de 73 em fevereiro de 2010 para 21 em fevereiro deste ano.
 
No entanto, para o deputado opositor Stalin González "há um problema de gerência por parte do Governo, e de como administrar um serviço de transportes dessa magnitude".
 
Frente às críticas, o atual presidente do metrô, Haiman El Troudi, argumentou que parte do colapso e da deterioração do metrô se deve ao fato de que foi projetado para transportar 700 mil pessoas por dia, e sua demanda atual é o dobro.
 
"Se não construírem uma linha paralela, evidentemente sempre vai entrar em colapso", explicou González.

Aeromovel vira solução 30 anos depois

http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/aeromovel/

06 agosto 2011

projeto do monotrilho em São Paulo

http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/metro-linha-ouro/

Interessados no trem-bala querem medidas de proteção contra instabilidade

A atual crise cambial é a principal preocupação dos investidores estrangeiros no projeto do Trem de Alta Velocidade. Os empresários gostariam que o governo adotasse medidas de proteção cambial para evitar que as oscilações da moeda comprometam o projeto, uma espécie de hedge cambial, que poderia ser adotado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).  

“Ninguém sabe o que vai acontecer com o câmbio nos próximos anos, então eles têm colocado isso como uma variável que gostariam que a gente analisasse: a possibilidade de criar defesas para isso no projeto”, explicou o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Bernardo Figueiredo, em entrevista à Agência Brasil. Segundo Figueiredo, a decisão do governo sobre o assunto deve sair até o fim do mês. Além do Ministério dos Transportes, as medidas serão avaliadas pelos ministérios da Fazenda, do Planejamento e pela Casa Civil.

Empresários de diversos países interessados em participar do leilão têm frequentado a sede da ANTT, em Brasília. Na última semana, foram duas reuniões com duração de quatro a cinco horas, com representantes japoneses e para os próximos dias são esperados empresários franceses e espanhóis. Também estão interessadas no projeto empresas da Alemanha, China e Coreia.

Segundo Figueiredo, o objetivo das reuniões é explicar a nova metodologia da licitação. “É uma maratona intensiva, estamos estressando o modelo com os interessados para ver se tem alguma coisa que exclua alguém. A ideia é um processo competitivo, que não exclua nenhum investidor.”

No início de julho, o governo decidiu dividir a licitação do projeto em duas etapas: a primeira vai definir a tecnologia e o operador do trem-bala e a segunda escolherá a empresa responsável pela construção do projeto. A decisão foi tomada depois que a proposta inicial não foi acolhida por empresários.

Para Figueiredo, as mudanças deixaram o empreendimento mais atrativo. “Tentamos um modelo de concessão que envolva um investimento muito grande com uma transferência muito agressiva de risco para o empresário, e o mercado não assimilou bem”, admitiu.

Bernardo disse que o preço-teto da passagem do trem-bala não será alterado, mas, segundo ele, o custo do investimento pode cair por causa da falta de oportunidades no mercado internacional. “Existem grandes construtoras internacionais que hoje estão sem horizontes de obras e isso pode ser uma oportunidade não muito comum no mercado de ter uma grande obra, o pode baratear o custo da obra”.

Apesar de acreditar que a obra não terá atrasos significativos, o diretor da ANTT disse que o governo pode dar mais tempo para a conclusão do empreendimento se for necessário. “Não vamos condicionar o projeto a prazos. Se tivermos que dar mais prazo para não ter problemas, a proposta é dar mais prazo”.

A expectativa é iniciar a obra no começo de 2013 e o prazo de conclusão é de seis anos.

ENCARECIMENTO DO PROJECTO EM 208 POR CENTO

Tribunal de Contas muito crítico com as contas da Metro Mondego

Utilização de verbas da sociedade para fins pessoais por antigos administradores e encarecimento de 208% do projecto são algumas das considerações do relatório preliminar que está agora em fase de contraditório
O relatório do Tribunal de Contas é ainda preliminar, confidencial, e está em fase de contraditório por parte dos visados. Porém, os dados já recolhidos permitem, segundo os juízes responsáveis pela auditora, identificar algumas ilegalidades alegadamente cometidas por antigos administradores da Metro Mondego (MM).

O objectivo da auditoria é «apurar o grau de execução física e financeira, as razões da delonga na sua concretização, os custos totais já despendidos», bem como os que «se prevêem virem a ser concretizados e o modelo para financiar a exploração», refere o relatório preliminar a que o Diário de Coimbra teve acesso.

http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=13957&Itemid=135

Transportes é prioridade para Rio 2016


Como na campanha para ganhar a sede dos Jogos 2016 o transporte foi um dos principais pontos fracos do Rio, iniciar as obras viárias passou a ser uma prioridade. Afinal, são intervenções que demandam tempo: quatro linhas de BRTs (ônibus expressos) e o metrô Linha 4 (Barra/Zona Sul).

Entre todas as obras, a Transoeste (Barra a Santa Cruz/Campo Grande) será a primeira a ser finalizada e entregue em janeiro.

– A Transoeste era para ser construída em 2015 e adiantamos para 2012. Já a Transcarioca (Barra/Aeroporto Internacional Tom Jobim) terminaremos em dezembro de 2013 – detalhou o diretor executivo da Empresa Olímpica Municipal (EOM), Bernardo Carvalho.

Em relação à Transolímpica, um dos principais BRTs, por ligar a Barra a Deodoro, os dois maiores centros de competições, o edital está em análise pela prefeitura e  será divulgado ainda neste ano. As  obras começarão no início de 2012.
A linha Transbrasil não tem previsão para entrar em o bras. De acordo com a prefeitura, como já existe o traçado (o BRT percorrerá a Avenida Brasil) as intervenções serão menores.

Já o metrô Barra/Zona Sul permanece com as obras dentro do cronograma.

http://esportes.opovo.com.br/app/esportes/olimpiadas/2011/08/05/noticiaolimpiada,2184188/transportes-e-prioridade-para-rio-2016.shtml

Primeiro VLT já está em Sobral e ficará em exposição

O primeiro Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) do Metrô de Sobral já chegou à cidade. O equipamento vai ficar em exposição nas imediações da rotatória da Av. Dr. José Euclides com Av. Pimentel Gomes, no bairro Coração de Jesus. A iniciativa da Companhia Cearense de Transportes Metropolitanos – Metrofor é permitir que a população conheça de perto o equipamento que deve começar a operar em 2012.
O VLT faz parte de um conjunto de cinco composições fabricadas pela empresa Bom Sinal, que tem sede em Barbalha, na Região do Cariri. O Governo do Ceará investiu na compra dos equipamentos cerca de R$ 22,4 milhões. Cada VLT é formado por dois carros, tem movimentação bidirecional e capacidade de transporte de 358 passageiros.
O primeiro VLT ficará exposto até que o Metrô de Sobral seja concluído. A obra teve início em março deste ano. O Metrô de Sobral terá 12,18 quilômetros de extensão com dois ramais e onze estações. Um ramal, com extensão de 6,4 quilômetros, compartilha a linha de cargas já existente e hoje administrada pela Transnordestina Logística. Também será implantado o Ramal Grendene-Cohab III, com 5,7 quilômetros, que vai atender o bairro mais populoso de Sobral, Dr. José Euclides, e grandes polos geradores de viagens, como a Grendene e o Centro de Convenções.

Os dois ramais formam dois “us” invertidos, que se tangenciam numa estação de integração.
O Metrô de Sobral é mais uma iniciativa do Governo do Ceará de requalificar o transporte ferroviário de passageiros no interior do Estado e de estruturar as cidades de médio porte, aliando investimentos públicos à melhoria da qualidade de vida da população destes municípios.

O empreendimento terá um investimento total de R$ 70,1 milhões.

http://www.ceara.gov.br/sala-de-imprensa/noticias/3955-primeiro-vlt-ja-esta-em-sobral-e-ficara-em-exposicao

Metrô inicia obras da estação Vila Prudente do monotrilho em SP

Primeira fase deve ser entregue no segundo semestre de 2013.


Projeto começa na Vila Prudente, que terá integração com estação já existente.



Viga irá sustentar futura estação de monotrilho (Foto: Juliana Cardilli/G1)
Viga irá sustentar futura estação de monotrilho (Foto: Juliana Cardilli/G1)
 
O Metrô de São Paulo iniciou na manhã desta sexta-feira (5) a construção da estação Vila Prudente da Linha 2-Verde da companhia, com o içamento da primeira viga que suportará a parada suspensa do monotrilho, na Zona Leste de São Paulo.

A futura estação será integrada de maneira gratuita à atual parada de mesmo nome da Linha 2, no modelo tradicional do Metrô. A expansão terá 17 estações e 24,5 km de extensão, chegando até o Hospital Cidade Tiradentes, também na Zona Leste.

A nova linha de transporte público será feita pelo modelo de monotrilho devido ao tempo menor de construção, valor mais baixo e também às facilidades das áreas por onde ela irá passar. A nova Estação Vila Prudente será suspensa e ficará sobre uma parada do Expresso Tiradentes.

“A Anhaia Mello [Avenida Professor Luís Ignácio de Anhaia Mello] tem um canteiro central fantástico, a Sapopemba continua com canteiro central. Você pode aproveitar esses espaços, a viga agride muito pouco a questão visual, ela comporta dois trens, tem um terço da largura do Minhocão. [O monotrilho] não emite poluição e é emborrachado, não tem barulho”, afirmou Jurandir Fernandes, secretário de Estado dos Transportes Metropolitanos.

A viga içada por dois guindastes nesta sexta irá suportar a plataforma e as estruturas de mezanino da futura estação. A próxima fase será colocar as vigas que irão suportar os trens. No total, 54 composições irão operar na extensão da Linha 2. Uma está sendo construída pela Bombardier nos Estados Unidos – as outras 53 serão feitas pela empresa em uma fábrica que está sendo construída em Hortolândia, no interior do estado.

Cada trem terá sete carros e capacidade para mil pessoas. O intervalo entre eles será de 90 segundos, permitindo 45 partidas por hora e o transporte de 45 mil passageiros no período. “Apesar de estarmos oferecendo 45 mil passageiros/hora, nossos cálculos dão que até 2020 o trecho crítico terá necessidade de 39 mil passageiros/hora”, afirmou Fernandes.

A expectativa do governo é de entregar a primeira fase, até as estações Vila Prudente e Oratório, no segundo semestre de 2013. Um ano depois será a vez do trecho até São Mateus começar a funcionar. Em 2016 o Metrô pretende estar com a linha finalizada.

PPP

A construção das estações e a operação do monotrilho na Linha 2 será feita por meio de uma parceria público-privada (PPP). Segundo o secretário dos Transportes Metropolitanos, o método será mais vantajoso por permitir uma instalação mais rápida. “O estado vai entregar todo o sistema já pronto de vigas e vai fornecer os trens. A iniciativa privada complementa as estações e faz a operação”, afirmou Fernandes.
Para isso, além da receita das bilheterias, a empresa vencedora da licitação também receberá um pagamento do estado – será a chamada “PPP patrocinada”.

O projeto já foi pré-aprovado e está em fase de estudo do modelo econômico.

“Nós temos uma estimativa de concluir esse estudo em outubro, submeter ao conselho gestor, e se o conselho gestor aprovar, nós temos o desejo de publicar o edital da PPP para consulta pública em dezembro, e publicar o edital para concorrência em fevereiro. Com isso, daqui um ano nós já teremos o contrato assinado com a concessionária”, afirmou Sérgio Avelleda, presidente do Metrô.

O valor total da extensão da Linha 2-Verde é orçado em R$ 2,4 bilhões.

Em Nova York, estações de metrô ganham mensagens de otimismo

Editora Globo
Na entrada de uma estação em NY, a mensagem de otimismo "Things get better" (“as coisas melhoram”). Foto: Trustocorp
 
O grupo de artistas Trustocorp é conhecido em Nova York, nos Estados Unidos, por espalhar placas humorísticas pela cidade. Desta vez, a trupe resolveu surpreender os moradores locais, espalhando mensagens de otimismo pelas estações de metrô da região.

Frases como “Everything is fine” (“tudo está bem”), “You look lovely” (“você está uma graça”) e “Things get better” (“as coisas melhoram”) foram estampadas nas entradas das estações. Uma galeria com as imagens está disponível no Flickr da Trusocorp.

Arquivo INFOTRANSP